Olá meus queridos! Como vão vocês?
Bem, estou aqui novamente na hora do meu almoço para lhes contar em dez minutos (ou menos, depende de quem está lendo isso aqui) como foi minha primeira saída com a Mary. Para quem não se lembra, Maryffennícia Feliciana Arco e Flexa é a garota que trabalha no mesmo setor que eu e que lembra muito a Marília Gabriela. Enfim, depois de muitas tentativas, finalmente vamos sair juntos. Depois de tanta insistência, tanto trabalho, tanto xaveco, finalmente conseguimos marcar um encontro a dois: eu e a linda garota. É, eu resolvi parar de dar um gelo nela e aceitar a saideira.
Marcamos de ir ao cinema e depois ao bar. Parecia um encontro a dois perfeito: eu, ela e a sobrinha dela de 8 anos. Saímos em plena horinha de folga.
Estávamos no shopping quando passamos por uma vitrine de uma loja de brinquedos. A pirralha gritou: "Tia! Compra pra mim! Eu quero aquela Barbie!". Depois de muito combate, finalmente conseguimos passar a loja, fingindo não ouvir o "Buá" daquela remelentinha.
No cinema parecia tudo normal. Os filmes que eu gostaria de assistir eram "O Caçador de Sonhos", "Assassinato do Presidente" e "Esparta". Ela queria ver "A Casa do Campo", "Como se fosse a primeira vez" ou "Anjos". Entramos num acordo em assistir ao "A casa do Lago". Mas por causa da pirralha que esperneava gritando "Chapeuzinho! Chapeuzinho!!!" tivemos que mudar nossa sessão para o "Deu a Louca na Chapeuzinho". Saco.
No meio do filme, na parte em que a Vovó está pulando de pára-quedas, tentei dar a iniciativa. Peguei na mão da Mary. Ela continuou parada, olhando o filme. Percebi uma certa tensão, além do suor que molhava as mãos dela. Muito bem, depois disso eu abracei. Ela, movimentando-se como um robô, apoiou a cabeça em meu ombro. O momento estava tenso, mas vi que estava até fácil pra dar o bote. Quando finalmente ia acontecer o beijo: "TIAAAA!! TIAAAAA!!! EU QUERO FAZER COCÔ!!". Maldita pirralha! Eu odeio pirralhas! Prefiro ter um filho viado do que ter um filho pirralha!
Depois do cinema, fomos ao bar. Mas antes, claro, deixamos a remelenta na casa da irmã da Mary. Lugar gostoso, agradável. Um barzinho muito bom que fica no Capão Redondo. O nome do lugar é "Batata's Buteko", ao lado do "Sunshine Night Club". A banda ao vivo tocava 50th Cent em ritmo de pagode. O vocalista ainda tinha um belo sotaque baiano que deixava a canção mais apreciável:
(...)
Bói, ife iu ríli lóve mi nau
Quêm uí ualque daum de ésli?
Cãz iu nou ai eme gona rolde iu daum.
(...)
Depois de vinte garrafas de cerveja com vodka, a Marília Gabriela estava parecendo com a Juliana Paes. Desta vez foi bem mais fácil. Beijei, mas beijei de jeito. Por falar nisso, é incrível como o homem se distanciou de seu lado primata de um tempo pra cá, né? Acho que o álcool existe para levar o homem de volta à idade da pedra.
Enfim, fomos para a casa dela. Entramos. Perguntei se estávamos sozinhos e ela disse que sim. Em uma das conversas que tivemos, descobri que o pai dela é militar do exército e que a mãe dela morreu com um tiro disparado por ele. Não, não foi de propósito não. Na verdade ele se irritou com um pernilongo e tentou matá-lo. Mas errou o alvo. Estava sem seus óculos anti-miopia (8 graus em cada olho). Achou que a esposa fosse o pernilongo. Triste fim.
É como dizia Murphy: "Se uma coisa tem 0,01% de chances de dar errado, fique tranquilo. Vai dar tudo errado mesmo". Estávamos no bem bom, amassados em cima da cama. Eu estava tirando o sutiã dela (ela sentada de costas pra mim e eu ajoelhado atrás dela) quando um bruta-montes entrou furiosamente no quarto, bufando feito um touro nervoso: "Mas que diabos significa isto?!". Achei que fosse meu fim. Rapidamente Mary disse: "Oi papai! Chegou cedo hoje! Ah, deixe-me apresentar meu novo estilista!" e depois sussurrando: "Ele é gay!". Aqueles olhos nervosos miraram pra mim como duas facas bem afiadas. Meio sem reação, disse com a voz fina e macia: "Hihihi, oi!". Voltei a olhar para as costas de Mary e disse novamente com a voz macia: "Menina! Suas costas são bem largas! Olha que ischcândalo!!!".
Tudo parecia estar dando certo. Mas, como eu comentei anteriormente sobre o maldito Murphy, por mais que pareça estar dando certo, no final vai dar errado. O cara de repente gritou: "SAIA DAQUI SUA BICHONA LOUCA!! NÃO SUPORTO HOMEM FROUXO PERTO DE MIM! VAZA ANTES QUE EU DEITE SEU CABELO, SEU VIADINHO DA PORRA! DEMOROU! QUER QUE EU TE DÊ UM CACETE AQUI MESMO, QUER?".
Hoje eu já recuperei o trauma. Ainda não me encontrei com a Mary. Algo me dizia desde o início que não ia dar certo, mas eu acreditei? Nãaaaao! Tive que pagar para ver. Tudo bem, tudo nesta vida passa.
Muito obrigado a todos por ouvir meu desespero. Deixe-me sair daqui agora, preciso trabalhar. Ganhei um novo apelido que eu particularmente acho o máximo. O chefe achou muito difícil ter que pronunciar meu nome todas as vezes que ele precisasse de alguma coisa (3 vezes por segundo) e resolveu me chamar de Jarbas. Isso quando não toca um sininho irritante.
Um beijo a todos e até a próxima!
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As Inestórias de Epiriquidiberto - Todas as quartas-feiras de noite, aqui no Castelo de Marfim e na Vida de um Universitário.
quarta-feira, 23 de abril de 2008
Há quanto tempo!!
Eu fui abduzido!! ABDUZIDO!! Ok, sem dramas!
E depois de um longo tempo sem postagens, cá estou eu. Não, não estou deixando de blogar por conta das provas da faculdade não. Estou sem tempo e internet mesmo. Mas isso deixa de se tornar uma má notícia quando se trata de um novo emprego! Sim, camaradas! Estou agora na minha área (jurídica), trabalhando no Banco Daycoval S/A na Av. Paulista! E claro, estou adorando, né?
Enfim, como quarta-feira tenho janela na faculdade e volto mais cedo pra casa, dá tempo de escrever alguma coisinha por aqui. Vou começar dizendo algumas coisas que o Professor Evilásio Custódio pediu pra que eu colocasse. É sobre o comentário das aulas dele.
