quinta-feira, 29 de julho de 2010

Tributo ao Mussum



Marcando eras, deixando saudades. Bons tempos aqueles!

quarta-feira, 28 de julho de 2010

O Poder de um SPAM (É, mermão... Parte 3!)


Sim, galera. Novamente fiquei vislumbrado com a potência de um spam. Não sei se dessa vez o intuito do envio ser simplesmente sacanear com o próximo ou se era também pro mesmo motivo clássico de todos os spams. Eu sei que eu passei uma vergonha linda hoje. Por causa de uma maldita informação falsa transmitida via e-mail.

Hoje eu saí de casa as 6h da matina. É, eu sei, eu também detesto o rodízio da capital. Mas de qualquer forma, seis horas da manhã é um horário razoável, dá pra chegar a tempo (e como!), antes de começar o Rush.

Pra quem não conhece as regras de trânsito das grandes regiões metropolitanas levante as mãos pro céu e agradeça a Deus, vou explicar como funciona: Estão impedidos de circular pelo centro/centro expandido da cidade os carros com final 1 e 2 na segunda, 3 e 4 na terça, 5 e 6 na quarta, 7 e 8 na quinta e 9 e 0 na sexta. Mas isso só dentro do horário de pico, que é das 7h às 10h e das 17h às 20h. Aqui em São Paulo, a gente vê onde é o centro expandido e centro pelas cores das placas das ruas: as placas completamente brancas são ruas do CENTRO, as placas azuis com uma faixa inferior cinza são as do CENTRO EXPANDIDO. Simples assim.

Muito bem, estava eu a caminho quando de repente, ao chegar à Rua Teodoro Sampaio, Pinheiros/SP, trava tudo. Travou mesmo, sem sacanagem. O motivo foi um acidente nessa madrugada, com vítimas fatais e tudo. E só às 7h liberaram a porra da pista. Antes disso, a galera que passava por aquela região tinha que dar uma mega volta de desvio. E bons motoristas é uma coisa que definitivamente não existe em São Paulo. Então travou mesmo, sem chances.

A minha sorte (ou não) é que no caminho, os pontos onde os guardinhas (popularmente conhecidos como filhos da puta Amarelinhos/Marronzinhos) ficam estavam vazios. Até achei que tinha escapado.

Acontece que NUNCA tem nenhum desses porras na rua onde trabalho, isto é, na Oscar Freire. NUNCA. Mas, conhecem Murphy, né? Se tem alguma chance de dar errado, VAI DAR. E justamente hoje, às 7:20 da manhã (como lhes disse, travei no trânsito e cheguei uns 40 minutos depois do que realmente deveria chegar) deu merda. O cara tava conversando com uma mina na esquina, o semáforo abriu, eu avancei, ele olhou pra minha placa, olhou para o relógio e voltou a conversar com a mina.

E o SPAM? Calma, já chego lá.

Entrei na repartição e contei o caso pra uma colega. Ela me disse que viu "em algum lugar" que se ligasse pra prefeitura e desse os carai dados certinhos, eles te dariam um número de protocolo para que você pudesse recorrer eventuais multas que forem aplicadas por rodízio em locais onde o trânsito te impediu de chegar ao local antes do horário limite, se livrando desta pica. Legal, qual o número da prefeitura mesmo? Não custava tentar, né?

Eis que ligo para a bendita e sou atendido por uma Cristina.

EU: Então, eu estava preso no trânsito e hoje é meu rodízio... Gostaria de saber como funciona aquela parada de gerar protocolo. Eu estava na região de Pinheiros, na Rua Teodoro Sampaio.
ATENDENTE: Não, nós não passamos nenhum tipo de protocolo. Esse email que o senhor recebeu é um trote, senhor.
EU: Email?! Ah, tá, valeu!

Desliguei o telefone, com a maior vergonha. E pedi também pra minha colega passar a fonte dessas informações. Sim, foi um email. E ele está aqui:

RODIZIO EM SP - Isto ninguém Avisa

Se você estiver preso em um congestionamento e tiver certeza de que não vai conseguir sair dele a tempo de evitar o horário do rodízio da sua placa, ligue para 156. Identifique-se, dê a placa do seu carro, o local onde está e informe o operador da sua dificuldade. Ele irá anotar (e gravar) os dados, passando-lhe um número de protocolo. Anote-o! Se você receber uma multa por ter infringido a Lei do Rodízio de Carros naquele dia, faça uma defesa e mencione o número do tal protocolo.. A multa será cancelada!

