Quinta-feira, 31 de Janeiro de 2008

Nova roupa da Barbie causa polêmica

De cor bastante duvidosa e cheia de "charme", o Corinthians "chegou chegando" este ano, mostrando com orgulho o novo terceiro uniforme que promete ser uma verdadeira febre entre a torcida. Segundo o infeliz representa a paixão da torcida pelo time". Paixão meio mão mole esta, não? Segundo boatos, o clube teve esta iniciativa porque "já não tinha mais nada a perder", então não custa nada assumir a sexua que lançou a moda, "a cor da camisalidade e a fagilidade de seus torcedores que passarão a freqüentar os estádios às segundas-feiras vestidos de roxo, lembrando muito aquele personagem infantil - o Tinkwink de Teletubies. Aquele mesmo que usa um triângulo invertido na cabeça (símbolo dos homossexuais) e que carrega uma bolsa feminina. Lembra tambem o Barney, aquela bicha de pelúcia que acha que é um dinossauro e fica dando pulinhos de um lado para o outro. Isso me fez lembrar daquela foto tirada na Av. Paulista, aqui mesmo em São Paulo. Flagrava um super-hiper-mega beijo que dava inveja nas outras bichas. Claro, o casal estava devidamente uniformizado com o escudo do todo-poderoso timão no peito. E me lembra também da Astrid subindo no palanquinho e perguntando, no mesmo dia, pra galera "quem é corinthiano aqui levanta a mão!" seguido de um som que parecia que estavam no estádio, com a bicharada toda alvoraçada.






Ainda rola um boato sobre o Bicharlyson Richarlyson do São Paulo. Mas não foi confirmado ainda. E sobre a maior torcida gay, foi comprovado pela TV Gazeta que o Corinthians lidera o Brasil inteiro. Engraçado isso. Ah sim, aquele que deu o apelido de "Bambi" para os torcedores tricolores é o que menos pode falar alguma coisa, já que não podemos esquecer que ele posou nu para uma revista gay.

Já o Palmeiras está numa boa. Sem boatos, sem mentiras. Nenhum jogador e nem torcida manchou o nome do clube (pelo menos por enquanto). Tudo bem que o Clô (aquela deputada viada) afirmou ser torcedor fanática pelo time alviverde. Mas aí é problema de um único ser, e não de um jogador (como do São Paulo) ou do jogador + torcida (como o Corinthians). E estão fazendo uma enquete! 89% dos torcedores do Timão aprovaram a nova camisa, dizem que fazem questão de irem vestido com ela ao estádio, prometendo arrasaaaaaar, biba!!

Nada contra o homossexualismo. Aliás, como diria o cara lá do "Terça Insana", "prefiro ter um filho viado do que um filho velha". Ou melhor, prefiro ter um filho corinthiano do que ter um filho velha. O que parece bem irônico é a torcida que se acha "mucho macho" dar umas reboladinhas e descer na boquinha da garrafa. Bem, eu acho que esse negócio de ficar falando que é homi só pra abafar a bicha que tá doida pra rodar a baiana é besteira. E o infeliz que lançou o novo uniforme deve pensar a mesma coisa. E talvez por esse desejo em romper esse "tabu" ele deve ter tomado essa decisão. Plausível, na minha opinião. O restante do novo uniforme tá aí logo abaixo, junto com outros videozinhos relacionados ao post. Comentem!














Quarta-feira, 23 de Janeiro de 2008

Provocando rugas e "pés-de-galinha"

Vocês devem ter percebido que o Castelo de Marfim não é atualizado com a mesma freqüência de antes, certo? Bem, isso acontece por conta de alguns probleminhas pessoais, incluindo trabalho e faculdade. E um pouco de falta do que colocar também ajuda.