Bem, antes Xingar e fazer aprender do que falar de um modo ordinário e não enSinar nada, né? Espero que tenha maiores proveitos.
Bem, voltando à minha pessoa, vou começar uma pequena prosopopéia do cotidiano de segunda-feira, feriado.
Eu, a Katy, o Henrique, a Cely e a Kakah tivemos a brilhante idéia de irmos ao boliche. Muito bem, eu adoro bolichear. E pelo que tavam me falando, a Cely era uma profissional (ou quase isso). Mas sinceramente,se eu jogasse de olhos vendados eu ainda venceria . Mas antes de ir ao boliche, vamos trocar o meu celular. Me apaixonei pelo Sony Ericsson W380. E ninguém mudaria este fato. Só que quando você quer comprar AQUILO, você nunca consegue, né? Mas uma coisa que o Ariel não faz é desistir. Ah não! Isso nunca! Depois de umas 10912 tentativas, resolvi que deveríamos jogar boliche antes de resolver este problema.
Vamos comer!! Claro, nada melhor do que o Burger King pra comer sem engordar nada. Whooper Triplo com Queijo e Bacon + Batata Grande + Copo Médio (free refill) foi o meu pedido. E não, não demos a maior volta pra chegar lá não, tá? Usamos o único caminho que nossos bilhetes únicos nos proporcionaram. E ponto.
No caminho pro boliche, tivemos alguns pequenos conflitos internos dentro do ônibus. A Katy teve mais um dos acessos de risada, principalmente quando viu que o homem que estava sentado ao lado se segurava ao máximo para não gargalhar dasmerdas coisas que a gente fazia/falava.
Finalmente o boliche. A primeira rodada foi pra aquecer, claro. Tudo bem que destruí todo mundo, mas foi divertido. No segundo match (que feio esse inglesismo) fizemos uma aposta: meninas contra moleques. Eu e o Henrique contra a rapa. Nóis contra a renca. Enfim, três contra dois. E por incrível que pareça, quando começamos a apostar, O HENRIQUE COMEÇOU A JOGAR BEM!! De 10 jogadas, 8 foram canaletas na primeira rodada. Mas na segunda, fez uma porrada de Spare, fez até Strike!! E o placar? Segue abaixo.

Resultado: as meninas estão nos devendo um sorvete. Seria de casquinha se pagassem na hora, mas sabem como funciona o inadimplemento da obrigação de fazer, né? A mora pega, hein! Cuidado!
Depois do boliche, uma passadinha em casa pra descansar e... CELULAR! Vamos comprar meu celular, já que nas lojas que eu fui ou não tinha ou o sistema estava fora do ar.
Chegando na VIVO do Shopping Metrô Santa Cruz, peguei minha senha de espera logo após confirmar que eles tinha o bendito aparelho e que estavam com sistema. 00061 era o número que estava. 00071 era a minha senha. 2 horas depois eu finalmente fui atendido. Ah, mas ele não me deixa em paz, Murphy não ficaria ali parado só olhando. Sim, meus caros, ele fez o maldito sistema da Vivo cair. E não, não estou mentindo ou sensacionalizando. A boa notícia é que fiz pirraça e fiquei ali até voltar. E não é que deu certo? 40 minutos depois eu finalmente consegui o tão sonhado aparelho, dando o antigo pra Katy que de início não gostou, mas que agora está até me trocando por ele. (Brincadeira, viu? Não me bata de toalha molhada)
Bem, terça e hoje foi um dia cheio. Trabalhos da faculdade, meu novo emprego que vou todos os dias sorrindo mais do que posso de tão magnificado... Enfim!
Agora em seguida uma inestória pra fechar a quarta-feira. Final de semana eu tento convencer ochato do professor a dar mais uma aulinha de português pra vocês, ok?
Forte abraço!!
E depois de um longo tempo sem postagens, cá estou eu. Não, não estou deixando de blogar por conta das provas da faculdade não. Estou sem tempo e internet mesmo. Mas isso deixa de se tornar uma má notícia quando se trata de um novo emprego! Sim, camaradas! Estou agora na minha área (jurídica), trabalhando no Banco Daycoval S/A na Av. Paulista! E claro, estou adorando, né?
Enfim, como quarta-feira tenho janela na faculdade e volto mais cedo pra casa, dá tempo de escrever alguma coisinha por aqui. Vou começar dizendo algumas coisas que o Professor Evilásio Custódio pediu pra que eu colocasse. É sobre o comentário das aulas dele.
O superlativo de chique é chiquíssimo, "se for falar, tá?"Querida, muito obrigado pela observação. Adoro participação em minhas aulas, inclusive você merece ponto positivo. Gostei inclusive da ironia, achei super familiar. Mas devo incluir que o adjetivo "chique" é admitido das duas formas na atual Gramática, assim como o verbo particípio "pego" colocado depois de ter/haver. Acontece que como a própria Gramática está uma bagunça, muitas regras acabam ficando confusas. Muita palavra que só era usada na "norma inculta" está sendo adotada como regra. Mas foi muito importante a sua colocação aqui, muito obrigado.
Olá malditos e Benditos ??
oque é isso uma aula de PORTUGUÊS ou de chingamentos ??
Odiei o jeito como o professor Evilásio enssina !
Obg tchau !
Bem, antes Xingar e fazer aprender do que falar de um modo ordinário e não enSinar nada, né? Espero que tenha maiores proveitos.
Bem, voltando à minha pessoa, vou começar uma pequena prosopopéia do cotidiano de segunda-feira, feriado.
Eu, a Katy, o Henrique, a Cely e a Kakah tivemos a brilhante idéia de irmos ao boliche. Muito bem, eu adoro bolichear. E pelo que tavam me falando, a Cely era uma profissional (ou quase isso). Mas sinceramente,
Vamos comer!! Claro, nada melhor do que o Burger King pra comer sem engordar nada. Whooper Triplo com Queijo e Bacon + Batata Grande + Copo Médio (free refill) foi o meu pedido. E não, não demos a maior volta pra chegar lá não, tá? Usamos o único caminho que nossos bilhetes únicos nos proporcionaram. E ponto.
No caminho pro boliche, tivemos alguns pequenos conflitos internos dentro do ônibus. A Katy teve mais um dos acessos de risada, principalmente quando viu que o homem que estava sentado ao lado se segurava ao máximo para não gargalhar das
Finalmente o boliche. A primeira rodada foi pra aquecer, claro. Tudo bem que destruí todo mundo, mas foi divertido. No segundo match (que feio esse inglesismo) fizemos uma aposta: meninas contra moleques. Eu e o Henrique contra a rapa. Nóis contra a renca. Enfim, três contra dois. E por incrível que pareça, quando começamos a apostar, O HENRIQUE COMEÇOU A JOGAR BEM!! De 10 jogadas, 8 foram canaletas na primeira rodada. Mas na segunda, fez uma porrada de Spare, fez até Strike!! E o placar? Segue abaixo.
