sexta-feira, 30 de novembro de 2007
Semana de Provas
Isso porque eu descobri que preciso estudar bastante. Ontem tive prova de Intro do Direito e como a matéria é muita, resolvi estudar o que eu e a professora consideramos importante. Acontece que o que é importante pra gente não é importante para o fiduma égua que fez aquela p*rra. Eu precisava tirar no mínimo 2,0 nessa prova pra passar sem DP. Tomara que eu tenha conseguido!
quinta-feira, 29 de novembro de 2007
Serviço Militar: a segurança do Brasil em nossas mãos!
Daqui a alguns dias completará dois anos que fui dispensado do serviço militar. Sim, meus caros, eu servi sim. E tem cada estória bizarra que tenho até medo de colocar aqui. Mas vamos lá.
Em dezembro de 1987, estava para vir ao mundo... Ok, sem embaraços. Dia 10/12/2005 eu completei 18 anos de idade. Fim do ano, que coisa chata! Isso me forçou o alistamento no início deste mesmo ano citado. Eu era um menino ainda! Não podia ficar fazendo essas coisas. Em março eu fui fazer o bendito alistamento militar, crendo que a audiometria que eu segurava em minhas mãos me salvaria de algo. Doce ilusão! No alistamento eles não querem nem saber se você é surdo ou manco, apenas nome, idade, cor, endereço e tipo de cabelo (sim!! eles marcam o tipo de cabelo no CAM (Cédula de Alistamento Militar). Fui embora em menos de 30 minutos depois, com um carimbo de intimação para voltar em junho.
Então, no mês seis, estava eu ali, parado numa fila enorme e cheia de moleque. Uma hora depois, entramos na sub-prefeitura. Ficamos no estacionamento onde uma enorme bandeira do Brasil estava hasteada. Tinham vários viados ali (ou fingindo ser viado porque, como alguns sabem, homossexuais são dispensados logo de cara, tendo que carregar essa opção sexual no documento de Reservista). Tinham outros com caras de loucos e livros na mão, com carteirinhas da USP penduradas no pescoço. Tinham outros caras bem normais, tinham outros bem moleques e por fim, tinha eu. No meio daquela galera.
Um homem que fuma feito um desgraçado e solta fumaça por tudo que é orifício (DO ROSTO), passou recolhendo o CAM dos moleques que ali estavam enquanto dava esporro nos que cuidavam mal de tal documento. Chegando em mim, ao entregar o papelzinho para o homem, eu disse de modo inocente e calmo: "Eu sou surdo". Ele olhou pra mim, soltou mais fumaça pelas ventas e disse: "E o que eu tenho a ver com isso?". Poderia ter ficado sem essa.
Esperamos mais duas horas, mais ou menos. Depois disso, uma velha mulher chegou na frente de todo mundo e disse: "O nome que eu chamar aqui pode pegar o CAM e sair pelo lado esquerdo. Não quero ouvir nenhuma reclamação ou grito de vitória aqui, apenas saia e comemore lá fora". Então fiquei eu ali esperando o meu nome ser chamado. Eu JURO que rezei tanto pro meu nome estar lá, que Deus deve ter olhado e falado: "Já que você quer seu nome ali, então vai! Mas depois agüente as conseqüenciasssss, viu?". Quase pulei quando, na antepenúltima folha, o nome "Ariel Salgado" foi chamado. Maravilha! Saí correndo, peguei meu CAM e fui comemorar lá fora. Ué, mas não tinha ninguém feliz do lado de fora. Virei a folinha e quase morri: "Convocado para comparecer tal dia no 2º Batalhão da Polícia do Exército - Osasco". Ué, mas não era pra ser dispensado? Não. Ah, se eu soubesse nem teria rezado!
Muito bem, vamos lá então! Melhor do que ser preso. No dia marcado, acordei às 3:47 da madrugada e fui pra Osasco. Cheguei nos portões do batalhão às 5:30, faltando 30 minutos pra entrar. E repeti isso mais algumas vezes durante o ano, fazendo vários testes, escritos e práticos, testando minha inteligência e minha resistência. Até que um dia, atrás do meu CAM, veio um carimbo diferente: "Comparecer tal data e hora no Centro de Preparo de Oficiais da Reserva em Santana". Oficiais da Reserva? O que é isso? Parceiro, quando eu soube que era um grupo seleto de soldados de alto desenvolvimento, logo mudei minha opinião. Eu queria entrar! Queria mesmo! Foi aí que conheci o Murphy. Dois dia antes, o infeliz me proporcionou uma p*ta de uma virose que me deixou de cama no dia seguinte. E olha que eu tinha treinado pra carambra pra entrar pra CPOR. No dia da apresentação, beleza, eu consegui ir, bebendo muito suco de maçã pra seguar o intistino. Mas ainda estava fraco, fazer o quê?
É como se eu estivesse no treinamento pra entrar pro BOPE. Faltou o comandante dizer que nós não éramos bem-vindos ali e que nossos corpos já não nos pertencem. Primeira tarefa: correr em 8 segundos uma distância de alguns metros. Eu nem lembro quantos metros eram, mas era bastante. Fí-lo. Depois, tínhamos que dar 14 voltas em 12 minutos em um pátio de mais de 50 metros. Cheguei para o comandante e dei a explanação. Ele disse que levaria esta virose em consideração. Comecei a correr então. Primeira volta, tranqüilo. Segunda volta, tranqüilo. Terceira volta, capenga. Quarta volta, desmaiando. Quinta volta, tudo escuro. Sexta volta, eu vi Deus. Sétima volta, tudo o que eu ouvia era um soldado gritando comigo "Pede pra sair!". Ok, não era isso, mas era "Desista antes que você caia!". Mas eu não desisti. Continuei correndo ali, sem parar. Na oitava volta, eu ouvi o comandante gritando "Falta três minutos!". Na nona volta, o caboclo corredor baixou em mim e não sei o que aconteceu comigo até o término da décima quarta volta, onde eu voltei pro meu corpo e ouvi o comandante dizendo "trinta segundos!". Uau, devo ter corrido demais. Mas estava morto. Não dava mais pra mim, juro. Passado 2 minutos para a recomposição, flexão de braço! Ah, sem sentido eu tentar fazer uma coisa dessas. Dez, eu disse DEZ flexõezinhas. Eu até conseguiria fazer, mas era no comando do fanfarrão ali da frente que dizia: SOBE...DESCE! Subia, ficava parado alguns segundos e depois descia. Nem deu, ó!
O resultado veio depois: Não classificado, comparecer ao batalhão da Polícia do Exército. E ainda ia levar em consideração a minha virose com atestado e tudo, né? Malditos!
Despreocupei. Afinal, eu teria que voltar só no ano conseguinte. Fui na data chamada e mais um pouco do contingente havia sido dispensado. Eu fiquei. E desta vez era sério. Servi mesmo e tinha que estar lá todos os dias a partir da próxima semana, fardado de camisa branca e calça jeans azul. Oh, catástrofe! Espera, eu sou surdo!!
Na terça-feira nós fizemos um último exame médico que comprovou que alguns ali tinham problemas tão sérios que eram pra ser dispensados logo de cara, mas não foram. Eu mostrei minha audiometria para o médico. Ele perguntou "Você quer servir?". Claro que eu disse que não. Ele assinou um papel e encaminhou para a administração. No final do dia, saiu a lista de classificados para a permanência no contingente. E adivinhem: eu fiquei! Não, não fui dispensado, imagine! Se eu fosse dispensado, estaria tudo bem, daria tudo certo. Mas lembrem-se: nada dá muito certo comigo. Então esqueçam! Não fui dispensado e ponto.
Experimentei farda, quepe, cuturnos. Tinha tudo rabiscado do meu tamanho certinho lá. Fiz treinamento, cantei o hino nacional umas vinte vezes por minuto (porque a cada momento que um simples indigente cantava "Em teu seioS, ó liberdade!" o fiduma égua mandava parar e voltar gritando "NÃO É SEIOS!! É SEIO! SEIO!!!"). Corri pelo batalhão gritando "É bom porque é ruim! Seria melhor se fosse pior!" e fiz algumas amizades. O Sargento Cenoura (apelido este porque o corpo dele parecia uma cenoura: grande em cima e pequeno embaixo, lembrando o Johnny Bravo) era o mais chato. Ele pegava no pé de muita gente, principalmente dos mais moleques. "Tá apoiado assim porque? Onde você pensa que tá, na praia?" ou "Levanta! Senta! Levanta de novo! Tá rindo por quê? Tira esse sorriso da cara, moleque!" eram os preferidos bordões dele. Mas tinham uns legais também, como o Tenente e o Segundo Tenente.
Quinta-feira estávamos no pátio conversando em sentido descansado, antes de começar. Foi então que o Tenente chegou.
TENENTE: Atençãaaaao!! SENTIDO!! Quem aí é Ariel Salgado?
EU: Sou eu, senhor! *levantando o braço esquerdo com punho fechado*
TENENTE: Qual o problema que você disse que tinha?
EU: Sou surdo, senhor!
TENENTE: Você é surdo?!
EU: Sim, senhor!
TENENTE: ENTÃO COMÉ QUE CÊ TÁ ME OUVINDO, PORRA?!?!
CABOS QUE FAZIAM ESCOLTA: Milagre!! É milagre!! MILAGRE DE JESUS!!
INVEJOSOS: Olha só a do cara! Tem gente que faz de tudo mesmo pra sair fora hein!
Nesse momento todos começaram a rir. Inclusive o Tenente. Ele aproximou-se de mim e perguntou:
TENENTE: Você é surdo mesmo? Tá me ouvindo por quê? É Jesus?