Felizmente finalizamos o serviço aonde eu estava. E infelizmente finalizamos o serviço. Sim, foi muito bom trabalhar com o pessoal da Brooklyn (Ex-Comind) todos esses 11 meses, mas infelizmente o trabalho acabou. Mas estou com a cabeça erguida, missão cumprida. Sou muito grato pela experiência que adquiri lá e desejo boa sorte ao pessoal do Rio de Janeiro que ficou com a segunda etapa (que só será realizada lá).

Agora eu preciso acertar as contas. Mas parece que a CEF não está querendo colaborar. Hoje mesmo, por exemplo, fui eu lá na agência pela segunda vez acertar o FGTS. Enquanto eu esperava sentado em uma cadeira, observei uma placa indicando que FGTS era no outro corredor. Fui até lá e tinha uma outra placa dizendo que era aonde eu estava mesmo. Muito bem, voltei eu todo alegre e contente para o meu lugar, observando três homens na minha frente e uma mulher que acabara de chegar. Ela me viu. E viu que eu não estava lá fora.

Depois de uns 15 minutos os três homens que estavam na minha frente foram atendidos e eu esperava a minha vez. Foi quando eu vi que esta mulher estava se preparando para levantar quando o homem chamasse. Foi ouvir o "próximo" que ela levantou rápido. Eu também levantei. Ela apertou o passo para passar na minha frente, afinal, o caminho entre as cadeiras e a mesa de atendimento era meio grande.

EU (educadamente): Desculpe, senhora! Mas eu estava aqui primeiro.
SENHORA: Não, você estava lá atrás!
EU (ainda educadamente): Mas eu cheguei aqui primeiro, ué.
SENHORA: Não quero nem saber, não estava na cadeira, eu tenho mais urgência, blá, blá, blá...

Simplesmente deixei a loura enrugada falar sozinha. Virei as costas pra ela. Sentei em uma cadeira que tinha do lado de um segurança que viu tudo. Ele olhou para a cena, viu que eu estava certo e em voz pouco alta me perguntou:

SEGURANÇA: Por que não insistiu?
EU (falando alto pra caramba): Não, deixa. Eu sou a favor de atendimento preferencial para pessoas sem escrúpulos e ignorantes declarados.

A mulher olhou bem feio pra mim, mas logo ficou morrendo de vergonha quando todos estavam rindo. Depois de atendida, ela olhou furiosamente e disse:

SENHORA: Doeu esperar?
EU: Um pouco, mas na minha idade eu agüento essas coisas. Agora, anciãs iguais a senhora eu já não sei.

E fui para o balcão de atendimento. E quanto a mulher? Saiu pisando forte. O que mais ela poderia fazer? Xingar minha mãe de careca seria uma boa opção pra ela naquela hora. E ela também nem era velha, deveria ter uns 43 anos, no mínimo. Mas eu sei que falar dessa forma deixa qualquer um puto. Ela deve tomar bastante cuidado. O stress, principalmente quando é causado por humilhação, causa mais rugas e "pés-de-galinha".

Como o esperado, terei que voltar uma terceira vez à CEF. Não resolvi o meu problema (ainda). A boa notícia é que segunda-feira eu finalmente vou tirar esse ferro da boca! E um conselho a todos aqueles que usam aparelho fixo: quando tirarem, USEM O MÓVEL!!! A contenção parece ridícula, enche o seu saco na hora de comer e faz você falar como um pato. Em compensação, se usar certinho durante uns 2 anos, nunca mais precisará usar o aparelho fixo. Eu sou uma prova viva disso! Não usei o móvel e voltou tudo. Agora, pela segunda vez, estou com esse monte de ferro me incomodando de novo! Haja saco!

Sexta-feira, 18 de Janeiro de 2008

Música... O que é música?


Em algums lugares que freqüento algumas pessoas me chamam de "Retrô". Ou tentaram chamar, mas apelido é uma coisa que não pega em mim. O caso é que eu curto muito as coisas do século passado, especialmente da década passada. Os anos 90 foram anos inesquecíveis, principalmente para o povo brasileiro, uma vez que finalmente foi concedido o governo a ele (Constituição Federal de 1988).