Resultado: as meninas estão nos devendo um sorvete. Seria de casquinha se pagassem na hora, mas sabem como funciona o inadimplemento da obrigação de fazer, né? A mora pega, hein! Cuidado!
Depois do boliche, uma passadinha em casa pra descansar e... CELULAR! Vamos comprar meu celular, já que nas lojas que eu fui ou não tinha ou o sistema estava fora do ar.
Chegando na VIVO do Shopping Metrô Santa Cruz, peguei minha senha de espera logo após confirmar que eles tinha o bendito aparelho e que estavam com sistema. 00061 era o número que estava. 00071 era a minha senha. 2 horas depois eu finalmente fui atendido. Ah, mas ele não me deixa em paz, Murphy não ficaria ali parado só olhando. Sim, meus caros, ele fez o maldito sistema da Vivo cair. E não, não estou mentindo ou sensacionalizando. A boa notícia é que fiz pirraça e fiquei ali até voltar. E não é que deu certo? 40 minutos depois eu finalmente consegui o tão sonhado aparelho, dando o antigo pra Katy que de início não gostou, mas que agora está até me trocando por ele. (Brincadeira, viu? Não me bata de toalha molhada)
Bem, terça e hoje foi um dia cheio. Trabalhos da faculdade, meu novo emprego que vou todos os dias sorrindo mais do que posso de tão magnificado... Enfim!
Agora em seguida uma inestória pra fechar a quarta-feira. Final de semana eu tento convencer o
Forte abraço!!
Relações:
Prof. Evilásio Custódio,
Prosopopéia do Cotidiano
quarta-feira, 16 de abril de 2008
A Incrível Missa: Tributo a Cyril Takayama
Meus queridos, como estão vocês?
Aproveitando novamente a hora do almoço para falar com todos os meus leitores queridos, vou fazer o prometido: falarei sobre a missa!
Juro que jamais presenciei algo tão divino em toda a minha vida! A Nova Igreja do Senhor é fantástica! Simplesmente o máximo! Na frente um padre, que nem parece padre, entrou com sua esposa loura de olhos azuis e blusa decotada. Ela pegou o microfone e disse: "Muito bom dia, pessoal! Hoje temos a presença de uma pessoa muito especial. Mas, como todos sabem, precisamos de uma certa quantia para trazê-la até aqui. Deixem o que puderem na cesta que está passando. Deus será grato pelo pouco que você der, mas se for seu salário inteiro com certeza não terá só a gratidão Dele, além de sua vaga no céu estar mais garantida. (...) Vamos receber com uma salva de palmas a Mala 'n' Drinha!!!". Logo depois da fala dela, o padre entrou na frente e disse, erguendo os braços: "Aleluia!".
Todos então começaram a aplaudir. Uma pequena garota, de uns 5 anos no máximo, saiu de uma cortina que havia atrás do altar. Sorrindo, recebeu o microfone da esposa do padre. Suas mãozinhas não conseguiam nem pegar direito. Mas ela continuou firme. Começou a recitar então: "Mutu boa noiti, mês imãos! Estô aqui pa lhis falá uma passagi muitu bunitinha do testamentu de Cyril, nosso Takayama!". E começou a ler o livro que dizia:
"Em uma tarde que parecia ser sombria,
Cyril saiu para uma peregrinação.
Ao encontrar várias mulheres da vida encostadas num poste
Ele perguntou se tinham um tempo
E na resposta positiva, ele pegou uma garrafa vazia
E ao balançá-la, ela encheu-se de água."
São Thomé das Letras, 5-4:2=3
Esta passagem lida pela garotinha emocionou a todos. Alguns até choraram. A garotinha continuou: "Você sabe o quê é isso, mermão? É forte! É poderoso! Pai da Eternidade e PRÍIIIIIIIIIIINCIPE DA PAAAAAAIIIHHH!! Alerula, glória a Cyril, nosso Takayama! Ele povra qui qualqué um de nóis consegue nossa garrafa vazia inchê de ága. É só acreditá, cooperar com o dízmo e ter fé! Aleluia, glória a Cyril, nosso Takayama!"
Depois disso, o padre pegou o microfone e disse: "Agora vamos dar continuidade com a Terceira Reza, ensinada por Cyril há três meses atrás. Aleluia, glória a Cyril." O piano soou e todos começaram a cantar a música que dizia o seguinte:
"Carxará de fósfro
Bicoro de Pato
Ocoros Raíbam
Carcanha de grilo
Asa de barata
Suvaco de cobra
Oreia de besoro
Paster de carne
Abre a porteira
Fecha a porteira
Garrafão de pinga
Minduim torrado
Jaqueta de coro
Já que tá que fique
Nosso Takayama é...
Cyril! Cyril! Cyril!!"
Depois de rezar essa magnífica prece cheia de conhecimento (principalmente gramatical), todos aplaudiram. O padre, a mulher do padre e a Mala 'n' Drinha disseram em uma só voz: "Aleluia irmãos!!" e desapareceram na cortina. Todos se levantaram e foram para suas casas, purificados.
Bem, estou atrasado. Espero que tenham gostado da missa. Voltarei lá todos os domingos.
Um beijo a todos vocês. Até a próxima!
=====================================================
OBSERVAÇÕES:
Sobre a Crítica deste capítulo:
-------------------------------------------------
Estamos criticando aqui não as religiões, mas sim a facilidade que elas têm de manipular a fé das pessoas, induzindo-as com objetos que mexem principalmente com o sentimento delas, dizendo "que você está com o demônio que habita no seu patrimônio" (Gabriel, o Pensador) e que para purificar deve entregar tudo a eles. A inspiração para escrever este capítulo surgiu ao assistir ao filme que está abaixo.
De maneira alguma tentamos colocar aqui posições que vão contra as religiões. Ao contrário, na nossa opinião, o homem necessita de uma fé pra conseguir levar sua vida de uma maneira mais fácil, afinal de contas o ETERNO é o mesmo para todos. Criticamos aqui a doutrina aplicada por elas que sim, é corrompida, queira ou não. (Não generalizando)
As Inestórias de Epiriquidiberto - Todas as quartas-feiras de noite, aqui no Castelo de Marfim e na Vida de um Universitário.
Aproveitando novamente a hora do almoço para falar com todos os meus leitores queridos, vou fazer o prometido: falarei sobre a missa!
Juro que jamais presenciei algo tão divino em toda a minha vida! A Nova Igreja do Senhor é fantástica! Simplesmente o máximo! Na frente um padre, que nem parece padre, entrou com sua esposa loura de olhos azuis e blusa decotada. Ela pegou o microfone e disse: "Muito bom dia, pessoal! Hoje temos a presença de uma pessoa muito especial. Mas, como todos sabem, precisamos de uma certa quantia para trazê-la até aqui. Deixem o que puderem na cesta que está passando. Deus será grato pelo pouco que você der, mas se for seu salário inteiro com certeza não terá só a gratidão Dele, além de sua vaga no céu estar mais garantida. (...) Vamos receber com uma salva de palmas a Mala 'n' Drinha!!!". Logo depois da fala dela, o padre entrou na frente e disse, erguendo os braços: "Aleluia!".