EU: Não senhor!
TENENTE: Me explica essa porra direito então!
EU: Eu sou surdo do lado esquerdo, senhor!
TENENTE: Aaahh! Agora está explicado! Só do lado esquerdo?
EU: Sim, senhor.
TENENTE: E no que isso te atrapalha?
EU: Muita pressão no ouvido direito, não posso mergulhar e nem ouvir sons fortes.
TENENTE: Tipo estampido de tiro?
EU: Exatamente.
TENENTE: E está com o exame aí?
EU: Sim, senhor! *entregando a audiometria que eu levava todos os dias na esperança de ser dispensado*
TENENTE: Huum... Interessante! Mas eu não estou entendendo porra nenhuma do que tá escrito aqui. Faz o seguinte: tá vendo aquela porta ali? Entra, fala com o médico. Se ele achar que deve te dispensar, amanhã você volta pra assinar a dispensa.
EU: Sim, senhor! *não podendo esconder meu sorriso de felicidade*
Mas ainda tinha um problema. Eu já tinha falado com o médico e ele não tinha me dispensado. E agora, o que eu faço? Simplesmente estou cumprindo ordens de superiores. Olha só, é outro médico! Jóia, vou falar com este mesmo.
Na sexta-feira estava eu lá feliz e contente da vida. Finalmente fui dispensado. Aahh, livre! Livre! Só jurar bandeira e finalmente estarei livre e desempedido para procurar um trabalho (que viria alguns dias depois) e a faculdade (que viria um ano depois)! Aleluia!
quarta-feira, 28 de novembro de 2007
O mundo tem "história" ou "estória"?
A diferença entre ESTÓRIA e HISTÓRIA é bem simples: este é o passado, o que aconteceu antes, estudos realizados que criam hipóteses de como o mundo era; aquele trata-se de contos (fantasiosos ou não), livros, etc.
Estudos realizados dizem comprovar que na Terra primitiva, não existia a divisão de continentes pelo oceano. Era tudo uma coisa só - a Pangéia. Mas outros estudos também dizem comprovar que os continentes, por mais induzido que seja, nunca foram unidos. E mais: que há milhões de anos existiu um continente chamado "Lemúria", na qual iniciou-se a primeira civilização humana que não descendia dos macacos. E agora, em quem acreditar?
Ao contrário do que muita gente pensa, a Pangéia de fato não existiu. E vou falar o porquê: a existência deste continente não passa de teorias que poderiam ter sido feitas por uma criança que sacasse que o formato da baía dos continentes talvez se encaixasse. Mas o caso da Lemúria, descrito tanto em livros de tradições quanto em pedras encontradas na região do México (civilização Maia, Inca e Asteca) trazem evidências mais convincentes. E mais: um estudo realizado recentemente conseguiu algumas imagens do fundo do oceano que mostrassem uma espécie de cidade submersa na mesma região onde hipoteticamente estaria o continente Lemúria (ou, como muitos conhecem, "a Terra de Mu").
Como algumas pessoas sabem, além de fazer faculdade de Direito, estudo também a formação da antiga civilização mundial. E por incrível que pareça, o material que eu uso para estudo tem muito mais fundamentos do que as teorias que aprendemos na escola. Sim, meus caros, além de desconhecer a sua própria origem, o homem ainda por cima se perdeu no tempo. Tudo o que a gente vinha aprendendo nas escolas era baseado em teorias. Teorias! Nada fundamentado de fato! Pessoas que não aceitam tudo de cara (como eu) provavelmente ficaram inconformadas com essas teorias ensinadas nos colégios e resolveu procurar por suas origens. E encontraram provas fantásticas! Pirâmides no Egito e no México, quem construiu? Há quanto tempo elas existem? Aprendemos que, teoricamente, o homem tenha vivido pela primeira vez em sociedade por volta de 4.000 a.C.. Mas vemos obras feitas com objetos deteriorados pelo tempo. Nada de estranho se tal objeto levasse mais de 50 mil anos para se deteriorar com chuva e erosão. Há algo errado, não? Claro! O homem começou a contar o tempo desde quando Jeoshua Ben Pandira (sim, nosso amigo Jesus Cristo) morreu. Teoricamente, claro. A própria "história" diz que o ano é aproximadamente, e não certo. Acontece que nem aproximadamente é! E olha, estou falando aqui o que eu estudo e estudo a fundo em fontes cegamente seguras. Lemúria, que quase ninguém ouviu falar, tem mais de um milhão de anos. Fósseis de dinossauros foram encontrados nos locais próximos a este continente, juntamente com fósseis humanos. Sim, meus caros! Humanos! Vivendo junto com os dinossauros? Como isso é possível? Homem mal desenvolvido, grosseiro e, pasmem, gigante! Homens de um olho só que mediam mais de 8 metros de altura. Talvez alguns resquícios destes homens tenha habitado a região da Grécia Antiga, daí vem a mitologia grega que trata dos ciclopes. Isso apenas ligando os fatos, já que não posso provar.
Tenho muito material sobre Lemúria que prometo dividir aqui neste blog. Continente este que existiu há mais de 1 milhão de anos. Mas como ele desapareceu? E como os homens de lá, assim como sua civilização, se perderam? Um grande cataclismo, chuvas torrenciais e tsunamis são as teorias mais convincentes. Eu já não posso dizer, já que não temos evidências claras de como desapareceu. Sabemos qe submergiu, já que foi encontrada no fundo do oceano.
Isso há 1 milhão de anos. E depois disso, como aconteceu? Como formaram-se os continentes? Depois de Lemúria, tivemos a tão famosa ATLÂNTIDA. Ah, essa você já ouviu falar, né? Berço da civilização humana inteligente e bem desenvolvida, surgiu após o desaparecimento de Lemúria. Em algumas fontes, encontro informações de que apenas PARTE de Atlântida emergiu depois que Lemúria afundou, uma vez que as duas dividiam a mesma era. Acontece que os remanescentes lemurianos refugiaram-se para este novo continente para terminar a evolução humana. Sobre este continente não preciso nem falar nada, não é mesmo? Lenda? Não, é a pura verdade. Paredes atlântis foram descobertas no fundo do Oceano Atlântico. Um templo inteirinho foi encontrado em uma parte cheia de pedras arruinadas. Dentro deste templo havia algumas coisas que ainda não tinham sido deteriorada pelo tempo e pela água salgada, como por exemplo uma arca de pedra que guardava dois aneis de prata. Anéis estes que depois de trabalhados e recuperados, exibiram a face de duas pessoas. Uma arca poderia cair de um navio, mas um templo?!
Tenho muito material sobre Atlântida também, além de livros de tradições egípcias, maias e indianas que tratam sobre este continente e que prometo compartilhar com vocês, leitores interessados neste assunto. O caso é que eu queria dizer aqui que não me conformo com a conformidade do homem-médio com essas teorias inventadas por ele mesmo e transmitida para as pessoas que aceitam da mesma forma. Está errado! Na minha opinião, deveríamos duvidar de tudo isso, ir atrás, buscar o próprio entendimento e aprender com nossas pesquisas e estudos. Tirar as nossas próprias conclusões. Se não acontecer isto, viveremos em um mundo de ilusões e estórias. Estórias mesmo. Nenhuma história se formará e talvez, quem sabe, nossa existência será em vão. Quer uma resposta para a pergunta "Qual o sentido da vida?"? Então procure saber como ela (a vida) começou. Quem sabe tudo fique mais claro.
Diferenças entre Homem, Mulher e o Viado
HOMEM: Ah, se eu não estivesse descalço!
MULHER: SOCORRO! UMA BARATAAAA!!
VIADO: WAAHH! Alguém chame os bombeiros!!
Diante de um homem bonito:
HOMEM: Ah, é viado.
MULHER: Deus!
VIADO: É meu!
Diante de uma mulher bonita:
HOMEM: Gostosa!!
MULHER: Gorda.
VIADO: Traveca!
Quando estão amando:
HOMEM: Pede o que quiser, meu amor!
MULHER: Eu te amo!
VIADO: Como você reagiria se soubesse que outro homem está gostando de você?
Vendo uma partida de futebol:
HOMEM: Que golaço!
MULHER: Que saco!
VIADO: Que coxas!!
Quando vão a um cabeleireiro:
HOMEM: Corta.
MULHER: Apara dois dedos.
VIADO: Quero igualzinho ao dela.
Quando acordam:
HOMEM: Estou morto de fome!
MULHER: Tô horrível!
VIADO: Aonde estou?
Quando estão entediados:
HOMEM: Vou dar uma volta.
MULHER: Vou dar um telefonema.
VIADO: Vou dar alguma coisa.
Quando estão num campo de futebol:
HOMEM: Juíz ladrão!!
MULHER: Por que ninguém passa a bola praquele que está de preto e com apito?
VIADO: Salve o tricolor paulista...!
terça-feira, 27 de novembro de 2007
Homicídio é Crime Hediondo!
Assim, eu sei que sou bastante chato quanto à Gramática. Sei que algumas pessoas que me cercam detestam quando eu faço pequenas ou grandes correções na fala delas. Isso é chatice, eu concordo. Falar errado faz parte de um diálogo totalmente coloquial. Mas por favor, se quiser falar coloquialmente, faça-o! Existe uma grande diferença entre uma fala Coloquial e uma fala Vulgar. Acreditem, é como o céu e a terra. Às vezes é até mais fácil e bonito falar o certo do que o errado! Isso porque estou falando das falas. Já perdi as esperanças com a escrita das pessoas quando vi no meu Orkut a seguinte frase: "el sou um fãm da seri queria sabe mais a respeito dece novo jogo que sail em desenbro". Traduzindo: "Eu sou um fã da série. Queria saber mais a respeito deste novo jogo que saiu em dezembro.".Sei que a maioria dos casos acontece por conta da precariedade do ensino da língua no país. A língua portuguesa, principalmente a brasileira, foi considerada a de mais difícil estudo, segundo especialistas. Mais difícil inclusive do que o Japonês! Então, usemos a nossa capacidade para provar ao mundo que sabemos manipular esta língua tão cheia de regras e excessões.