Mas não pensando muito no lado político, trataremos apenas o que gostamos de lembrar. Música! Muito bem, música! Esses dias eu fiquei morrendo de vontade de ouvir aquela música que tocava bastante quando eu era mais novo. Aquela que repetia uma frase mais ou menos assim: "Parapapapa Pí-papapara-pô! Papapara-pô! Pí-papapara-pô! Papapara-pô!". Só não sabia o nome (mais tarde descoberto). O cara que canta chama "Scatman". Todas as músicas dele, pelo menos as que eu ouvi, tem partes que ele mesmo faz o barulho da batida com a própria boca. E muito bem feito. Esse esquema de batidas usando a própria voz é chamado de "Scat" - daí o nome artístico Scatman, ou Homem-Scat. Músicas cantadas por ele como "I'm Scatman" ou "Scatman's World" trazem lembranças realmente nostálgicas. Ele era o verdadeiro gênio da música Dance dos anos 90. Aliás, na minha opinião, continua sendo, principalmente pelo fato de quase não existir mais o Dance hoje em dia. Tal ritmo ganhou batidas mais fortes e mais instrumentos eletrônicos, tornando-se no conhecido "Techno", uma vez chamado de "Poperô".

Não sei quanto a vocês, mas eu quando gosto de uma música, se ela for estrangeira, procuro a letra pra compreender. Se for nacional, presto a atenção. Simples assim. Por isso que não me cabe na cabeça o fato de certas músicas fazerem sucesso sendo que são bem vazias. Em todos os sentidos. No ritmo, na letra, nas palavras usadas. Não me cabe o fato de uma talzinha de "Vanessa da Mata" (é assim que escreve?) fazer tanto sucesso com uma música tão ruim! Mesmo aquelas músicas mais criticadas naquela época faziam sentido! Kiss, sim, aqueles caras que cantavam com o rosto pintado. Eles mandavam um som legal, agradável e com letras que fazem sentido. Muito bem elaboradas. E ao contrário do que muitos pensam só de ver a aparência, eles não mandavam Heavy Metal. Eles mandavam Rock 'n' Roll mesmo! Quer algo mais perto? Lembramos então do Grupo Dominó e do Polegar. Músicas bem trabalhadas, bem cantadas, ritmos suaves, audíveis. Não tem como esquecer daquela música em que dizia "Companheiro, companheiro vem! Vem no balanço do mar! Vem depressa, vem depressa, vem! É tão gostoso dançar! É tão gostoso dançar!". Voltando mais ainda a fita, temos o Rei Roberto Carlos cantando músicas que um dia também fizeram parte da juventude. "Guerra dos Meninos" é uma que arrepia mesmo quem ouvir: "De todos os lugares vinham aos milhares e em pouco tempo eram milhões. Invadindo ruas, campos e cidades, espalhando amor aos corações...". Tudo bem que em certa época, lá pra 1995, a música brasileira começou a avacalhar um pouco com os Mamonas Assassinas. De qualquer forma, eram músicas que faziam sentido, tinham harmonia. Tim Maia também arrasou juntamente com o exército de MPB. Um gênio que se destacou, apesar das grandes críticas que caíam sob a pessoa dele foi Gabriel. Sim, o Pensador. Tirando raras músicas da autoria dele, todas são muito bem feitas, muito bem harmoniosas, rimas ricas, temas polêmicos, letra impecável.

Os garotos da Legião Urbana faziam sua parte muito bem feita. Paralamas do Sucesso, Titãs, Skank, Cassia Eller, Simone, Rita Lee, sempre mandaram um pop-rock de primeira. Chitãozinho & Xororó, Leandro e Leonardo e Zezé di Camargo & Luciano, todos os Amigos, não perderam a linha, fazendo a parte deles. Zeca Pagodinho, Martinho da Vila, samba de professores.