Vale a pena saber, hein! E esse vale a pena repassar!


Então, senhores, já sabem: ISSO NÃO EXISTE!!! Número de protocolo, cancelar multa, nada! ISSO NON ECZISTE!!!
Tá explicado o porquê que ninguém divulga? Simplesmente por se tratar de informação falsa.

A pior parte foi ouvir sacanagem da galera o resto do dia. Tenho certeza que vai ser pro resto da semana!

terça-feira, 27 de julho de 2010

Muita Estrela, Pouca Constelação


A festa é boa tem alguém que tá bancando
Que lhe elogia enquanto vai se embriagando
E o tal do ego vai ficar lá nas alturas
Usar brinquinho pra romper as estruturas

E tem um punk se queixando sem parar
E um wave querendo desmunhecar
E o tal do heavy arrotando distorção
E uma dark em profunda depressão

Eu sei até que parece sério, mas é tudo armação
O problema é muita estrela, pra pouca constelação
Eu sei até que parece sério, mas é tudo armação
O problema é muita estrela, pra pouca constelação

Tinha um junkie se tremendo pelos cantos
Um empresário que jurava que era santo
Uma tiete que queria um qualquer
E um sapatão que azarava minha mulher

Tem uma banda que eles já vão contratar
Que não cria nada mas é boa em copiar
A crítica gostou, vai ser sucesso, ela não erra
Afinal lembra o que se faz na inglaterra

Eu sei até que parece sério, mas é tudo armação
O problema é muita estrela, pra pouca constelação
Eu sei até que parece sério, mas é tudo armação
O problema é muita estrela, pra pouca constelação

E agora vem a periferia...!

O fotógrafo, ele vai documentar
O papo do mais novo big star
Pra'quela revista de rock e de intriga
Que você lê quando tem dor de barriga

E o jornalista ele quer bajulação
Pois new old é a nova sensação
A burrice é tanta, tá tudo tão a vista
E todo mundo posando de artista

Eu sei até que parece sério, mas é tudo armação
O problema é muita estrela, pra pouca constelação
Eu sei até que parece sério, mas é tudo armação
O problema é muita estrela, pra pouca constelação!

Uuuuh! Raulzito e Camisa de Vênus nessa frescura!

-- Raul Seixas & Marcelo Nova

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Até Onde Será que Vai o Horizonte?

[Ilustra discaradamente roubada daqui]

Começou com um telefonema. E em menos de um mês, uma gritaria, uma euforia. Sim, o futuro já estava se transformando em presente e as coisas já estavam tomando o seu devido (e natural, pra quem sabe correr) rumo.

A verdade é que eu a vi chorar pela primeira vez. Foi de alegria. Porque tudo estava dando certo. Porque ela tinha amigos. É, eu também fiquei com vontade de chorar, ela me contagiou. Mas foi só vontade mesmo. Confesso também que fiquei com um certo ciúmes. Sadio, claro. Afinal, ela quase nunca chora, e por mais que eu tente, nenhum dos meus textos conseguem fazer isso. De qualquer forma, aquela expressão de carinho foi reconhecidamente tocante e inimaginavelmente marcante.

E assim caminha o vencedor. Ele não precisa que ninguém acredite nele. Ele não precisa que ninguém dê forças pra ele se levantar depois de uma queda. Não precisa de elogios e nem de reconhecimento. Afinal de contas, o destino do vencedor é a vitória. Certa e sabida.

Mas ainda assim, existem aqueles que acreditam, aqueles que dão forças pra se levantar depois de uma queda. Aqueles que elogiam e reconhecem o excelente trabalho do vencedor. Costumamos chamar essas pessoas de amigos. Amigos estes que são a base e o motivo de toda vitória. O maior trunfo, o sentido da palavra "vencer".

Parabéns, Coca.
Você, mais do que ninguém, merece!
Seus amigos, sua carreira, sua vida, seu presente, seu futuro.