Ler. Simplesmente isso. Ler. É tão simples e faz milagres. Um texto bem redigido é um texto informativo. Informativo no sentido de dizer ao leitor como deve ser escrito. Aposto que muita gente que está lendo este blog deve ter se deparado com palavras do tipo "mó de gente" e "ela tinha pegado as coisas dela" e pensado que estão erradas. Pois lhes explico: "Mó" é o coletivo de pessoas, de gente. E "pegado" é a forma regular do verbo pegar antes de "ter" e "haver". É o mesmo que dizer "ele tinha morrido". Se você falar "ele tinha pego as coisas" vai ser o mesmo que dizer "ele tinha morto ontem". Simples assim.
Agora o que me deixa de fato perturbado, é o fato de algumas pessoas (estranhamente os da classe média-baixa) falarem vulgarmente. Tudo bem, esse fato seria passível de explicações se o vulgar fosse uma forma mais fácil de pronúncia das palavras. Mas não é. Na minha opinião, é muito mais simples falar VIDRO do que VRIDO. Abaixo segue uma lista de palavras que expressam o que digo. Algumas são muito engraçadas, mas é triste mesmo assim:
- Vrido = Vidro
- Estrombo = Estômago
- Dinero = Dinheiro
- Figo = Fígado
- Adevogado = Advogado
- Peneu = Pneu
Quanto à concordância, faz parte da fala coloquial errar. Por isso é normal dizermos "O Estados Unidos é o maior responsável" quando deveríamos dizer "Os Estados Unidos são os maiores responsáveis". E não adianta dizer que a palavra "país" está aglutinada na frase e por isso deveria ser assim "O (país) Estados Unidos...". Se fosse assim, diríamos "O barata é nojento!", já que barata é um inseto "O (inseto) barata é nojento".
Para terminar, queria eu dizer que existem palavras que, por mais que a pronúncia fique estranha e feia, estão absolutamente corretas. A maioria dessas palavras são chamadas de "irregulares" e muitas pessoas desconhecem a existência delas. Quer um exemplo? Aposto que você não sabia que falar "Frecha" (e seus derivados) estava gramaticamente correto. Ou já corrigiu alguém que disse "Câmera dos Deputados", sem saber que "câmera" e "câmara" são sinônimos e, portanto, vale tanto um como outro. Por sua vez, existem verbos defectivos, que as pessoas acham que existe, mas não existe. Como exemplo posso citar o verbo explodir conjulgado na primeira pessoa do singular do presente do indicativo: "Eu explodo". Isso não existe. A mesma coisa com o verbo "colorir" e "feder": "Eu coloro" ou "Eu fedo/fido" também não existem.
O que deve ser feito é arranjar profissionais da língua (como a professora que eu tive) que ensinem de forma certa e clara o modo de escrever e pronunciar as palavras, orações, frases, e tudo mais que a Língua Portuguesa constrói. Não quero que seja um chato como eu, nem tampouco um cara que mata de cara aonde tem que colocar o ponto e a vírgula na frase pra que ela tenha sentido (Maria toma banho porque sua mãe disse ela pegue a toalha.). Só queria que o brasileiros fossem menos incultos, e mais, queria que eles não expusessem essa falta de cultura de forma tão explícita. Além de feio e inaudível, é vergonhoso.
(Sem comentários para o "miguxês" ou para a fala/escrita de emos e "posers" de emos)
Vou de ônibus, cê sabe!
Foi então que conheci um caminho alternativo: Giovanni Gronchi. O busão não demora mais do que 10 minutos pra passar e vem vazio, vazio. E sempre pára. Uma tranqüilidade.
O relógio marcava 6h quando eu pegava o ônibus. Sentei-me e dormi. Acho muito perigoso fazer isso. E de fato, o perigo é imenso. Você guarda celulares e carteiras no bolso de sua calça, e quando você está dormindo, nenhum deles vai fazer você acordar pra descer no ponto certo. Mas ainda bem que eu não perdi o ponto. O dia estava muito bem, pra quê deixá-lo ruim?
Quanto à consulta, uma maravilha. Esperamos conseguir tirar o aparelho antes do Natal, se tudo ocorrer bem. Então, vamos ao trabalho. Cheguei excepcionalmente mais cedo (7:20). Notei que chegar mais cedo aqui realmente faz o tempo correr bem mais devagar. E tudo o que é devagar me deixa com uma agonia terrível. Nem as minhas músicas me salvaram. Uma eternidade depois, a hora do almoço chegou! Maravilha, vamos comer! E depois de comer, mais uma eternidade a esperar. Saco.
Finalmente, no final da tarde da maldita segunda-feira (que deve ser mais odiada que o Murphy), fim de expediente. De volta pra casa! Desço de forma alucinante voando para pegar o ônibus. Quando eu coloco o pé pra fora, a água começa a cair. E cair mesmo, e aos montes, de forma bem pesada e uniforme. Correr ou não correr, eis a questão! Filosofei demais. Vi meu ônibus passando do outro lado da rua e aquele monte de carros impedindo que eu corresse para pegar. Droga, ele foi sem mim. Vou esperar o próximo, não demora tanto assim. Ern... Vinte minutos depois ele finalmente chegou. Ninguém merece a quantidade de gente que acumulou nesses vinte minutos no ponto que eu estava e em todos os outros mais atrás. Mas eu entrei, sou guerreiro, (trabalhador e todo dia vou encarar com fé em Deus e na minha batalha espero estar bem longe quando tudo isso passar (O Rappa)). Mas o pessoal tem uma péssima mania de no ônibus ficar se amontoando na porta e antes da catraca. Como diria Marcelo Nova, "isso é só o fim!". Eu era o último da porta. O motorista disse "Sobe!" e eu respondi "Estou tentando, mas não dá!". E eu ali, tomando chuva. Mas não ia desistir, nunca! Ainda sou um brasileiro. "Empurra então!" disse o motorista. "Estou tentando!" repliquei. "Então deixa que eu empurro pra você." disse ele. Tudo o que eu ouvi foi o "TSSSSS" da porta antes de ser fortemente pressionado contra a massa de gente que se encontrava na minha frente se enfunhanhando dentro daquela lata de sardinhas. É, foi "punk". Mas eu subi no ônibus, parceiro! E de farda preta! "Motorista, pelamordeDeus, num vai me abrir essa porta senão meia dúzia cai hein!" disse eu.
Depois de uma batalha imensa contra os ônibus (no qual farei um post dedicado somente a isso, já que praticamente 80% deste post é sobre busão), de um telefonema da Katy no meio daquela muvuca e do mó de gente que ficou extremamente irritada com o ônibus que passou e não parou (na boa, estava sem condições de parar), finalmente cheguei. E logo fui conversar com a Katy. Sim, ontem fizemos um ano e merecíamos uma conversa longa, prolongada e cheia de besteiras.
Depois disso, um belo jantar e internet. Nossa, estava chato. Nada pra fazer. Foi então que eu resolvi ficar pensando e meditando. Meditando e pensando. No mundo e sua história (na qual sou fascinado), nas coisas da vida, no país, nos lindos versos de Raul Seixas, no Chupa-Cabaras. Foi então que minha mente começou a entrar em um pequeno conflito com ela mesma. De um lado o esquerdista extremista e do outro a oposição sempre atacando. "Devemos parar de comer doce para evitar o câncer" pensou um. "Parar de comer doce, mas cê tá maluco mermão?!" retrucou a oposição. "Claro que não estou maluco. Devemos também gastar o dinheiro inteiro e nem ligar para o futuro". E o outro quase voou: "Tá afim de levar bifa? Então pára de ficar falando besteiras, sua consciência idiota!". "Tá irritado por quê?". "Vou te dar a explanação: se tu num parar de ficar falando bobagi, te encho de bulacha, cumpadi. O papo tem que ser reto, que se for torto é c'ôce mermo, tá ligado?".

Começou o expediente. Volto pra postar mais coisas (desta vez, interessantes) mais tarde! Um forte abraço pra vocês, e parabéns Katy! Apesar das sacanagens e das tirações de sarro, eu amo você, princesa!
segunda-feira, 26 de novembro de 2007
Shopis Centis
Ontem foi muito bom. Um domingo atípico, com bastante correria, atrasos (Yuri) e gargalhadas. Acordei acelerado já indo pro banho e me arrumando em alguns minutos. Quando eu saí, 4 chamadas não atendidas no meu celular. Que estranho. Era a Katy. Liguei pra ela de volta. Nada demais, só queria estar certificada de que eu estava acordado e que não perderia a hora como já aconteceu algumas vezes. Ah, mas desta vez eu andava até com alho pendurado no pescoço; não queria de "jeito maneira" que algo desse errado. Até tentou dar errado, mas não conseguiu.