Foi por volta de 1997 a 1999, fim dos tempos, que a coisa começou a tomar outros rumos. Começaram a surgir bandas cujos integrantes não cabiam em um CD de tanta gente!! E que pagodinho ruim esse que eles tocavam hein! No máximo dois caras cantando, cinco tocando pandeiro, cinco no cavaco, mais sete no chocalho e doze atrás fazendo passinhos ridiculamente treinados, de no máximo 3 movimentos diferentes. Em 2000 a coisa já começou a mudar: o funk rala-coxa começou a sair do buraco do Rio para se espalhar pelo país inteiro. Músicas sem harmonia, batidas horríveis e - o que é pior - letras que induzem ao sexo sujo, desprotegido e sem compromisso e à violência. Músicas estas cantadas por pessoas que nem falar conseguem direito, possuem voz de biscate ou de drogados. E o que me deixa mais desapontado é que o Brasil inteiro entra nessa maldita onda de sexo, drogas e violência! Aí me vem uma que acha que é boa para dar palpites e me diz: "O funk é cultura, é Brasil". Ah, vá se lascar, dona filha do ministro!! Se fosse Brasil, funk se escreveria com à e com QUE. E se fosse cultura, ensinariam essas merdas que saem gritando nas músicas nas escolas e colégios. "Funk é a realidade do povo carioca!" Ótimo, se os cariocas se entregam ao sexo como animais descontrolados no cio, ótimo pra eles. Se eles se matam ao mesmo tempo em que estão num baile e não estão nem aí, ótimo pra eles de novo. Só não venha fazer disso uma diversão, uma música que se espalha por todo o país, porque senão teremos mais uma vez crianças de 14 anos perdendo a virgindade da forma mais porca e nojenta possível, sem nem saber o que é isso. E pior: contraíndo o vírus HIV, sim, o da AIDS, e conseqüentemente passando-o para seu filho. Sensacionalismo? Pergunte então àquela garota que aconteceu isso como ela está hoje. E como está o filho dela. E mais: pergunte quem é o pai. E por falar em AIDS, aposto que aquela que disse que o "funk é cultura" nem sabe o que é isso, só sabe que é ruim. Quanta decepção, hein dona filha do ministro!

Ainda há o que se salvar na música de hoje. Pitty (que era horrível no início, mas aprendeu a fazer música de verdade), Capital Inicial, entre outras bandas, fazem de tudo para salvar esse lixo inaudível. Pior é ver que músicas do Grupo Molejo e do Negritude Jr. são copiadas sem escrúpulo algum por uma banda ridícula que faz mais sucesso do que picolé no deserto.

Podem me xingar, podem me bater, podem falar o que quiserem para defender quem eu alfinetei aqui. Mas não vão conseguir fazer com que eu mude de idéia. Não mudo, não mudo, não mudo. A incultura está levando este país pro fundo. E eu sou muito patriota pra deixar isso acontecer sem nem ligar pro que está acontecendo. Como diria meu amigo Nostradamus: "Depois não diga que não avisei!".

O Senador

Um senador está andando tranqüilamente pela rua quando é atropelado e morre. A alma dele chega ao Paraíso e dá de cara com São Pedro na entrada.

– Bem-vindo ao Paraíso! – disse São Pedro. – Antes que você entre, há um probleminha: raramente vemos parlamentares por aqui, sabe? Então não sabemos bem o que fazer com você.

– Não vejo problema! É só me deixar entrar – disse o antigo senador.

– Eu bem que gostaria, mas tenho ordens superiores. Vamos fazer o seguinte: você passa um dia no Inferno e um dia no Paraíso. Aí, pode escolher onde quer passar a eternidade.

– Não precisa, já resolvi. Quero ficar no Paraíso – disse o senador.

– Desculpe, mas temos as nossas regras.

Assim, São Pedro o acompanha até o elevador e ele desce, desce, desce até o Inferno.