Vamos esperar que você nos Dê Muitas Novidades! ;D

domingo, 18 de julho de 2010

O Legislativo Brasileiro!

video

Vídeo enviado pela Nica. Não vou nem falar nada, deixarei que vocês comentem o que assistirem. CQC sempre tentando mostrar o que está "nos representando" lá "em cima". Heh, é até engraçado!

quarta-feira, 7 de julho de 2010

A Confiança de um Vôo Perfeito


— Olha só, tão novinhos e já se encontraram! — disse um dos Senhores do Destino, ao observar o rumo da vida dos humanos na face da Terra. — Coisas assim não acontecem faz um tempo!

Foi então que o mais experiente dos Senhores ali presentes, apalpando sua longa e branca barba, mirou os dois humanos dos quais o Primeiro Senhor se referia.

— Hah, não, eles não se encontraram. Estão apenas tomando ciência da existência um do outro, mas encontrar mesmo, ainda não. Ainda precisam ter muita vivência até poderem de fato se encontrarem.

O Primeiro Senhor, de início, não entendeu ao certo as palavras do mais experiente. Contudo, mesmo sem achar uma explicação lógica, foi cuidar de continuar a observar as outras vidas na Terra.

Certo tempo depois, estava novamente aquele Primeiro Senhor observando, como uma "revisão", o desenrolar da vida dos humanos na Terra. Foi quando ele verificou que uma pessoa daquele casal que ele vira anteriormente estava infeliz. E por mais que ele tentasse fazer de tudo para que pudesse melhorar, para que pudesse ao menos acreditar que poderia viver daquele jeito e acostumar-se a tentar ser feliz, ele sabia, no fundo, que aquela situação não teria futuro. O Primeiro Senhor observou que a companhia desta pessoa não era aquela que ele havia visto antes. Ele percebera que o destino não estava sendo cumprido.

Curioso, o Primeiro Senhor procurou pela outra parte, a pessoa que cumpriria o destino desta primeira. E ele a encontrou, na mesma situação, exatamente como sua alma gêmea.

Nesse momento, o Ele lembrou-se das palavras do Senhor mais experiente: "Eles não se encontraram. Estão apenas tomando ciência da existência um do outro". Então, como uma luz em sua compreensão, o Primeiro Senhor entendeu o que o real significado da palavra "encontrar". O que estava confuso agora era o porquê do motivo dessas duas almas gêmeas terem se separado depois de se cruzarem por mais de uma vez.

Intrigado, foi questionar ao velho Senhor, que de forma metafórica lhe respondeu:

— Para que a borboleta possa enfim voar, é preciso que ela coma muito e depois se isole do mundo.

O jovem Senhor então deu um singelo sorriso. Observou, ao mesmo tempo, o estado de espírito dos dois seres humanos. Estavam exatamente iguais. Estavam igualmente tristes, obscuras, incompletas.

— E o que acontece quando já se está empanturrado e isolado e todo o mundo? — perguntou ao velho, que respondeu:

— A borboleta voa.

O Primeiro Senhor então soprou aos dois, fazendo com que ambos, ao mesmo tempo, se livrassem daquilo que os deixavam gordos e que os isolavam do mundo. Ele havia entendido que para se encontrarem de fato, precisariam estar prontos para tal.

Mas, apesar de ser um dos Senhores do Destino, não se pode ir contra o Livre Arbítrio. Sabendo desta regra, o Primeiro Senhor foi então ouvir uma das pessoas, para saber se de fato já havia comido e se isolado.

Ele então se aproximou dos desejos do garoto, ouvindo assim a definição de companheira perfeita, daquela que ele estava precisando naquele exato momento: "legal, inteligente, linda aos meus e aos olhos de todos, companheira, que saiba me tratar bem, que seja brincalhona e palhaça, guerreira, responsável... Mulher!".

Logo depois, ele ouviu os desejos da menina: "Que seja intenso, quente, meu cúmplice. Verdadeiro, saiba me respeitar pelo que sou e principalmente faça parte da minha vida, como se juntos fôssemos apenas um".

Já estava claro ao Primeiro Senhor que já era hora da borboleta poder voar.

sábado, 19 de junho de 2010

Carmen, Pac-Man e Light Phaser!