Marquei de encontrar com a Cris as 9:30 no meio do caminha pra de lá a gente ir pra casa da Katy e finalmente sair pra comemorar o aniversário de um ano. Cheguei ao ponto de ônibus as 9h e fiquei ali parado, esperando. 9:20 ainda estava eu ali. 9:22 a Cris me ligou. Achei que eu fosse tomar um esporro por estar
Cheguei lá em tempo recorde! 9:38 eu estava no ponto de encontro. Mas ela não estava. Então eu subi para encontrar com ela lá no prédio (a luz já tinha voltado), quando o celular toca:
CRIS: Ari, onde você está?
EU: Eu subi aqui pra encontrar com você.
CRIS: Oxi, eu acabei de descer.
EU: Deer... Fica aí que eu estou descendo então.
E desci. Encontrei-me com ela. Conversamos um pouco até eu perceber:
EU: Ué, e o Yuri?
CRIS: Adivinha onde ele está?
EU: Huuum... Na casa dele?
CRIS: Bingo!!
Tudo bem, não deu dois minutos e ele apareceu. Veio de carona. Todos prontos? Então vamos partir! Não, espere. Yuri trouxe alguns presentinhos pra mim e pra Cris.
YURI: E aí, Ariel! Tudo bem? Olha, uns presentinhos que você me pediu.
EU: Aê Yuri! Joguinhos de Play dois! Finalmente vou jogar! Ah, doce de leite! Obrigado!
YURI: Ah, não! O doce de leite é da Cris!
CRIS: Pra mim?! E o que eu vou fazer com isso?!?!
EU: ...
YURI: ...
EU: ...
YURI: ...Comer?
CRIS: Aah! É mesmo! Bem, então eu vou levar isso aqui na geladeira. Não vou levar pro shopping junto comigo.
Depois da mais-do-que esperada reação da Cris ("o que eu vou fazer com isso?!"), subimos novamente para a casa dela guardar o bendito do doce de leite. E os jogos também, eu não ia ficar andando com isso pra lá e pra cá. Depois disso, finalmente podemos partir? Ah, agora sim! Vamos cair dentro, irmão. E de farda preta!
Sugeri que pegássemos o buso ali atrás, a uns 2 minutos de caminhada. Mas não, a Cris disse que tinha que ir a pé. Então vamos. Caminhamos uns 10~15 minutos até o Lgo Treze de Maio, Sto Amaro. Pegamos o busão e fomos. Falei com a Katy que umas 10h, 10:30 eu estaria lá. Cheguei 11:23. Tudo bem.
Chegando lá, a Cris conheceu minha sogra (que também é Cris, o que complicou a identificação das duas em algumas ocasiões). Foi impressionante como as duas se deram bem. Costureiras de mão cheia, tiveram muitos assuntos para colocar em dia. Enquanto a Katy mostrava o PC novo dela pro Yuri, eu fiquei conversando com meu sogro. E que conversa! Viajamos bastante sobre assuntos exotéricos e místicos, o que nos fascina. Falei sobre o Tarô e o significado das simbologias de seus Arcanos. Ele pediu para eu aguardar. Subiu, pegou um livro e desceu. Dentro deste livro, ele tirou um BARALHO COMPLETO e ali ficamos analisando. Durante alguns bons minutos. O Yuri desceu depois e ficou ali vendo as coisas com a gente. Também pareceu bem interessado pelo assunto.
Minha sogra não tem jeito mesmo. Não deixou a gente sair antes de almoçarmos. Foi até bom, provei de um excelente vinho, brindamos o aniversário e comi uma excelente comida. Apesar das brincadeiras que fiz com ela, estava realmente tudo muito bom.
Muito bem, precisávamos sair já. Passava das 13h e a gente queria aproveitar o máximo. Na saída, meu sogro veio com um envelope pardo. Dentro continha algo. Ele soltou um "Pra você. Cuide bem para passar para as próximas gerações" antes de me entregar. Quase chorei. Todas as lâminas do baralho e o livro que ele havia me mostrado anteriormente. Dei um forte abraço e fui embora.
Não foi difícil chegar ao shopping. Vamos ao cinema, a Katy e eu (
CRIS: Vamos assistir ao filme "Tropa de Elite"?
KATY: Mas vocês já não assistiram?!
CRIS: Eu já.
YURI: Eu também. Umas 6 vezes.
EU: Eu também. Umas 10.
KATY: Então, vamos assistir a outro filme. Esse vocês já viram!
A gente até tentou ver outro filme. "Tropa de Elite" competia com "Deu a Louca na Cinderela", "Jogos Mortais 4", "A Loja Mágica de Brinquedos" e "1408". Ficamos em dúvida com este último citado, já que quem estrelava era o grande Samuel L. Jackson. Mas não tinha dublado, e a Katy detesta filmes legendados. Eu também prefiro dublado.
KATY: Mas vocês já viram "Tropa de Elite"!
EU: Mas ouvi dizer que no cinema tem muito mais filme!
CRIS: É, eu queria ver o que tem de novidade.
YURI: É, tem umas cenas a mais.
CRIS: Eu queria que você assistisse, Katy.
EU: É, você vai gostar!
KATY: Tá bom, vamos lá, então.
E fomos. O filme começava as 15:40 e ainda era 15h. Tinha tempo pra dar uns "rolezinho" no "shoppis centis". Olhávamos vitrines e estandes. Vimos uma apresentação horrível de um robô demoníaco do Papai Noel e da Mamãe Noel. A coisa legal é que isopor caía do teto, parecendo neve.
YURI: Se isso entrar no meu olho eu posso processar?
EU: Pode e deve.
YURI: Vou ficar olhando pra cima então.
Não teve muita sorte. Tudo bem, fica pra próxima. A Cris ainda queria ver algumas coisas, então se perdeu um pouco da Katy. O Yuri e eu então entramos no fliper. Ah, não resistimos. Quando vimos aquele "Capcom Vs X-Men" tivemos que apostar as fichas de fliper. Beleza, na compra de duas, você leva mais uma. Quem ganhasse, ficaria com a terceira. Primeira batalha: Ryu e Akuma (Yuri) VS Cammy e Ken (Eu). Foi uma batalha cruel e sanguinária onde o vencedor foi escolhido no tempo 00. Não, não acabou o tempo. Quando marcou o 00 o maldito me acertou um super-duper especial, me nocauteando. Saco! Ele ficou com a ficha. Mas foi muito gentil, ele mesmo pediu uma revanche. E lá vamos nós pro segundo assalto! Ryu e Akuma (Yuri) VS Wolverine e Vampira (Eu). E novamente muito sangue jorrou e cabeças rolaram. E EU venci! Há! Ih, e agora? Empatou! 15:37, vai começar o filme! Sebo nas canelas, seta pra esquerda, vam'bora.
Depois da pipoquinha e do refrigerante, vamos ao filme. Disseram que tinha mais 30 minutos a mais. De fato tem: 20 de trailer e 10 de apresentação dos patrocinadores. Fora isso, esquece! Um lixo! Não gostei. A narração é trocada e não tem final nenhum diferente. É a mesma coisa. Aliás, eu prefiro muito mais a outra versão (original). Não tem nada de diferente. Não tem nada a mais. Nada! Aliás, tem a menos! Se eu soubesse disso, assistiria ao 1408. Mas quem pode prever?
Findou o filme, começamos a rodar o shopping e as lojas, rindo e conversando. A Cris dando uns tapinhas no Yuri e uns tapões e mim, eu zoando com a Katy, as duas achando a minha conversa com a do Yuri um saco, a gente achando a conversa delas fútil. Foi legal.
Eu estava com fome, mas antes de comer eu tive a brilhante idéia de comprar algumas roupas pra mim. E lá se vai uma hora e meia pra escolher camisetas, experimentar, reprovar ou aprovar, sair do provador, escolher algumas calças, experimentar, reprovar todas elas e escolher um sapato. Ufa, fim das compras. Ah, ainda não acabou não. Fila.
Saí faminto. Preciso de sustentação, alimentação fina, saudável e de baixa caloria. Comprei um "Big Tasty" no McDonald's com duas batatas grandes e uma Coca média. Comemos, conversamos e bocejamos. É, estávamos cansados. Terminamos o lanchinho e fomos embora. Os pais da Katy estavam lá no shopping, então ela voltou pra casa feliz, sã e a salvo. Enquanto a mim, ao Yuri e à Cris, fomos de ônibus. Mas não fazíamos idéia de qual pegar. O dia estava indo muito bem, seria muito cruel cair em desgraça logo no finzinho dele. Terminal Santo Amaro. Se ele não pegar a Avenida Nações Unidas inteira, pelo menos saberemos onde descer no ponto final. De fato, ele virou. E agora? A Cris tinha que chegar logo em casa e eu também, já que não queria perder o sono, uma vez que hoje tive que levantar as 4:45 da matina. Vamos passar a catraca então! Qualquer coisa descemos em alguma avenida importante. Hah, quem disse que conseguimos? A catraca travou e a gente num descia nem a pau. Entramos na Sabará. Precisávamos descer de qualquer jeito. Busão de graça!
Chegando na Sabará, pegamos uma peruinha. "Ah, esta eu sei aonde vai! É só descer no ponto final", pensei eu. Legal, o ponto final não era aquele que eu pensava que fosse. Mas eu montei um pequeno mapa na minha cabeça e, pasmem, EU ACERTEI O CAMINHO! Chegamos em poucos minutos no ponto que eu pego buso pra casa. A Cris e o Yuri desceram um pouco antes de mim. E o gênio aqui nem pra lembrar de pegar os jogos de PS2. Bah, tudo bem, pego essa semana ainda. Não ia ter tempo pra jogar mesmo! Continuei no meu caminho de volta pra casa quando meus pais me ligaram dizendo que estavam por ali aonde eu estava. Desci da peruinha e fiquei no ponto de encontro. Cheguei em casa cansadão, guardei minhas coisas, me troquei e... Cama!! Dormi gostoso.