A porta se abre e ele se vê no meio de um lindo campo de golfe. Ao fundo o clube onde estão todos os seus amigos e outros políticos com os quais havia trabalhado. Todos muito felizes em traje social.

Ele é cumprimentado, abraçado e eles começam a falar sobre os bons tempos em que ficaram ricos à custa do povo. Jogam uma partida descontraída e depois comem lagosta e caviar.

Quem também está presente é o diabo, um cara muito amigável que passa o tempo todo dançando e contando piadas.

Eles se divertem tanto que, antes que ele perceba, já é hora de ir embora.

Todos se despedem dele com abraços e acenam enquanto o elevador sobe.

Ele sobe, sobe, sobe e porta se abre outra vez. São Pedro está esperando por ele.

– Agora é a vez de visitar o Paraíso.

Ele passa 24 horas junto a um grupo de almas contentes que andam de nuvem em nuvem, tocando harpas e cantando.

Tudo ia muito bem e, antes que ele percebesse, o dia se acabou e São Pedro retornou.

– E aí? Você passou um dia no Inferno e um dia no Paraíso. Agora escolha a sua casa eterna. – disse São Pedro.

O ex-senador pensa um minuto e responde:

– Olha, eu nunca pensei que... Bem, o Paraíso é muito bom, mas eu acho que vou ficar melhor no Inferno.

Então São Pedro o leva de volta ao elevador e ele desce, desce, desce até o Inferno.

A porta abre e ele se vê no meio de um enorme terreno baldio cheio de lixo. Ele vê todos os amigos com as roupas rasgadas e sujas catando o entulho e colocando em sacos pretos. O Diabo vai ao seu encontro e passa o braço pelo ombro do senador.

– N-não estou entendendo, – gagueja o senador – ontem mesmo eu estive aqui e havia um campo de golfe, um clube, lagosta, caviar, e nós dançamos e nos divertimos o tempo todo! Agora só vejo esse fim de mundo cheio de lixo e meus amigos arrasados!

O diabo olha pra ele, sorri ironicamente e diz:

– Ontem estávamos em campanha. Agora, já conseguimos o seu voto!


- Autor Desconhecido.

Quinta-feira, 10 de Janeiro de 2008

Sacaneando... de novo!

Eu acho que esse blog não deveria se chamar "Castelo de Marfim". O nome mais apropriado seria "Sacanagens com a Katy". Tudo bem, não fico falando só das sacanagens que faço com meu bebezinho. Mas é que é divertido sacanear com ela. O mais divertido é que sempre quando eu faço isso eu geralmente me ferro depois. E a maioria das vezes o castigo é divino.

Ontem estávamos ela e eu (e o burro na frente) naquela casa onde "nos conhecemos". Aquele lugar está bem recheado de histórias. Cada cômodo. Cada móvel. Mas enfim, a gente estava ali na garagem, sentados, olhando para a casa de um modo geral e relembrando algumas coisas. Depois fomos pra varanda e por lá ficamos conversando. Eu abraçado com ela, carinhando. Ela não se agüentou:

KATY: Ari, você está muito carinhoso comigo! O que aconteceu?
EU: Eu sempre sou carinhoso com você.
KATY (em tom de brincadeira): Eu já sei de tudo. Não precisa mais esconder.
EU: Sabe?
KATY: Sim. Tem outra na jogada, né? E você está sendo carinhoso com as duas. Quem corresponder será a que vai ficar com você definitivamente, né? (ainda brincando)

Desculpem-me, mas quando dá trela pra eu sacanear, eu não perdôo. Principalmente a Katy. As reações dela são as melhores! É por isso que eu amo tanto essa pequena! Continuando:

EU: É.
KATY: Eu sabia... E qual o nome dela?
EU: Monique.
KATY: Não era Mirella?
EU: Não, é Monique.
KATY: Aahh... E o que ela tem que eu não tenho?
EU: Ela é muda.