Todos então começaram a aplaudir. Uma pequena garota, de uns 5 anos no máximo, saiu de uma cortina que havia atrás do altar. Sorrindo, recebeu o microfone da esposa do padre. Suas mãozinhas não conseguiam nem pegar direito. Mas ela continuou firme. Começou a recitar então: "Mutu boa noiti, mês imãos! Estô aqui pa lhis falá uma passagi muitu bunitinha do testamentu de Cyril, nosso Takayama!". E começou a ler o livro que dizia:
"Em uma tarde que parecia ser sombria,
Cyril saiu para uma peregrinação.
Ao encontrar várias mulheres da vida encostadas num poste
Ele perguntou se tinham um tempo
E na resposta positiva, ele pegou uma garrafa vazia
E ao balançá-la, ela encheu-se de água."
São Thomé das Letras, 5-4:2=3
Esta passagem lida pela garotinha emocionou a todos. Alguns até choraram. A garotinha continuou: "Você sabe o quê é isso, mermão? É forte! É poderoso! Pai da Eternidade e PRÍIIIIIIIIIIINCIPE DA PAAAAAAIIIHHH!! Alerula, glória a Cyril, nosso Takayama! Ele povra qui qualqué um de nóis consegue nossa garrafa vazia inchê de ága. É só acreditá, cooperar com o dízmo e ter fé! Aleluia, glória a Cyril, nosso Takayama!"
Depois disso, o padre pegou o microfone e disse: "Agora vamos dar continuidade com a Terceira Reza, ensinada por Cyril há três meses atrás. Aleluia, glória a Cyril." O piano soou e todos começaram a cantar a música que dizia o seguinte:
"Carxará de fósfro
Bicoro de Pato
Ocoros Raíbam
Carcanha de grilo
Asa de barata
Suvaco de cobra
Oreia de besoro
Paster de carne
Abre a porteira
Fecha a porteira
Garrafão de pinga
Minduim torrado
Jaqueta de coro
Já que tá que fique
Nosso Takayama é...
Cyril! Cyril! Cyril!!"
Depois de rezar essa magnífica prece cheia de conhecimento (principalmente gramatical), todos aplaudiram. O padre, a mulher do padre e a Mala 'n' Drinha disseram em uma só voz: "Aleluia irmãos!!" e desapareceram na cortina. Todos se levantaram e foram para suas casas, purificados.
Bem, estou atrasado. Espero que tenham gostado da missa. Voltarei lá todos os domingos.
Um beijo a todos vocês. Até a próxima!
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OBSERVAÇÕES:
Sobre a Crítica deste capítulo:
-------------------------------------------------
Estamos criticando aqui não as religiões, mas sim a facilidade que elas têm de manipular a fé das pessoas, induzindo-as com objetos que mexem principalmente com o sentimento delas, dizendo "que você está com o demônio que habita no seu patrimônio" (Gabriel, o Pensador) e que para purificar deve entregar tudo a eles. A inspiração para escrever este capítulo surgiu ao assistir ao filme que está abaixo.
De maneira alguma tentamos colocar aqui posições que vão contra as religiões. Ao contrário, na nossa opinião, o homem necessita de uma fé pra conseguir levar sua vida de uma maneira mais fácil, afinal de contas o ETERNO é o mesmo para todos. Criticamos aqui a doutrina aplicada por elas que sim, é corrompida, queira ou não. (Não generalizando)
As Inestórias de Epiriquidiberto - Todas as quartas-feiras de noite, aqui no Castelo de Marfim e na Vida de um Universitário.
sexta-feira, 11 de abril de 2008
Maldita televisão

Será que sou só eu quem acha que estão fazendo injustiças?? Acabo de ver mais um Plantão da Globo e fiquei profundamente chocado e triste com a atitude da multidão em querer linchar o SUSPEITO do crime do caso Isabella Nardoni, Alexandre Nardoni. Eu não queria me posicionar aqui no blog sobre quem de fato cometeu o crime. Mas sejamos humanos e principalmente RACIONAIS!! Se você acha que foi ele, guarde sua indignação até que seja comprovado que ele de fato tenha cometido o crime. Ou senão jogue na mega-sena e saia gritando que você ganhou sem saber do resultado antes. Não, não é diferente. É a mesma coisa.
O que me deixa mais puto nisso tudo é que essa multidão é a MASSA GLOBALIZADA, a massa que acredita em tudo o que a Televisão diz. São aqueles que ouviram um boato e o transformam em verdade sem nem comprovar. São aqueles que acham que o ridículo e destrutivo é legal só porque todo mundo gosta. São aqueles que odeiam ou amam alguém pelo simples fato desse alguém ser "bom" na Televisão. A merda da massa. A porra da massa. A mesma maldita massa que não abre os olhos, que gostam de seguir os outros, mesmo vendo que os outros estão errados. E temos sim o nosso filho da puta, o canalha que forma essa massa miserável, maldita e BURRA!! É tudo culpa da televisão. Não tem certeza de merda nenhuma, nem a própria polícia deu uma posição definitiva para o fato, mas eles estão lá, combatendo contra um simples SUSPEITO. Aliás, sabem eles o que significa SUSPEITO? Não, eu acho que não. Maldita massificação.
Eu estou torcendo para que não seja o Alexandre. Aí ele vai poder dizer um "Vão se foder, desgraçados!!!" tão gostoso pra todos aqueles que fizeram essa injustiça com ele, seguido de uma banana ou de um dedo do meio. Fora o enriquecimento com os processos: Estado (indenização por prisão indevida, mesmo que preventiva), pelo menos umas 5 emissoras de TV, apresentadores de programas, revistas, aquela mulher (não lembro se era delegada ou advogada) que o chamou de assassino e muitos outros. Não tem quem culpar?? Foda-se, vá procurar então. Agora cair em cima da maneira que fizeram é revoltante. Não discordo em fazer isso quando se tiver uma posição fática sobre o caso. Mas enquanto não se tem certeza, que tal esfriarem o rabo e deixar que a coisa se resolva?? Maldita televisão...
(Retirado do blog Mente Insana)quinta-feira, 10 de abril de 2008
quarta-feira, 9 de abril de 2008
[Inestória] A Invasão dos Velhinhos
Meus queridos! Como vão vocês?
Hoje estou aqui para fazer um desabafo. Já conto o que tanto me afligia. E o pior de tudo é que isso aconteceu em um dia, apenas um único dia.