Bem, preciso trabalhar agora. Cheguei muito mais cedo aqui hoje, deu tempo pra fazer algumas coisas, mas o expediente já começou. Tchau, gente!
sábado, 24 de novembro de 2007
Sábadão, um Trechinho e Frango Frito
Depois do delicioso banho que tomei, minha mana já havia conseguido chegar em sua meta e estava "ralando peito". Olhei para o relógio: 7:28. Ah, o curso começa as 9h e eu já estou arrumado? O que vou ficar fazendo, afinal? Beleza, dá tempo pra tomar um café-da-manhã. Não há nada mais gostoso do que comer pizza amanhecida tomando suco de maracujá. Mas eu não queria fazer isso sozinho. É muito chato, de fato. Então, fui procurar um alguém que pudesse me acompanhar. Achei! O cara da "Polishop" parece um companheiro e tanto! Falava milhares de coisas repetidas sobre um DVD Portátil com zilhões de presentes na hora da compra. Na verdade, eu nem sei o porquê coloquei neste canal. Eu podia muito bem ter pegado um dos DVDs do Chaves para assistir enquanto comia. Mas não, preferi mesmo a voz irritante do cara do quatorze-zero-meia. Peguei mais um pedaço de pizza e ofereci ao homem que estava do meu lado. Peraí, do meu lado? Não tinha ninguém! Tinha sim: ele! Muphy sorriu pra mim. Eu olhei para o relógio. Saco, ele me atrasou! Justo no dia em que dava pra eu sair na hora certa ele vem e me atrasa? Vou sair correndo, hoje tenho aula de Processo Civil e não posso perder. Cadernos, Vade Mecum, caneta. Não, a outra caneta! Chaves, documentos e celular. Está tudo aqui, vamos embora que já são 8:30.
Demoraria mais ou menos 25 minutos para chegar ao curso. Mas quem disse que aquele miserável me deixaria vir assim fácil? Como se não bastasse infernizar a vida da minha irmã com a história do celular, ele veio fazer uma batida de carros bem no meio da ponte, só pra me irritar. Cheguei no curso 20 minutos atrasado. Mal cheguei e o professor olhou pra mim dizendo: "Então turma, tudo o que eu acabei de falar agora vai cair na prova, hein!". Maravilha.
Quatro horas depois eu estava voltando pra casa. Faminto e pensando no frango que minha mãe tinha descongelado pra fazer. Mas antes eu tinha que passar lá no Lgo. Treze pra comprar algumas coisinhas pessoais. Aliás, gostaria de aproveitar a oportunidade pra dizer o quanto Santo Amaro está limpa! Papéis, caixotes, pedaços de caixote, papelão e até cocô (humano) é encontrado no meio da rua e das passagens. Êta São Paulo!
Depois de horas escolhendo a dedo minhas coisas, comecei a andar pelo Lgo. Treze. É, tem bastante muamba interessante. Dá até vontade de sair carregado de lá. E de fato eu saí: carregado com energias das mais diversas. É que foi assim: eu andava por lá vendo as coisas. De repente eu olho uma garota, muito bonita. Ela andava na minha direção. Reforço: era muito bonita. Olhou para o meu relógio e perguntou: por gentileza, que horas são? (com a voz mais grossa que a minha). Jesus! Aquilo era uma traveca perfeita! Deus que salve esta Terra! Já não sabemos mais o que de fato é um homem ou uma mulher ou qualquer um desses. É melhor eu voltar pra casa, e rápido!
Vim lendo um trecho de um livro muito bom, chamado "A Lenda dos Deuses" (modéstia, não?). É um livro muito bom, com aventura, suspense, romance, algumas cenas lembrando aqueles desenhos japoneses e uma história muito bem desenvolvida, com base em contos de lendas e histórias de outras tradições (inclusive a Maçonaria da qual faço parte). Aí vai o trecho:
"No início dos tempos, Deus criou o mundo dividido em duas partes: mundo abstrato e mundo material. Primeiramente surgiram os seres do mundo abstrato. Eles eram divididos em duas partes que viviam em harmonia: o bem e o mal. O bem era representado por suas criaturas divinas, pacíficas. O mal era representado por demônios, monstros que gostavam de guerras. E assim se dava o equilíbrio cósmico: o mal era exatamente igual ao bem. E foi a partir daí que o Eterno pôde criar o homem: um ser que possuiria dentro de si um pouco do bem e um pouco do mal, perfeitamente equilibrado, formando assim o que muitos chamam de Ying e Yang.
A sociedade humana vivia como animais, convivendo e agindo como eles no mundo material. Até que Deus deu o livre arbítrio aos homens. Isso gerou uma profunda revolta entre os seres do mal. Isso aconteceu porque muitos deles não suportaram a idéia de que a mais importante virtude dada aos demônios foi dada também a criaturas simples e fracas como os humanos. Os demônios ficaram alguns séculos maquinando um plano para descer até a face da Terra, desobedecendo as Leis do Eterno, causando pânico, desastre e terror. Assim foi feito.
Diante tanto massacre, Deus, com a ajuda de alguns seres divinos, avatarizou em seis corpos recém-nacidos uma centelha divina, preparando-os para cada um receber uma das essências Dele: “água”, “fogo”, “trovão”, “vento”, “luz” e “trevas”. Mas quando ele estava para avatarizar o sétimo humano, observou que este havia uma alma gêmea de mesmo sangue. Desta forma, avatarizou a essência “terra” nos dois seres. Sobrou ainda o Poder Supremo que era grande demais para um humano conseguir manejá-lo sozinho. O plano inicial era que os seres da “Luz” e da “Sombra” dividissem tal poder, mas já que os seres da “terra” eram almas gêmeas de sangue e já dividiam o poder “terra”, não precisariam deixar este de segundo plano para manejar o Supremo quando necessário; já que os Deuses da “Luz” e das “Trevas” deixariam de ser deuses destes elementos para tornarem-se os Deuses Supremos.
O ataque dos demônios continuou, liderado por Darkie – o demônio mais poderoso e cruel, Antares – o Primeiro Senhor da Ordem do Julgamento das Almas e Izzy – o mais poderoso demônio não-humanóide existente no mundo sombrio. Continuou por mais quinze anos, até que finalmente os oito adolescentes escolhidos pelo Eterno encontraram-se em um palácio que surgiu no alto de uma montanha. No meio deste palácio havia um enorme cristal azul-celeste em forma oval – chamado de Cristal do Destino – e oito pequenos cristais em volta daquele. Um anjo chamado Gabriel então surgiu, contando toda a história aos jovens garotos, finalizando ao dizer que eles eram os escolhidos de Deus. Entregou então a cada um deles um Cristal Sagrado, explicando como funciona e treinando e aperfeiçoando os Deuses durante sete meses dentro daquele palácio. Depois disso, Gabriel explicou que como o Mundo Abstrato, o Mundo Concreto também tinha uma segunda divisão – conhecida como Terra – e que agora ele precisava preparar a raça humana para viver naquele lugar. Depois disso, finalmente os Deuses começaram a lutar contra seus inimigos, mandando a alma deles de volta para o Mundo Inferior.
Um a um, os demônios foram caindo no chão, perdendo o seu corpo e sendo mandados de volta ao Mundo Sombrio, dentro do Mundo Abstrato. Enquanto os Deuses se ocupavam em derrotar os demônios remanescentes – que eram chamados de Descendentes de Ages – Darkie, Izzy e Antares construíram uma enorme Torre que ligava o chão ao céu, dando um domínio mais amplo aos demônios. Depois de pronta, esta torre ficou conhecida como Torre de Ages. Ages (pronuncia-se “Eiges”) na antiga língua de Olimpo significa “Mal Maior”, ou simplesmente “Diabo”. Daí o nome da Torre (Torre do Diabo) e dos demônios mais fortes (Descendentes do Diabo).
Exatamente três anos após receberem seus poderes do Anjo Gabriel, os Deuses finalmente travaram uma batalha contra Darkie no alto da Torre de Ages. Não vendo mais saídas e nem forças para conseguir destruir o corpo do demônio, eles selaram grande parte da energia dele em uma pequena estátua e finalizaram transformando o corpo do inimigo
Depois de guardarem aquela pequena estátua que aprisionava os poderes de Darkie em um lugar seguro, os Deuses usaram seus poderes para recolher de toda a face de Olimpo toda a destruição, caos, sangue e todo o resto do rastro dos demônios. Juntaram tudo isso em um único ponto no céu, criando uma espécie de Lua. A ela deram o nome de Brasyl. Eles juntaram um grande grupo de pessoas que estavam dispostas a viver naquela terra e mandaram para lá. Depois selaram seus poderes no Cristal do Destino e em oito livros místicos, cada um com o nome de cada deus: Kaio Agni – Fogo, César Sol – Vento, Victor Adão – Trovão, Chris Sued – Trevas, Yui Mai – Luz, Sarah Jackie – Água, Lívia Desu – Terra e Gaia Desu – Supremo. Depois disso, eles foram viver em Brasyl." (NASCIMENTO, Ariel Salgado. A Lenda dos Deuses II - São Paulo, SP, 2007)
Não sei se eu estava com fome ou era aquele frango que estava de fato muito bom. Para falar a verdade, estou comendo até agora o bicho! Caramba, e eu que achava que minha irmã brincava quando carinhosamente (e muito simpática) me chamava de "Troglodita" ou simplesmente "Troglô". Ela adora abreviar apelidos. Para não chamar meu irmão de Bolota, ela simplesmente o chama de "Lota". Fica até mais carinhoso.