Desta vez o castigo não foi divino. Ela mesma fez justiça com as próprias mãos. Nunca apanhei tanto dela como daquela vez. Mas foi justo, afinal, não há sacanagem maior do que revelar a verdade dizer isto a uma mulher.

...

Tudo bem, eu realmente mereço apanhar!

OBS: Isso foi uma piada, não sou machista, hein!

Terça-feira, 8 de Janeiro de 2008

Tempo bom não volta mais, saudades do tempo de paz

É, eu estava aqui pensando e mentalizando. Quantas coisas já passaram pela minha vida! Teve uma época em especial que eu chamo de "Época de Ouro". Aconteceu por volta do ano de 2001 até meados de 2003, voltando a brilhar no início de 2005, findando neste mesmo ano. Ah, como as coisas eram boas. Fase de moleque, não tem jeito mesmo.

Mas é engraçado como as coisas mudam repentinamente. É como a teoria do caos: "o bater de asas de uma borboleta pode provocar um tufão no outro lado do mundo". Uma coisa tão pequena pode se tornar grande, assim como o bom pode ficar ruim. E isso talvez nem leve tempo.

Muitas vezes eu lembro do que a Nanda me falou. É uma frase que eu nunca esqueço e nem esquecerei: "Sempre, pelo menos uma vez na vida, a gente se decepciona com um alguém". Isso me preparou e me cativou por um bom tempo. Ela quis dizer que é bom a gente sempre ficar esperando por uma decepção causada por uma pessoa, seja ela quem for. Se estivermos esperando, o baque é menor e talvez o tal "tufão" não seja tão devastador.

Entre o meio de 2003 e o início de 2005 aconteceram coisas que me abalaram tanto emocional como psicologicamente. E não, não é a mesma coisa. Psicológico vem da cabeça e emocional vem do coração. "Amigos" pareceram revoltados comigo, por alguma razão que eu não conhecia, pelo menos até aquela altura. Depois eu fiquei sabendo. Era apenas uma pessoa. Uma pessoa.

Cabe aqui uma observação que nem todos precisam entender: quando pensamos em algo, nós criamos uma centelha dentro de nosso cérebro. Se alimentarmos esta centelha, vira uma enorme explosão. E se aumentarmos cada vez mais esta explosão, pensando, maquinando, filosofando sobre aquele pensamento, ele se desprende de sua cabeça, tornando-se algo de vontade própria que se junta com algo parecido (ou igual a) com ele. Esse tipo de fenômeno chamamos de "Egrégora". E um egrégora é tão poderoso que consegue influenciar outros pensamentos, fabricando mais e mais egrégoras que se juntam, formando um só, imenso, enorme, devastador. Pra algumas pessoas, isso não faz sentido. Mas pensem: por que quando a prece para algo se torna "mais forte" quando várias pessoas rezam ao mesmo tempo? A resposta é simples: porque Deus atende quando for mais de uma pessoa do que se fosse uma só. Ou egrégora. Chame do que quiser. Mas isso não dá certo só com coisa boa (o que sugere o exemplo da prece). Coisa ruim também. Como você acha que funciona a inveja das pessoas? Ah, ficar produzindo egrégoras malígnos também atraem egrégoras malígnos pra você. Lembra? Parecidos ou iguais. Por isso que quando algo está dando errado, continua a dar. Porque ninguém, nem eu, pensa positivo quando aparecem os problemas. Mas enfim, não vamos perder a linha do raciocínio.

O que eu quis dizer com o egrégora, é que esta pessoa criou um tão grande contra mim, que este acabou influenciando as outras pessoas a criarem egrégoras de mesmo tipo, o que me deixou totalmente abalado. Foi difícil, mas superei bem. Lembra que os egrégoras malígnos atraem os outros malígnos? É a tal da conversa da "ação-e-reação" ou pros mais religiosos "aqui se faz, aqui se paga". Ou Carma. Mas esse elemento que criava algo negativo de mim acabou saindo por motivos que nem quero tratar aqui. Engraçado que quando ele saiu, tudo mudou.
Nesse meio tempo, conheci a Cris e o Henrique, amigos que posso confiar de verdade (até hoje), e com eles um pessoal que realmente valia a pena. Era muito bom sair com eles. Éramos jovens, precisávamos nos distrair.