Em virtude do meu novo emprego, fui fazer um trabalho de office-boy. Eu trabalho em São Lourenço da Serra, interior de São Paulo e fui mandado até a Capital, num bairro chamado Morumbi (mais exatamente no Portal do Morumbi) para que pagasse a conta de água do meu chefe. Peguei um ônibus só até a Estação Tietê. No metrô já começou a avacalhação: tinham no mínimo quinze assentos vazios. Uma velha parou na minha frente. Eu olhei e continuei sentado, na minha. Até que um cara que estava na porta caminhou até a minha presença e disse: "Amigo, deixa a senhora sentar-se aí neste banco.". E olha que eu nem estava naqueles bancos reservados, hein! Como não gosto de discutir com homens mais fortes do que eu, simplesmente me retirei.
Desci na Estação Santa Cruz para pegar um ônibus na frente do Shopping no qual se localiza o metrô. (Observação a parte: se você nunca andou de metrô em São Paulo, faça-o o mais rápido possível. É maravilhoso) Jardim Maria Sampaio era o nome do ônibus que estava escrito no meu guia. Entrei e vi o cobrador: era um velho. Eu dei pra ele R$ 5,30 para que fossem subtraídos R$ 2,30. Mas eu acho que ele não tinha entendido qual o valor real da passagem. Ele me voltou 50 centavos e disse para eu passar. Educadamente eu disse àquele cabeça de bagre podre que estava faltando. Perdi a paciência na 23ª tentativa de repetir "Está faltando troco", sempre seguido com a mesma assertiva "Hein?!".
Desculpem se pareço estressado, mas não disse quase nada do que eu ainda tenho que dizer. Finalmente cheguei ao banco. Maravilha! Meu serviço estará quase completo. Banco Público, agência do Portal do Morumbi (lugar sem muita movimentação de "povão", ou seja, só magnata), parecia uma tarefa fácil. Cheguei na fila: uau! 3 pessoas na minha frente e 2 caixas atendendo! Observei bem e um deles era velho. Mas não me importava com isso. Afinal, tudo que estava acontecendo não passava de mera coincidência.
O cara da minha frente carregava uma pasta enorme de documentos. Mas ainda tinha o outro caixa para fazer o pagamento: o caixa de atendimento preferencial. Quando o velho homem que atendia neste caixa terminou, anunciando minha vez, chegou uma senhora e passou na miha frente. Tudo bem, eu esperaria. Outra senhora chegou. E outra. E mais um senhor. Dois. Três. De repente, quando eu vi, tinha uma fila de 16 velhos no caixa preferencial. E aquela múmia que estava atendendo as outras múmias no caixa simplesmente fala: "Vou almoçar. Atende o resto aí, certo?" Nossa, eu fiquei furioso! Um único caixa, terminando as centenas de contas que o cara tinha que pagar pra depois atender aquela imensa massa velha que estava crescendo a cada minuto pra depois me atender?! É preciso ser muito artista. O serviço público está uma catástrofe!
Enfim consegui sair de lá boas horas depois de ficar roxo de ódio. Eu poderia jurar que o próximo velho que cruzasse meu caminho levaria uma bicuda tão forte que iria matar mais ainda o "falecido". Isso também serviria para velhas. Dizem que elas não tem tal instrumento, mas nenhum homem tem coragem de comprovar.
Voltei no ônibus e perguntei: "Por quê, Deus? Por quê faz isto comigo?". O mesmo, eu disse O MESMO cobrador estava me esperando. Pelo menos desta vez não foi tão ruim: dei a ele uma nota de R$1,00 dizendo que era a nova nota de R$ 2,30 ele aceitou. Não deve ter me ouvido, mas deve ter achado que a nota era de R$5,00.
Estava no metrô, querendo logo voltar para o trabalho quando outro filho duma desgrama me diz: "Ae cara, deixa a senhora sentar no seu lugar". Ah não, eu explodi. Gritando e com muita raiva, dei uma boa resposta: "DEIXO!". Fiz cara feia. A velha olhou e falou, exalando aquele bafo desgraçado de palmito ardido: "É, não se fazem mais jovenzinhos como antigamente, blá, blá, blá, patati patatá". Que vontade louca de arremessar um botijão de gás na boca dela, pra fazer ela parar de falar.
Felizmente não tive problema com os velhos do ônibus de volta para a São Lourenço. Cheguei e entreguei os documentos pro chefe e vim almoçar. Agora estou tomando coragem pra próxima tarefa: levar a mãe do chefe ao supermercado. Ainda bem que a Mary vai comigo. Lembra daquela menina que se parece a Marília Gabriela? Pois então, ela vai me dar uma força. Vai dar tudo certo! Tomara...
Percebi que detesto velhos e principalmente velhas. Com o rostinho "inocente" se acham no direito de terem mais direitos do que você. Ai que raiva! E no trânsito então? Acho que São Paulo é um inferno no trânsito por causa dessas "tiazonas" que bagunçam tudo, achando que andar de carro é só pisar no acelerador. E a voz rouca delas quando reclamam? Parece arranhar os ouvidos! Ah, como eu detesto velha! Odeio! Odeio!! Prefiro ter um filho viado do que ter um filho velha!!!
E por hoje encerro minha jornada aqui com vocês. Vou voltar ao expediente, o trabalho me chama. Afinal, sou brasileiro e não desisto nunca. E brasileiro ri de tudo também. Ri quando o preço da gasolina sobe, ri quando é assaltado, ri quando é baleado, ri quando tem o sonho arruinado... Ri até quando é gol da Argentina. Ok, Argentina não.
Bom, estou indo. Um beijo a todos vocês e até a próxima. E obrigado por ouvirem o meu sufocado grito de desespero que estava embolado na garganta.
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As Inestórias de Epiriquidiberto - Todas as quartas-feiras de noite, aqui no Castelo de Marfim e na Vida de um Universitário.
Hoje estou aqui para fazer um desabafo. Já conto o que tanto me afligia. E o pior de tudo é que isso aconteceu em um dia, apenas um único dia.
Em virtude do meu novo emprego, fui fazer um trabalho de office-boy. Eu trabalho em São Lourenço da Serra, interior de São Paulo e fui mandado até a Capital, num bairro chamado Morumbi (mais exatamente no Portal do Morumbi) para que pagasse a conta de água do meu chefe. Peguei um ônibus só até a Estação Tietê. No metrô já começou a avacalhação: tinham no mínimo quinze assentos vazios. Uma velha parou na minha frente. Eu olhei e continuei sentado, na minha. Até que um cara que estava na porta caminhou até a minha presença e disse: "Amigo, deixa a senhora sentar-se aí neste banco.". E olha que eu nem estava naqueles bancos reservados, hein! Como não gosto de discutir com homens mais fortes do que eu, simplesmente me retirei.