Ontem eu estava fazendo uma faxina em alguns arquivos meus e me deparei com alguns clássicos de MS-Dos que eu havia deixado esquecido em algum lugar do meu Disco Rígido. Quando olhei para a pasta "Carmen", senti uma vontade imensa de jogar novamente esse jogo de detetivo que foi um sucesso na época. Where in the World is Carmen SanDiego?

Fiquei alguns bons minutos (ou horas) jogando aquilo, me deliciando com cada barulhinho que aquela coisa fazia, me lembrando das vezes em que eu era criança e não tinha o Google pra sair pesquisando as pistas (não que eu tenha feito isso).

Depois de virar Superintendente (que é o último posto do jogo), estava atrás de um dos comparsas da V.I.L.E, colhendo provas em Cairo, no Egito. Foi quando eu passei no aeroporto e peguei a seguinte pista: "Uma pessoa suspeita esteve aqui, e ela partiu num avião com bandeira verde com um losango amarelo no centro." Difícil, não?

Ao pousar no Rio de Janeiro, fui direto ao Mercado, pois eu ainda não tinha mandado de prisão e precisava colher alguns traços de como a pessoa era. Nenhum lugar melhor que o Mercado pra conseguir esse tipo de informação. Eis que me deparo com a seguinte situação:

Vamos parar e analisar os fatos.
Brasil. Rio de Janeiro.
Menino de Rua.

É, esse jogo foi feito na década de 80 com o público alvo atingindo a faixa etária de 08 a 15 anos (apesar de eu ter começado a jogar com uns 5 e não ter parado até hoje). Quem seria o informante do Brasil se o jogo tivesse sido feito para o público adulto e nos dias atuais? E como seria a informação? Algumas sugestões:

FOGUETEIRO: Não vi nada não. Não vi nada não. Não sei de nada não.
VAPORZINHO: Detetive, se eu fosse você não entrava aí não. É fria, é fria.
VAGABUNDA: Sabe que toda informação tem um preço aqui, né detetive?
POLICIAL LOCAL: Se eu sei de alguma coisa? Isso é relativo. Sabe como é, né? Tu tem que me ajudar a te ajudar!
TAXISTA: Olha, eu andei notando uma movimentação estranha por aqui sim. Tem um amigo que tem um primo que a mulher dele tava vendo umas parada aí numa Casa de Câmbio e uma gringa aí trocou o dinheiro por rúpias. Mané, quem é que troca dinheiro por rúpias hoje em dia? Mas olha, cê nem me ouviu falando isso, hein!
TRAFICANTE: Vô dá a explanação: aqui o papo é reto. Se tu é alemão, a gente te queima, a casa cai. Se não for, é só não caguetá que tu num roda. E aí, vai deitá o cabelo?
PRESIDENTE DA REPÚBLICA: Companheiro, eu não vi nada, não tô fabendo de nada.

Eita preconceito com as terras tupiniquins, hein! Mas isso há de mudar. Em dois mil e doze haverá um holocaustro onde um dos poucos lugares que restará será o Brasil (mais especificamente São Lourenço/MG). Aí quero ver esses gringos safados terem preconceito com a gente!


E falando em clássico, recentemente o Pac-Man fez aniversário. Lembra, até o Google, no dia do aniversário (ou seria na semana?), fez uma homenagem lá com o título! Aproveitando o post sobre um jogo clássico, vai aí uma coisa que o Pac-Man me ensinou:

Pac-Man é um jogo onde você tem que correr atrás de balinhas enquanto ouve uma música repetitiva. Ou seja, uma rave.

E, pra finalizar, estava eu fazendo uma limpeza no armário, vendo aquelas caixas que a gente coloca lá no fundo e deixa mofar e criar vida de tanto tempo que fica ali parada. Uma delas era da pistola Light Phaser, de Master System. Cara, quando eu peguei aquilo, vi alguns jogos que ela poderia ser utilizada: Caça ao Pato, Rambo, Treinamento de Tiro, entre outros. Foi então que eu vi o slogan do produto. Aproveitando a moda do "Tenso":

Tectoy incentivando a violência?