Foi muito bom. 2005 foi um dos melhores anos da minha vida. Eu achava que não tinha inimizades, que eu poderia ser tão insignificante que pessoas não perderiam o seu tempo pensando coisas ruins sobre mim. Aquele era o meu mundinho. Mas como eu percebi, a gente cresce, evolui, amadurece. E crescer é um baque violento. Algumas pessoas não conseguem acompanhar a evolução e acabam causando certos conflitos. "Amigos" perdidos em apenas uma discussão. "Amigos" perdidos sem discussão alguma. Pessoas que eu pensava que podia contar começaram a criar intrigas e querer sempre o meu pior. Outras mostrando que o interesse sobre o que eu faço (ou fazia) era o único motivo para manter contato, já que de amigos não se cobra. É, o mundo é realmente cruel. Não, minto. O mundo não é cruel. Os habitantes dele é que são.

Mas hoje eu estou melhor do que nunca. Totalmente equilibrado na mente e no coração, tenho bons e velhos amigos, já me decepcionei o suficiente para não ser mais derrubado por isso, tenho experiência o suficiente pra viver do meu jeito. É, eu cresci. Eu amadureci. E não estou afim de saber como essas pessoas que não simpatizam comigo estão ou se já me esqueceram. Já tenho muito com o que preocupar. E digo mais: coisas mais importantes do que meros inimigos.

Fazendo jus ao título de hoje: saudade dos tempos de paz, em que eu vivia no meu mundinho cheio de amigos e fechado e filtrado contra inimigos que talvez nem existissem. Mas as coisas nem sempre são do jeito que queremos que seja, não é mesmo? Essa é a graça de viver. E vivemos pra vencer!

Segunda-feira, 7 de Janeiro de 2008

Ontem no Shopping

Ah, estou de volta! Estou de volta! Não precisam mais roer as unhas de aflição por não terem mais o Castelo De Marfim diariamente atualizado. Estou de volta e inspirado!

Primeiramente, quero desejar a todos um feliz 2008 com muita paz, sorte, saúde, e tudo aquilo que se deseja quando inicia um ano novo.

Em segundo lugar, vamos aos acontecimentos da vida! Não, sobre a viagem não. Prefiro lhes contar o que aconteceu ontem na saideira com os amigos!

Estava marcado o ponto às 11:30. Não sei porque marcamos tão cedo, mas não havia mais volta. Era assim e ponto. O caso é que ninguém é muito pontual, principalmente eu e o Henrique. Cheguei 11:45 e já estavam todos lá. Só a Katy chegou em ponto. O resto foi quase tudo junto. Menos de dois minutos depois que eu cheguei, o Zé chegou. Pronto, podemos ir.

Chegamos no shopping para, como diria o cultíssimo doutor Marcelo Dê Dois, dar um "rolé". Inicialmente seria um almoço, mas resolvemos fazer algumas coisas a mais. O shopping estava vazio, claro. Era muito cedo. Eu resolvi então sacanear (de novo) a Katy. Ela veio toda carinhosa me abraçar. Eu devolvi o abraço. Dei um passo pra frente, fazendo ela dar um passo pra trás. Dei mais um passo. E mais um. Peguei o ritmo. Dei dois, três, quatro. Comecei a correr pra frente, e ela, abraçada comigo, perdeu o equilíbrio por não conseguir correr de costas. Ela ia cair. Claro que eu não ia deixá-la cair no chão, né? Mas fiquei em uma posição muito estranha e indescritível pra conseguir segurá-la. Droga, isso não deu muito certo. Senti um vento estranho e um frio atingindo o meu corpo. Um rasgo. Enorme. Na bunda. Coisa que nem minha mão conseguia cobrir direito. No meio do shopping!! Meu Deus, e agora? Rápido, uma cadeira! Uma cadeira! Que mico! Como sempre, me dei mal em sacanear com ela. Paciência, agora preciso correr pra uma usando uma blusa amarrada na cintura pra disfarçar. O pior não foi isso, o pior foi a Cris rindo da minha cara depois que eu ri da dela por algo que aconteceu. E aturar as tirações de sarro. Ah, meu orgulho!! Fazer o quê, né? Afinal, ganhei uma bermuda nova de mim mesmo depois que as lojas abriram!