"Todo mundo espera alguma coisa de um sábado à noite!". Menos eu. Estou aqui morrendo de sono e blogando enquanto poderia estar em uma baladinha ou barzinho bebendo com os amigos... Não, não podia não! É, eu tenho meus motivos. E meu orgulho. E meu dinheirinho mixuruca. Não esqueçamos do meu único ouvido (que não tem nenhuma relação com isso tudo, mas já me tirou muitas vezes de pequenas enrascadas).
Amanhã fará 1 ano que estou com a Katy (haja paciência!!). Vamos comemorar em algum lugar. Vai ser divertido! Espero que aquele Mané não apareça para estragar tudo! Lembrando que Mané e Merda começam com "M" de Murphy. Com certeza vou postar pra contar como foi. Preciso dormir agora, estou morrendo de sono! Um forte abraço e boa noite!
sexta-feira, 23 de novembro de 2007
É ela!
Que me fascina e não sai da minha cabeça
Mexe e deixa em êxtase a minha alma
Mal se aproxima e já começa
Meu coração enlouquece e perde a calma
Me aprisiona e me liberta ao mesmo tempo
E isso acontece sempre
Até eu me perder e aliviar em seu beijo
Me possuir e me dominar, eu deixo
Sangrar meu peito cheio de desejo
Me fazer sonhar todas as noites com ela
Só ela e o jeitinho de menina bela
Já deu pra notar o meu estado?
Sou um cara completamente apaixonado!
It's not unusual
Quanto ao "rezar o Pai Nosso", falei isso mesmo, mesmo sabendo da história desta reza e que ela é base de qualquer religião cristã (já que foi o nosso amigo Jeoshua que nos ensinou esta reza). Mas, como todos sabem, religião, futebol, política e mulheres não se discutem. E não será meu poder de persuasão que fará o contrário. E ponto.
Passemos para o próximo tópico. Virem a página. Enquanto eu ouvia o "Cafeína" no meu SE Walkman, veio a bomba daquela professora "safadeeeenha". Eu já tinha visto esta notícia ontem na internet, mas para não me estressar, resolvi nem dar muita importância. Mas não dá. "Professora Italiana perde o direito de lecionar depois de seus vários vídeos eróticos com seus alunos serem divulgados na internet.". Uau! Itália! Sempre ouço falar bem dos outros países, mas metem o pau no Brasil brasileiro, tentando mostrar que em todos os lugares do mundo tudo é muito bom, menos aqui no Brasil. Que o país do carnaval é de fato um carnaval: todo bagunçado e corrupto. Não sou ufanista a ponto de não ver os defeitos de minha terra tupiniquim. E é por isso que eu gosto dela: eu vejo os defeitos dela e comparo com os defeitos do mundo inteiro. E acreditem, aqui é bom! Não queria eu estar andando na rua e de repente ser atingido por um míssil ou um projétil disparado por um guerrilheiro. Nem muito menos andar em um lugar onde só por ter algo de diferente (como a cor da pele, por exemplo) já é motivo de ter menos direitos. "Aqui é muito sujo!". Já visitou a região periférica de Nova Iorque? "Ah, mas é só na periferia". Aqui também. "O Brasil é muito corrupto!" Engraçado, no Peru e na Argentina os governos já sofreram muito mais crises e bem maiores do que as nossas. Não, não vou ser um patriota chato (e mau-humorado) aqui, afinal, muitos de vocês entram no meu blog para darem risada. Essa é a minha verdadeira finalidade. Juro. Viajei quando entrei nesse detalhe do Brasil. O que eu queria dizer mesmo é que, pela decisão do governo italiano, deu-se a entender que o bacanal nas escolas com a participação dos(as) professores(as) é permitido, desde que não sejam filmados pelos alunos e publicados na internet. E os comentários? Não vi nenhum "isso é vergonhoso". Ao contrário. Ouvi bastante "queria estar nesta escola" ou "essa professora é mesmo um filé!". Vai entender...
Bem, voltando à minha prosopopéia do cotidiano. Depois de ouvir a esta notícia na rádio e mais alguns trotes (inclusive para uma moça que trabalha na Rede Globo e que estava ouvindo o rádio na hora do trote), cheguei aqui no escitório e fui ver as notícias. Quero ficar atualizado, preciso saber das novidades. "Rede Globo é responsável pela influência de 89% dos Brasileiros". Poxa, eu disse NOVIDADE! Já fiz minha reclamação hoje, não estou afim de fazer outra. Mas prometo malhar a Globo qualquer dia desses em um dos meus posts. "Rio: Carro bate, voa sobre a calçada e atropela dois" ou "Bimotor cai e destrói três casas em Manaus" eram manchetes. Eu desisto. Estava procurando uma notícia feliz ou neutra, mas só encontro desgraça. Então vamos a uma tirinha para nos divertirmos:

Para terminar, estava eu aqui aproveitando a minha hora de almoço hoje quando me veio uma brilhante idéia na cabeça: vamos sentir nostalgia! Bora. Comecei por procurar brinquedos da minha época. Coisas lindas como bonecos de borracha do Jaspion e do Jiraya. Depois eu encontrei um KingStone (aquele cinto que o Kamen Rider (o homem louva-a-deus) usava). Tudo da Glaslite. Parei antes de começar a chorar. Não, não sou emo. Apenas tenho um forte apego à infância.
E uma boa notícia a todos: HOJE É SEXTA-FEIRA! Claro, meus pêsames pra quem é aluno da Keila. Mas pra quem não é, SEXTA-FEIRA! Pra comemorar vou colocar aquela música do Tom Jones (It's not unusual) e dançar igual ao Carlton Banks!
Um post pra Cris
Conversamos de tudo um pouco. Isso me fez lembrar dos velhos tempos em que eu ainda era um moleque. É, eu sei, flashbacks realmente não são muito legais para quem não viveu. Mas vou contar a vocês um pouco da minha vida com essa japinha bochechuda.
Há mais ou menos 5 anos, uma colega minha me chamou para sair. E eu fui. Ela levou uns amigos. E foi lá que conheci a Cris. Nossa, a gente conversou pra caramba, e depois por MSN. Foi começando aí. Depois eu ganhei a confiança dela, e ela a minha. E viramos irmãos (uma irmã que eu nunca tive (brincadeira, viu Aline!)). Desde aí nós começamos a passar tudo - ou quase tudo - juntos. Choramos, rimos (e muito), saimos, brigamos, fomos assaltados. E brigamos de novo. E feio. Mas isso passa, afinal, somos irmãos, né?
Ontem, mais uma vez, percebi que posso me apoiar firme que ela não vai me deixar cair. É realmente muito nobre uma pessoa se dispor do jeito que ela faz comigo. E eu com ela.
Amo muito você, Cris! E a Katy também te ama! E o Yuri. Yuri.
Super beijo!
quinta-feira, 22 de novembro de 2007
Poodle, o mensageiro do inferno!
Bisbilhotando sites de notícias bizarras, achei esta. Perfeita para o momento:
Um poodle cai de uma varanda no 13º andar e causa três mortes na Argentina.
"O cão caiu em cima de Marta Espina, 75 anos, e ambos morreram na hora. Edith Sola, 46, se distraiu com a visão do animal em queda-livre enquanto atravessava a rua e acabou morrendo atropelada por um ônibus. Por fim, um homem ainda não identificado presenciou a terrível cena e sofreu um ataque cardíaco, morrendo logo em seguida."
Analisem os fatos e me digam se cachorros são realmente criaturas fofinhas e inofensivas como todos pensam. (Claro, existem excessões)
Aliás, fazendo uma observação à parte, acho eu que o cãozinho da Bruxa do 71 (sim, o Satanás) deveria ser um Poodle, e não um vira-latas.
Teoria Geral do Futebol e da Cabeça de Vento
Sem mais besteiras. Ontem eu cheguei na faculdade quando o relógio marcava 17:48. Notem que minhas aulas começam as 20:00. E o que fazer nesse tempo? Vamos à biblioteca!
Procurei por livros bons naquele lugar, em vão. Nenhum livro de Fernando Pessoa, Luis Fernando Veríssimo, ou mesmo Jorge Amado. Nenhum! Dá pra acreditar? O que mais tem na biblioteca daquela faculdade é revista! Não quero ler revistas. E agora, o que vou fazer?
Cheguei na sala e, como sempre, ninguém havia chegado ainda. Deitei em duas carteiras e dormi. Foi muito bom. Até babei.
Mais tarde os caras foram chegando, me acordaram, a gente trocou uma idéia até o professor Samuca chegar com sua aula de
Eis que no meio da aula, ele disse alguma coisa que eu não prestei a atenção, mas que criou um murmurinho e fez com que a
SENHORA: Professor, o senhor não acha um absurdo que eles digam que somente os católicos podem visitar o Cristo Redentor de graça?
PROFESSOR: Ham... É, bem... Realmente é um assunto bastante discutível. *disse ele, meio sem jeito*
SENHORA: Isso é inconstitucional! Não está tratando todos de forma igual! Além do mais, isso é impossível! Como é que vão provar que o cidadão é de fato católico?
EU (em alto em bom tom): Manda o cara rezar o Pai Nosso.
Sinceramente eu não achei que fosse ser tão engraçado. Até o professor riu. Alguns minutos depois um cara apareceu do nada na sala dizendo que mais uma vez o professor-juiz faltou devido a um tribunal do juri que o prendeu no fórum. De novo. Foi uma alegria geral. Jogo do Brasil!! Beleza, vou embora pra casa mais cedo.