Um abraço especial ao Vinicius, que recentemente nos deixou com uma pica enorme pra resolver para seguir em frente com seu projeto de vida. Valeu, Vini! Um forte abraço. Como diria o Narrador-Sem-Nome à Tyler: você foi o amigo temporário mais legal que eu já tive.

terça-feira, 11 de maio de 2010

"Mané"bristas



Um dia a Fernanda me disse que Mouzar Benedito estaria na Praça Benedito Calixto autografando o recém lançado livro "Meneghetti: o Gato dos Telhados". Eu sempre quis adquirir esta obra, e a oportunidade casou-de com a de tê-la autografada pelo autor!! Demorou, vamos nessa!

Chegando lá, dei uma voltinha procurando uma vaga. Impossível. Dei mais uma volta e vi: "Estacione - Preço Único: R$ 12,00". Eu sei, manobrista cobra esse valor mesmo pra deixar teu carro na rua, mas fazer o que? Se você tentar colocar seu próprio carro na rua, não conseguirá. Fato.

Demos uma volta pela praça, vimos algumas obras de arte, outras nem tão "de arte" assim, até que finalmente achamos o estande de Mouzar. E eu vos digo, ó povo interessado pela boa leitura: não há preço que se cobre por um livro bom, não há preço a se pagar por um livro bom e autografado pelo gênio que o escreveu.

Troquei uma ideia com o autor, dei uma lida ansiosa e frenética nas páginas de seu livro, dei mais uma volta por aí pra dar tempo de começar um curta-metragem sobre o próprio Meneghetti (pra quem não sabe, uma postagem especial sobre ele será escrita dentro em breve).

Assistido o curta-metragem, vamos voltar pra casa, afinal, estamos mortos de fome.
Chegando ao "estacionamento", pedi para que viado do manobrista pegasse meu carro. Sem brincadeira, era por volta de 16:30. Entra carro, sai carro, entra carro, sai carro. 17h e nada do meu carro aparecer. Entra carro, sai carro, entra carro, sai carro. 17:30 e eu já tava brigando com o manobrista: "Porra, tô aqui há mais de 1 hora e nada do meu carro aparecer!!". Vectras, Fusions, EcoSports, Astras, Golfs, Palios. Pediam depois de mim e os safados traziam rapidinho. E o paciente aqui? Plantado por mais de uma hora.

Observação importante: a maldade da Fernanda conseguiu constatar que todos aqueles que te chamam de "Campeão", "Chefe" etc, são pessoas que admitiram a derrota, mas tão admitida a ponto de imputarem a qualquer outra pessoa o pronome de tratamento utilizado para se dirigir a alguém hierarquicamente superior.

O negócio foi mais ou menos assim, depois de uma hora de espera:

Como eu GOSTARIA que fosse

Como REALMENTE foi

– Seu carro é um Chevette?

– Sua mãe é uma vagabunda?

– Não precisa ofender!

– Faço de suas palavras as minhas.

– Seu carro é um Chevette?

– Não, é um Ford Ka.

– Pode deixar, chefe, já vou trazer.

– Vai logo, tô há uma hora esperando.



Mais uns trinta minutinhos e finalmente eu estava dentro do meu carro. Ajustei o banco, os vidros, a estação de rádio (até nisso eles tinham mexido). Saí do carro, chequei o estepe, entrei no carro e fui embora. Com uma pseudo-raiva e morto de fome.

O espírito não precisa de dinheiro pra ser enriquecido. Sua pobreza é questão de comodismo.

Criatividade é Tudo [13]

Eu recebi recentemente essas imagens por e-mail. Confesso que precisei me segurar - e muito - pra não deixar a gargalhada ser ouvida por todos da repartição. A solução foi tapar o nariz e a boca e rir pra dentro.

O e-mail disse que eram propagandas que não foram aprovadas. Mas se você reparar direitinho, tem algumas que foram inventadas, mas nem por isso deixou de ficar boa.

Seguem as imagens. Já sabem, pra verem maior, cliquem em cima delas com o botão do meio (sim, o scroll).



























sexta-feira, 23 de abril de 2010

Ah, as amigas


Depois dizem que a amizade feminina não é verdadeira.