Desci na Estação Santa Cruz para pegar um ônibus na frente do Shopping no qual se localiza o metrô. (Observação a parte: se você nunca andou de metrô em São Paulo, faça-o o mais rápido possível. É maravilhoso) Jardim Maria Sampaio era o nome do ônibus que estava escrito no meu guia. Entrei e vi o cobrador: era um velho. Eu dei pra ele R$ 5,30 para que fossem subtraídos R$ 2,30. Mas eu acho que ele não tinha entendido qual o valor real da passagem. Ele me voltou 50 centavos e disse para eu passar. Educadamente eu disse àquele cabeça de bagre podre que estava faltando. Perdi a paciência na 23ª tentativa de repetir "Está faltando troco", sempre seguido com a mesma assertiva "Hein?!".
Desculpem se pareço estressado, mas não disse quase nada do que eu ainda tenho que dizer. Finalmente cheguei ao banco. Maravilha! Meu serviço estará quase completo. Banco Público, agência do Portal do Morumbi (lugar sem muita movimentação de "povão", ou seja, só magnata), parecia uma tarefa fácil. Cheguei na fila: uau! 3 pessoas na minha frente e 2 caixas atendendo! Observei bem e um deles era velho. Mas não me importava com isso. Afinal, tudo que estava acontecendo não passava de mera coincidência.
O cara da minha frente carregava uma pasta enorme de documentos. Mas ainda tinha o outro caixa para fazer o pagamento: o caixa de atendimento preferencial. Quando o velho homem que atendia neste caixa terminou, anunciando minha vez, chegou uma senhora e passou na miha frente. Tudo bem, eu esperaria. Outra senhora chegou. E outra. E mais um senhor. Dois. Três. De repente, quando eu vi, tinha uma fila de 16 velhos no caixa preferencial. E aquela múmia que estava atendendo as outras múmias no caixa simplesmente fala: "Vou almoçar. Atende o resto aí, certo?" Nossa, eu fiquei furioso! Um único caixa, terminando as centenas de contas que o cara tinha que pagar pra depois atender aquela imensa massa velha que estava crescendo a cada minuto pra depois me atender?! É preciso ser muito artista. O serviço público está uma catástrofe!
Enfim consegui sair de lá boas horas depois de ficar roxo de ódio. Eu poderia jurar que o próximo velho que cruzasse meu caminho levaria uma bicuda tão forte que iria matar mais ainda o "falecido". Isso também serviria para velhas. Dizem que elas não tem tal instrumento, mas nenhum homem tem coragem de comprovar.
Voltei no ônibus e perguntei: "Por quê, Deus? Por quê faz isto comigo?". O mesmo, eu disse O MESMO cobrador estava me esperando. Pelo menos desta vez não foi tão ruim: dei a ele uma nota de R$1,00 dizendo que era a nova nota de R$ 2,30 ele aceitou. Não deve ter me ouvido, mas deve ter achado que a nota era de R$5,00.
Estava no metrô, querendo logo voltar para o trabalho quando outro filho duma desgrama me diz: "Ae cara, deixa a senhora sentar no seu lugar". Ah não, eu explodi. Gritando e com muita raiva, dei uma boa resposta: "DEIXO!". Fiz cara feia. A velha olhou e falou, exalando aquele bafo desgraçado de palmito ardido: "É, não se fazem mais jovenzinhos como antigamente, blá, blá, blá, patati patatá". Que vontade louca de arremessar um botijão de gás na boca dela, pra fazer ela parar de falar.
Felizmente não tive problema com os velhos do ônibus de volta para a São Lourenço. Cheguei e entreguei os documentos pro chefe e vim almoçar. Agora estou tomando coragem pra próxima tarefa: levar a mãe do chefe ao supermercado. Ainda bem que a Mary vai comigo. Lembra daquela menina que se parece a Marília Gabriela? Pois então, ela vai me dar uma força. Vai dar tudo certo! Tomara...
Percebi que detesto velhos e principalmente velhas. Com o rostinho "inocente" se acham no direito de terem mais direitos do que você. Ai que raiva! E no trânsito então? Acho que São Paulo é um inferno no trânsito por causa dessas "tiazonas" que bagunçam tudo, achando que andar de carro é só pisar no acelerador. E a voz rouca delas quando reclamam? Parece arranhar os ouvidos! Ah, como eu detesto velha! Odeio! Odeio!! Prefiro ter um filho viado do que ter um filho velha!!!
E por hoje encerro minha jornada aqui com vocês. Vou voltar ao expediente, o trabalho me chama. Afinal, sou brasileiro e não desisto nunca. E brasileiro ri de tudo também. Ri quando o preço da gasolina sobe, ri quando é assaltado, ri quando é baleado, ri quando tem o sonho arruinado... Ri até quando é gol da Argentina. Ok, Argentina não.
Bom, estou indo. Um beijo a todos vocês e até a próxima. E obrigado por ouvirem o meu sufocado grito de desespero que estava embolado na garganta.
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As Inestórias de Epiriquidiberto - Todas as quartas-feiras de noite, aqui no Castelo de Marfim e na Vida de um Universitário.
Boa sorte, Mallu! (Você vai precisar...)
Desculpem-me a falta de assunto, mas é que minha vida anda muito corrida nesses últimos dias. Provas, trabalhos, emprego... É, está sendo foda essa vida de universitário. Mas vamos em frente, né? É só uma pequena fase de 5 anos.
O resultado das duas primeiras provas foram até que satisfatórios. Tirei 2 nas duas, lembrando que ambas valem 3. Agora tenho que fazer um trabalho que não faço nem idéia de como começá-lo, fora que tem mais uma prova amanhã, prova fodida!

Bem, ontem eu estava aqui estudando a matéria da prova de ontem quando resolvi dar uma pausa pra comer. Fui vendo algumas comunidades do Orkut e os temas nela debatidos. Até que eu vi um link prum vídeo do Youtube. O vídeo é esse aqui:
Mallu Magalhães é uma garota de 15 anos de idade que escreve e compõe as próprias músicas e canta como ninguém. Inspirada por grandes músicos como Bobby Dylan e Elvis Presley, ela dá um show à parte, sem contar o jeitinho meigo, espontâneo e simpático de menina que ela tem. Super dez, procurem no Youtube a entrevista que ela fez no Programa do Jô.