No ônibus, fui ouvindo o jogo no rádio do celular. Eu estava concentrado, mas nem tanto quanto eu estava no dia em que o São Paulo jogou contra o Palmeiras. Neste dia eu estava tão concentrado que quando foi gol eu dei um enorme de um berro como se eu estivesse no estádio. Todos olharam pra mim. A moça do meu lado levou um susto animal, mas não me xingou. Acho que é porque todos têm medo de torcedores fanáticos (não que eu seja um, mas ela não sabia disso). Enfim, eu estava ontem ouvindo o jogo do Brasil no rádio quando finalmente saiu o gol. Do Uruguai. Eu lancei um "pfffts!" e a moça do lado perguntou "Gol do Brasil?!". Não, foi do Uruguai. Aliás, tenho dúvidas de que a mulher que me perguntou isso não seja a mesma que levou um susto quando gritei na primeira vez.
Cheguei em casa e terminei de assistir àquela várzea. Em cada gol do Brasil eu desligava o som da TV pra ouvir o estádio gritar. Foi o único tesão desse jogo. Depois disso, liguei pra Katy. Ela faltou me xingar pelo último post, mas achou engraçado.
Hoje eu acordei com uma ótima notícia dada pela minha mãe: "Levanta que hoje não tem carona". Bah, saco! Tudo bem, vou de ônibus. Sem muitos problemas, fora a superlotação (que já não é mais problema e sim costume aqui em São Paulo). O problema mesmo foi na hora de atravessar a rua: quase fui atropelado por um motoqueiro que andava no corredor. E ainda me xingou. Tá, eu estava errado, não estava atravessando na faixa. Mas ele também, afinal de contas não é permitido andar no corredor. Mas nem me estressei. Continuei andando até o próximo ônibus. Lá tinham dois caras conversando. O culto diálogo deles foi o seguinte:
HOMEM 1: (...) Meu, eu tava pu*to com aquela mina lá! Teve uma hora que eu empurrei ela e disse "Você é uma vaca mesmo! Não pode dar as costas e você já vai se engraçando! Tinha que ser do Taboão!". Aí um cara passou atrás de mim e disse: "Iai, mano, que cê tá tiranu Taboão, hein?". Aí eu disse "Você vai tomar no meio do seu c* que eu não tô nem falando com você, certo?!"
Depois de agüentar bastante, finalmene fui para o fundo. Lá pelo menos a conversa das tiazinhas estava mais interessante. Aliás, notei que adoro ouvir a conversa alheia. Isso é mau. Mas ao mesmo tempo é engraçado ver o modo em que elas se libertam do ódio de seus superiores hierárquicos no ônibus. Bem, depois de algum tempo e muito engarrafamento, eu finalmente cheguei ao trabalho, mas ainda tinha que passar no Pão de Açúcar pra comprar o café da manhã.
Chegando lá, ao passar no caixa, tinham duas velhas (elas me perseguem!) que estavam empacotando as coisas. Foram embora poucos segundos depois que eu cheguei pra ser atendido. Aliás, tenho uma dúvida: Por que diabos as velhas usam caixa rápido se elas têm o caixa preferencial que está sempre vazio? A resposta é bem simples: é só pra me irritar! Enfim, quando eu paguei a moça do caixa (super simpática por sinal), as velhas voltaram. E ficaram batendo boca com a moça, alegando que ela registrou um pacote de carne a mais. Demorou algum tempo até que a pobre funcionária da loja comprovasse que ela não tinha registrado duas carnes e sim as velhas é que pegaram duas achando que pegaram uma só. "Você tem que ir ali para cancelar, senhora", disse a moça, educadamente. As velhas pegaram todas as sacolas e foram reclamar. E eu peguei minha nota e saí. Quando estava atravessando a rua, tomei um susto: onde está o pão?!?! Eu não tinha saído com ele e nem tinha percebido isso! Voltei e perguntei à moça. Ela disse que não estava lá. Olhou para as velhas e viu a minha sacola. "Aquelas senhoras pegaram o seu pão.". Dois erros: as velhas ladras (ou ladras velhas) e eu não ter nem notado isso. Gentilmente pedi a sacola de volta e vim trabalhar.
Bem, já que eu vim trabalhar, deixa eu começar a fazer isso. Já escrevi demais por hoje, né? Super beijo!
quarta-feira, 21 de novembro de 2007
Olha a Morte!! *PEDALA ROBINHO!!*
ZÉ: As dores de cabeça estão cada vez mais constantes, juntamente com as vozes em minhas cabeça.
EU: Cuidado, isso pode ser um tumor! E as vozes são dos espíritos e da morte que veio te buscar.
ZÉ: Cara, sobre o tumor eu até esperava você levantar seu ponto de vista... mas sobre as vozes, essa foi ótima!
ZÉ: Ei, quem é aquela pessoa de preto vindo em minha direção? Ahh, é a morte! Oi, morte!!
EU: Faça o seguinte com ela agora: quando ela vier, saia correndo, ela vai sair correndo atrás de você. Pare bruscamente, dê um passo pro lado e deixe sua perna. Ela vai tropeçar ANIMAL e cair de cara no chão. Senta em cima e enche de pedala-robinho. Quando eu fiz isso ela voltou pra casa chorando e dizendo "quer viver, viva, porra! mas depois aguente as consequenciasssss viu, seu viado!"
ZÉ: Você me assusta!
No início de abril, contraí uma doença que quase tirou minha vida. Só não tirou porque fiz isso que acabei de citar acima com a Morte. Enfim, acho que essa doença que eu peguei foi um castigo divino por eu ter sacaneado a Katy. Vou lhes contar como foi:
*Domingo de manhã*
KATY: Amor, eu acho que não vai dar pra eu ir aí hoje.
EU: Ué, por quê?
KATY: Tem muita coisa pra fazer aqui, e uns trabalhos pra terminar.
EU: Ah, bem... Isso por um lado é bom.
KATY: Bom?
EU: Sim. Tenho algo pra falar pra você.
KATY: O que foi?
EU: É que... Sei lá... eu não... eu estou... *voz de angústia*
KATY: O que tá acontecendo?
EU: É que eu não estou mais sentindo aquilo, sabe? Não está a mesma coisa.
KATY: Como assim?
EU: Eu acho que está tudo muito frio. E não tô me sentindo bem contigo. Eu queria dar um tempo...
KATY: ...
EU: É que eu... eu acho que sou gay! Eu não páro de pensar em um cara lá da faculdade e sinto vontade de ficar com ele.
KATY: ... ... ...
EU: Amor? (querendo morrer de tanto rir)
KATY: AMOR É O CAR**LHO SEU VIADO FILHO DUMA P*TA!
EU: HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA (morrendo de rir)
KATY: ???
EU: PRIMEIRO DE ABRIL!!! HAHAHAHAH! EU NÃO ACREDITO QUE VOCÊ CAIU NESSA!! PRIMEIRO DE ABRIL!! HAHAHAHAHAHAHA!!!
KATY: Eu te odeio! ¬¬
Mas o troco viria mais cedo ou mais tarde. E veio. Durou 2 semanas esse maldito troco.
*Domingo de noite*
EU: Amor, estou me sentindo muito mal. Estou indo ao hospital agora.
KATY: Aham, sei.
EU: É sério! Minha cabeça parece que vai explodir e eu não consigo nem mover o pescoço direito.
KATY: Séeerio?
EU: É verdade!! Eu até vomitei!
Ela parece que não acreditou muito até perceber que eu tinha ficado os 3 primeiros dias em quarentena. Sacanagem, pô! Se não fosse meu Dreamcast pra me aliviar, com certeza eu piraria naquele quarto de hospital. Ah, sim, ligações de fixo pra fixo na faixa também contribuíram bastante!
Nisso tudo podemos chegar a um conselho básico: se um dia a morte vier te buscar, faça o que eu falei pro Zé (oi, Zé!) fazer, ok?
terça-feira, 20 de novembro de 2007
Trabalho, Velhas e Rock 'n' Roll
O dia estava muito bonito. Por mais que aquele ser detestável cujo nome começa com M cruzasse o meu caminho, eu não me deixaria abalar. E ele tentou. O ônibus quebrou. Me juntei ao mó de gente que estava se enfiando de qualquer forma no busão da frente. E fui embora, mostrando a língua pra idiota do Murphy que ficou do lado de fora.
Eu tive a sensação de estar trabalhando em um domingo. Meu Deus! Lojas, fliperamas e até restaurantes fechados! Mal cheguei e a chefe que me faria companhia (ou eu faria companhia pra ela) disse que eu tinha chegado cedo demais. Como assim? Sim, cedo. Embora o busão tenha quebrado, não perdi muito tempo já que entrei no da frente. Era 7:58 quando abri a porta do escritório. Eu estava na hora certa. Não, não estava. Ela apenas esqueceu de me avisar que o expediente hoje começava as 9:00. Mas isso foi muito bom! De fato, ela percebeu que sou um funcionário competente (*ham-ham*) e disse que eu podia sair uma hora mais cedo. E mais: se eu batesse um lanchinho rápido na hora do almoço pra me manter de pé e matasse esta hora, seria uma hora a menos a mais (que cacofonia estranha). Meu horário foi fixado então: das 8h às 15h sem intervalo. E o que eu tinha que fazer em um setor de banco falido em que trabalham mais de 5 funcionários mas só 2 tinham ido? Arquivar! Delícia fazer isso. O tempo
Por volta das 13h o chefe chegou. Ferrou. Meus planos de sair mais cedo falharam. Droga! Será que Aquele-Que-Não-Se-Deve-Nomear veio junto? Não, não veio. O chefe mal chegou e a querida Dinah já disse que eu sairia mais cedo. E ele aceitou. Ufa!