Depois disso, fomos almoçar. Ou melhor, as meninas foram, porque eu, o Yuri, o Zé e o Stick ficamos jogando Bomberman em rede com nossos PSPs enquanto a Cris e a Katy comiam. Tentamos rastrear um ponto de internet também, mas todos estavam protegidos com senha. Tudo bem, a gente se divertiu assim mesmo, até acabar as baterias do PSP. Olha, estavam distribuindo a Pucca e o Garu no McDonald's! Fui pegar meu Big Tasty grande e um McLanche Feliz, tudo pra mim, menos a Pucca que eu dei pra Katy.

Muita diversão e pouca coisa dando errado. Esse foi o dia de ontem. O filme que assistimos foi muito bom, principalmente na parte em que muitas crianças do cinema ficaram assustadas, menos o Yuri que começou a rir descontroladamente durante uns 10 minutos. Eu me identifiquei muito com aquele urso, principalmente quando ele falou "Quando eu sito medo, eu o domino!". É, ele parece comigo!

Semana que vem tem mais saideira! Precisamos nos divertir, estamos de férias, afinal. E quanto à viagem, foi muito boa, nada de chuvas, nada de Murphy, nada de stress e nada de dinheiro sobrando no final. Tá, alguma coisa boa tinha que faltar, né? Hotel muito bom, piscina de 2 metros e 80 centímetros de profundidade, campo de futebol, sinuca. Aliás, o jogo de sinuca foi bem interessante. Fiz igual ao Tio Phill fez em um dos episódios de "Um Maluco no Pedaço" estrelado por Will Smith:



CARIOCA: Sabe jogar?
EU: Um pouco.
CARIOCA: Então vem. Qualquerrr coisa eu te exxpliaco como éa.
EU: Tudo bem, vamos.

Ele explicou todas as regras de um jogo de bolas coloridas. E começamos a jogar. Quando estava 21 pra mim e zero pra ele, a namorada dele chegou no recinto.

NAMORADA: E aía. tá ganhanndo de quãánto?
CARIOCA: Tô perrrdéando.
NAMORADA: Perrrdéando? De quãánto?
CARIOCA: Vinte e um a zero.
NAMORADA: Créado!

Tudo bem, eu ganhei aquele jogo fácil. Mas não foi na raça, foi só na base da sinuca. E quem não joga, diz-se "sinuca" quando o adversário coloca a bola branca em uma posição que não há saída para o outro a não ser fazer uma tacada morta, ou seja, tacar errado.

De São Lourenço, Minas, uma foto recordação de um dos pontos mais lindos e fantásticos: O Templo da Eubiose!

Trata-se de uma Sociedade Maçônica aberta, sem restrições. É bem recente se comparada com as demais sociedades templárias como Rosacruz ou Franco Maçonaria. Algumas informações encontradas por lá são muito, mas muito interessantes.

O museu do templo fica aberto aos sábados e domingos a partir das 14h. Tem muito material muito bom e interessante, cada um com sua própria história.


Bem, é isso aí, pessoal. Vou deixando meu abraço aqui pra vocês e desejando mais uma vez um feliz 2008. Esse ano promete! Um forte abraço!