Agora, um comentário à parte: tem gente que parece ter raiva desta garotinha. Dizem que ela não toca nada, que é mais uma que está se aproveitando do universo de artistas montados e que é uma adolescente irritante aderente à moda "cool", além também de acharem que ela não tem voz nenhuma e nem inteligência/cultura. Não me admira ouvir isso de pessoas que acham que a moda agora é o créu. Inveja é uma coisa assim: você tem raiva daquela pessoa e não sabe explicar o porquê, por isso começa a inventar essas teses que não tem muito fundamento. Em primeiro lugar, artistas montados são aqueles que se aproveitam de porcarias fracassadas e sem um pingo de cultura e instrução para se dar bem. Big Brother e filhos de artistas (sem generalizar, alguns são realmente bons) são alguns exemplos. O que aconteceu com a Mallu foi que ela colocou sua música no YouTube e de repente foi chamada pela TV pra ser entrevistada. Não vi nenhum aproveitamento. Agora, adolescente irritante é quase um pleonasmo. Quem não se irrita com adolescentes? Principalmente nessa idade! Não se espera que uma adolescente na idade dela fale como uma pessoa de 20 anos, né? Quer saber o pior? Tem gente que tem mais de 30 e fala pior do que ela... e ainda faz sucesso! Ela não tem voz?? Canta bem melhor do que esses MCs da vida. E tocar então? Ache uma reles alma que toque banjo como ela toca! Hoje em dia a moda é colocar uma batida e berrar algumas frases pornográficas e sem sentido. Ninguém se incomoda em fazer música. E se essa garota não tivesse inteligência e nem cultura, não faria músicas tão fantásticas e principalmente extraordinárias como ela fez agora.
O único problema da Mallu é que ela ainda não está acostumada com o universo da televisão, por isso ainda fica um pouco acanhada na frente das câmeras, o que a leva ficar um pouco mais "bobinha". Natural para uma pessoa da idade dela.
Sucesso, Mallu! E que você cresça e faça muito sucesso pra gente ouvir suas músicas tocando nas rádios. E muita força pra derrubar aqueles que não acreditam em você!
(Ouça as músicas dela: http://www.myspace.com/mallumagalhaes)
O resultado das duas primeiras provas foram até que satisfatórios. Tirei 2 nas duas, lembrando que ambas valem 3. Agora tenho que fazer um trabalho que não faço nem idéia de como começá-lo, fora que tem mais uma prova amanhã, prova fodida!

Bem, ontem eu estava aqui estudando a matéria da prova de ontem quando resolvi dar uma pausa pra comer. Fui vendo algumas comunidades do Orkut e os temas nela debatidos. Até que eu vi um link prum vídeo do Youtube. O vídeo é esse aqui:
Mallu Magalhães é uma garota de 15 anos de idade que escreve e compõe as próprias músicas e canta como ninguém. Inspirada por grandes músicos como Bobby Dylan e Elvis Presley, ela dá um show à parte, sem contar o jeitinho meigo, espontâneo e simpático de menina que ela tem. Super dez, procurem no Youtube a entrevista que ela fez no Programa do Jô.
Agora, um comentário à parte: tem gente que parece ter raiva desta garotinha. Dizem que ela não toca nada, que é mais uma que está se aproveitando do universo de artistas montados e que é uma adolescente irritante aderente à moda "cool", além também de acharem que ela não tem voz nenhuma e nem inteligência/cultura. Não me admira ouvir isso de pessoas que acham que a moda agora é o créu. Inveja é uma coisa assim: você tem raiva daquela pessoa e não sabe explicar o porquê, por isso começa a inventar essas teses que não tem muito fundamento. Em primeiro lugar, artistas montados são aqueles que se aproveitam de porcarias fracassadas e sem um pingo de cultura e instrução para se dar bem. Big Brother e filhos de artistas (sem generalizar, alguns são realmente bons) são alguns exemplos. O que aconteceu com a Mallu foi que ela colocou sua música no YouTube e de repente foi chamada pela TV pra ser entrevistada. Não vi nenhum aproveitamento. Agora, adolescente irritante é quase um pleonasmo. Quem não se irrita com adolescentes? Principalmente nessa idade! Não se espera que uma adolescente na idade dela fale como uma pessoa de 20 anos, né? Quer saber o pior? Tem gente que tem mais de 30 e fala pior do que ela... e ainda faz sucesso! Ela não tem voz?? Canta bem melhor do que esses MCs da vida. E tocar então? Ache uma reles alma que toque banjo como ela toca! Hoje em dia a moda é colocar uma batida e berrar algumas frases pornográficas e sem sentido. Ninguém se incomoda em fazer música. E se essa garota não tivesse inteligência e nem cultura, não faria músicas tão fantásticas e principalmente extraordinárias como ela fez agora.
O único problema da Mallu é que ela ainda não está acostumada com o universo da televisão, por isso ainda fica um pouco acanhada na frente das câmeras, o que a leva ficar um pouco mais "bobinha". Natural para uma pessoa da idade dela.
Sucesso, Mallu! E que você cresça e faça muito sucesso pra gente ouvir suas músicas tocando nas rádios. E muita força pra derrubar aqueles que não acreditam em você!
(Ouça as músicas dela: http://www.myspace.com/mallumagalhaes)
Relações:
O Mundo e Suas Crueldades,
Tecido de Palavras
terça-feira, 8 de abril de 2008
Chakras - Centros etéreos de força II
PARTE 2 - Funções dos Chakras
Iniciaremos o estudo das principais funções de cada um dos chakras pelo esplênico ou svadisthâna, por motivos que serão facilente percebidos.
O chakra esplênico é o centro distribuidor de prâna por excelência. Está, pois, na função direta da vida biológica, por assim dizer. Absorvendo os sete tipos de prâna, distribui-os através de seus seis raios para os demais chakras e para outras partes do corpo. A corrente rósea que brota do centro do chakra vitaliza o sistema nervoso e é a portadora do prâna físico, isto é, do prâna encarregado de manter a vida no organismo físico. São os átomos (partículas de matéria éter 1) carregados de prâna róseo, que, além de vitalizar o sistema nervoso, têm a propriedade de passar de um indivíduo para outro, levando a este a vitalidade que lhe faltava. Esta falta torna o homem extremamente sensível e irritável. O alívio se torna imediato logo que outra pessoa, dotada de muita vitalidade, derrama em seus nervos os átomos róseos que lhe faltam.
As partículas carregadas de prâna róseo absorvidas pelo organismo, espalhando em todas as direções, formam o chamado aura da saúde. O aura da saúde tem por função principal proteger o homem contra a invasão dos germes mórbidos. No estado de perfeita saúde, essas partículas são projetadas, através de poros, em linha reta, dando ao aura um aspecto estriado. Enquanto as linhas se conservarem rígidas, o corpo está mais ou menos ao abrigo de más influências físicas, tais como os germes das doenças, que são literalmente afastadas pelas correntes centrífugas da força prânica. Sobrevindo o enfraquecimento, por exemplo, de uma grande fadiga, de um ferimento, de um desregramento, a quantidade desses globos vitais diminui, facilitando a entrada dos germes perniciosos.