Tudo o que ele fez foi me tirar daquela função de arquivamento para colocar na de analista de relatório. Isso fez o tempo realmente voar. Como em Brasília não é feriado hoje, o pessoal da Caixa Econômica Federal trabalhou e fez a gente trabalhar com os relatórios. Fundimos tanto nossos cérebros que o chefe tomou uma atitude sábia: "Não adianta ficar aqui nos matando pra descobrir o que há de errado com eles. Vamos embora. Amanhã a gente vê isso.". Olhei para o relógio quando ele falou isso: 14:55. Maravilha! Vamos todos embora!
O ponto de ônibus de volta pra casa fica de frente para uma doceria. Saco. Eu olhei para dentro e vi algumas caixas de chocolate empilhadas. "Não, você não vai fazer isso! Ainda tem um pingente para pagar", pensei eu. "Mas o pingente é baratinho! Um ou dois chocolates não vão fazer mal!" repensei. "Pare imediatamente! Eu estou mandando você parar e desviar o caminho." relutei. "Chocolate é mais forte! Desista!". "Nunca! Pare com isso agora!". "Já comprei! E você não pôde fazer nada pra parar! Lero lero!". Como eu odeio auto-conflito. Acabei comprando duas caixas de Twix com 30 unidades cada. Ah, não posso fazer nada! Elas estavam baratinhas e olhando pra mim como se quisessem se atirar para dentro da minha boca. Isso tudo é culpa do ônibus que demorou a passar. Por outro lado, foi até bom. Isso me lembra meus grandes amigos Henrique e o Zé (oi, Zé!) onde gritávamos pela rua "Carameeeeelo", "Biscoiito","Chocolaaaaate". Ah, finalmente! Terminal Capelinha.
Entrei no ônibus seguido de algumas pessoas pelas quais nem olhei no rosto delas. Avistei um banco vazio. Era amarelo, mas estava vazio. Não, eu não sentei. Eu tenho ódio de banquinhos amarelos. Lembrei da última vez que me deparei com lugares vazios desse tipo. Estávamos a Katarina e eu (
Nas proximidades do estádio do Morumbi um infeliz liga seu Motorola V3 e começa a ouvir funk. Eu posso ser chato ou intolerante. Mas escutar funk num busão parcialmente lotado, ninguém merece! Funk carioca ainda, daqueles bem rala-coxa. Eu olhei para a janela e vi uma placa enorme escrito "É PROIBIDO O USO DE APARELHOS SONOROS". Saco, esse povo não sabe ler? A minha sorte é que eu ando armado: saquei meu Sony Ericsson Walkman e, com meus mega-fones de ouvido que eu tanto amo, coloquei no repertório que salvou minha tarde: Rage Against the Machine - Killing in the Name (onde me controlei para não berrar e dançar no busão (apesar de não ter conseguido muito)), Kiss - Rock and Roll All Nite, The Offspring - Pretty Fly, Steppen Wolf - Born to be Wild, The Sweet - Ballroom Blitz e Deep Purple - Smoke on the Water. o meio destas músicas, o telefone tocou. Era a Cris. Seria muito bom encontrar com ela pra gente trocar uma idéia e zoarmos um pouquinho. Pena que ela tinha ligado meio tarde pra isso.
Cheguei em casa vejo: MEUS PAIS CHEGARAM!! Eles estavam aproveitando o feriado para dar uma passeada legal. Caramba, foi muito bom revê-los. Nunca vi minha mãe tão sorridente como ela estava hoje. Realmente o stress dela estava extinto. E ela estava só esperando eu chegar pra dar as lembrancinhas da viagem. Eis que entre as várias camisetas e meias eu vejo algo que me interessou muito: um vidro de perfume que eu tanto queria estava a poucos metros da minha mão quando algo me intercepta mais ainda. Minha mãe segurando um pacote em formato de paralelepípedo soando o famoso "tcham-tcham-tcham-tcham". Não. Sim. Não. Sim. SIM!!! UM PLAYSTATION DOIS, PORRA!!! FINALMENTE ESTOU PLAYSTATIONIZADO!!! Foi uma gritaria legal. Vamos jogar! Vamos jogar!! Ué, cadê os jogos? Tá, fica pra semana que vem.
É isso aí, gente. Depois de comer de forma animalesca um prato com arroz, feijão, salada e peixe e beber Coca-Cola, vim blogar. Contar um pouquinho da minha rotina pra quem quer saber (ou não) como foi. Um forte abraço!
segunda-feira, 19 de novembro de 2007
De volta ao trabalho
É, o fim de semana acabou, o feriado se foi. Tive que voltar à labuta hoje de novo. Tudo bem, amanhã também é feriado, eu sei. Mas mesmo assim vou trabalhar. É que o gênio aqui resolveu propôr ao chefe para emendar desde quinta-feira até domingo. Ficando sexta-feira em casa, eu compensaria na terça. Estava tudo indo muito bem, até eu acordar hoje com o alarme do meu celular me lembrando: "Acorda! Hora de pegar na labuta! Pegar na labuta!". Levantei meu único ouvido que funciona e tudo o que pude perceber (além do som irritante do celular me chamando pra trabalhar) foi um imenso estrondo avisando que lá fora caía o mundo (ou mais do que isso). Tudo o que pude fazer foi dar um sorriso demente e obter um resquício de arrependimento de ter emendado sexta. Sim, me propuseram de ir trabalhar quinta para ficar segunda e terça em casa. Mas o besta quis? Claro que não! Quinta foi feriado nacional, terça será somente no município de São Paulo (entre outros Estados como o Rio de Janeiro ou mesmo outras cidades que deram o apoio moral à "terra da garoa" aderindo ao movimento da consciência negra, como Diadema).
Depois de algumas viradas e giradas na cama, resolvi levantar. Andei até o banheiro e me senti cansado. Voltei pra cama. Mas o anjinho começou a girar na minha cabeça dizendo "Não volte a dormir! Aprume o corpo! Tome um bom banho que essa chuva já, já passa!". Eu odeio o anjinho.
Depois de tomar banho, enrolei uns 20~30 minutos. A chuva cessou um pouco. "É só pegar um guarda-chuvas pra prevenção e ralar peito!", pensei. Hah, se fosse fácil assim! Devo lembrar que Deus, o Todo Poderoso, criou um homem detestável e cuspível chamado Murphy que por sua vez criou uma "lei" que ferra com todo o ser humano, especialmente os que dependem de transporte público. Quem disse que eu encontrava o maldito guarda-chuvas? Foi então que minha irmã deu a idéia: "Deve estar no carro do seu irmão, dentro da garagem do vizinho". E lá se vão mais dez minutos do meu tempo para acordar o safado que está de folga por trabalhar em Diadema. E mais cinco minutos pra achar a chave do carro dele. E mais dez minutos pra sair correndo até a casa do vizinho, voltar pra casa porque a anta esqueceu da chave do portão, voltar correndo de novo, abrir o carro, garimpar o guarda-chuvas e não achar, soltar o freio de mão, abrir o porta-malas, finalmente achar o bendito, fechar o porta-malas, fechar o carro, trancar o portão do vizinho pra finalmente ir trabalhar. Ufa! Como perdi tempo!! Tanto tempo que deu pra chuva parar. Ô ódio!!
E no busão, quem é que agüenta? Ar úmido do lado de fora, gente transpirando do lado de dentro. Aonde cabem 40 pessoas, vão umas 50~60. Não, não estou mentindo, pergunte a qualquer um que pegue buso no horário de pico! É por aí mesmo! Principalmente esses ônibus que a gente encontra em tudo quanto é canto da cidade (Terminal Capelinha e Lgo. São Francisco são ótimos exemplos). E ainda pagamos R$ 2,30 pela passagem! Mas tudo bem, sem muitas reclamações por hoje, fora aquela moça que deu uma joelhada nas minhas costas e ainda olhou feio pra mim.
Cheguei! E faltando 2 minutos pra começar o expediente!! Dá tempo de correr até o Pão de Açúcar e comprar alguns pães de queijo. Saco. Eu e minhas idéias brilhantes! Na minha vida já tive muitas delas. Hoje tive mais esta. E não adianta, eu não ia sair de lá sem os malditos pães de queijo! Eu estava faminto, não importava se na fila tinha 7 pessoas ou se meu Cartão Vale-Alimentação não passava. Eu queria pão de queijo!!
Cheguei no escritório, finalmente. Olhei para o relógio: 8:12. Ótimo, vamos ao trabalho então. Confinado a 8 horas fazendo coisas divertidas lá dentro. E na hora do almoço, a maior preguiça dominando o meu corpo. Estava chovendo muito forte lá fora, eu não estava afim de sair e pegar aquele puta toró. Mas saí, fazer o quê?
Hoje não tem aula na facul, que ótimo! Mesmo se tivesse, duvido que aquele p*tão do professor iria dar aula. Acabamos o conteúdo de Direito Penal, e agora que ele virou juiz, duvido que numa hora dessas esteja aqui em São Paulo. Deve estar aproveitando as férias forenses para curtir Porto Alegre, Angra dos Reis, Natal, Brasília, Buenos Aires, Tóquio. Quem liga para reles alunos de primeiro ano da faculdade? Mais que a metade num vai continuar com o curso mesmo!
Bem, preciso ir agora. Estou faminto e penso seriamente em bater um miojão. Ou comer no McDonald's, quem sabe? Ah, tenho que ligar pra patroa também. A Katy deve ter acabdo de chegar! Forte abraço pra todos vocês!