Um homem com excesso de vitalidade é para quando o cercam uma fonte de vida, que ele distribui mesmo inconscientemente. O efeito produzido pode intensificar-se desde que ele tenha consciência dessa força e a aplique metodicamente na cura de seus semelhantes. Estas considerações constituem a base e o fundamento da prática do chamado magnetismo animal. Os magnetizadoes são seres dotados de maior poder de transmitir esse tipo de prâna aos que dele carecem. O caso inverso é o daquelas pessoas que, por qualquer motivo, têm deficiência de prâna. Elas agem sobre as outras, mesmo inconscientemente, como verdadeiras esponjas, aspirando-lhes a vitalidade. Este fenômeno explica a sensação de esgotamento sentida na vizinhança de certos indivíduos, principalmente doentes. Os médiuns, tirando de si grande parte do prâna para a realização dos fenômenos espiritistas, tentam reequilibrar-se, mesmo inconscientemente, absorvendo o prâna dos presentes. Daí realizarem-se tais fenômenos em sessões coletivas, principalmente quando as pessoas dão-se as mãos. Há, finalmente, os nossos familiares macumbeiros, autênticos magos negros, com os quais só há prejuízos em manter contato, porque absorvem dos que se encontram ao seu lado não só o prâna físico, mas as demais modalidades de energia para a realização dos fenômenos de baixo psiquismo ou animismo, erroneamente chamados de fenômenos espíritas, pois não se referem ao espírito, mas à alma, e sobretudo à sua parte animal (ânima), isto é, ao que ela tem de mais primitivo.
Há uma maneira muito simples de se proteger o estudante de ocultismo contra esses vampiros. Basta, para que seu corpo fique fechado, que cruze os braços ou as pernas. Em certas ocasiões, numa longa viagem de trem ou ônibus, numa visita a um hospital ou noutras circunstâncias em que se sente estar o prâna sendo absorvido, bastará que se cruzem as mãos, os braços ou as pernas e ficaremos livres de qualquer vampiro, consciente (magos negros) ou inconsciente (invejosos).
Principalmente pelas mãos é que se dá a maior evasão de prâna, razão por que o cumprimento de se dar as mãos é grandemente prejudicial, sem contar o aspecto físico indiscriminado, tão condenável do ponto de vista higiênico. Ao contrário, quando o organismo está apto a servir de meio ao fornecimento de vida a outros seres que dela carecem, é através das mãos que se realiza a prática do magnetismo.
O chakra raiz ou mulâdhâra se acha localizado na base da coluna vertebral e tem por função fornecer aos órgãos genitais a energia sexual e ao sangue, o calor corporal. O mulâdhâra é ainda a sede da misteriosa força chamada kundalini, da qual trataremos mais adiante.
As duas correntes prânicas vindas do chakra esplênico transformam-se em três ao penetrar o mulâdhâra. Este se acha, portanto, animado por três correntes: vermelha, alaranjada e púrpura-escura; esta última deriva-se da corrente violeta que se destina ao chakra laríngeo.
A recusa constante em ceder à natureza inferior pode levar o homem a desviar as correntes destinadas aos órgãos genitais, dirigindo-as para o cérebro, onde seus elementos serão profundamente modificaddos. A corrente alaranjada se transformará em amarelo-brilhante, passando a ativar as forças intelectuais; o vermelho-escuro torna-se carmesim e reforça a afeição desinteressada e altruísta; finalmente, o púrpura-escuro transmuda-se em violeta-pálido, ativando a espiritualidade.
A transmutação dessas forças livra o homem dos desejos sexuais e evita-lhe os grandes perigos a que está sujeito quando se torna necessário a despertar o kundalini, cuja sede, como já dissemos, é o chakra raiz. Quando a sublimação é definitiva, o raio alaranjado eleva-se diretamente do esplênico ao cérebro sem passar pelo chakra raiz, seguindo através dos nâdi da coluna vertebral.
A sublimação dessas energias só se fazem com proveito quando o homem está suficientemente senhor do poder de manejá-las. Não se trata de anular uma função natural, mas de saber canalizar, pelo poder da vontade, as correntes prânicas do chakra raiz destinadas primariamente às funções procriadoras, quando disso houver necessidade, para auxiliar aquelas que nos mundos superiores têm idênticas funções. Trata-se de "transformar energia procriadora em energia criadora".
O problema do sexo é crucial para o discípulo e a sua importância é em geral subestimada por todas as correntes de idéias, donde resulta o recalcamento em que se debate a maioria dos seres. Esse problema é tão importante como complexo e o seu estudo integral não pode ser feito senão numa longa série de capítulos. As suas raízes repousam em época remotíssima. Diz a cronologia oculta que o sexo no homem surgiu há mais de dezoito milhões de anos, nos meados da terceira raça-mãe (lemuriana*). Mas o problema do sexo, para ser bem esclarecido, não pode limitar-se ao homem, porque diz respeito a todas as coisas criadas do Universo. Onde há criação, existe o poder criativo, que é o sexo em todas as suas gradações. E, em última análise, é a grande polaridade cósmica que os pitagóricos expressavam pelo número dois.
*Lemuriana: primeira raça humana com corpo físico existente na face da terra. Habitavam a região do Oceano Pacífico em terras conhecidas como Continente Lemúria, ou Terra de Mu há mais de 20 milhões de anos atrás.
O chakra umbilical ou manipûra, cujo aspecto e localização já estudamos em conjunto com os demais, é essencialmente o centro da força de ligação entre a consciência física e astral.
O perfeito funcionamento deste chakra permite ao homem tornar-se sensível às influências astrais. O corpo físico passa a sentir as simpatias e hostilidades do mundo ambiente. Percebe ou tem consciência do caráter agradável ou desagradável de certos lugares, sem que, no entanto, seja capaz de compreender a razão disso. Os fenômenos do mundo astral são revelados à consciência física através deste centro, sem que a mente identifique sua origem ou razão. O chakra umbilical fornece, pois, ao homem as faculdades de sentir os fenômenos que se passam no mundo astral. A maioria dos fenômenos que as pessoas intuitivas observam é devida ao grau de desenvolvimento do manipûra. Há nas crônicas dos acontecimentos ditos sobrenaturais uma infinidade de histórias interessantíssimas que se explicam através das faculdades que este chakra desenvolve, principalmente aqueles que dizem respeito à visões de acontecimentos que se passaram em lugares e épocas distantes. Isso porque, no plano astral, sendo tempo e espaço coisas inteiramente diferentes daquilo que concebemos no plano físico, os fenômenos de previsão de acontecimentos e de visões de fatos pretéritos são perfeitamente naturais e normais. A questão é ter o manipûra bem desenvolvido, para que esses fenômenos possam se revelar à consciência de vigília.
O chakra cardíaco, ou anahâta, cujo aspecto é o de uma flor de doze pétalas brilhantemente coloridas, tem certa semelhança com o chakra umbilical, no que se refere às faculdades que desenvolve. As faculdades que o chakra cardíaco desperta também se relacionam com o plano astral, porém, não com a sua fenomenologia vulgar e sim com as mais elevadas faculdades desse plano, que se ligam com as correspondentes faculdades do espírito. O desejo, expresso no plano astral, relaciona-se com o aspecto Vontade do Eu. E o anahâta desenvolve esse aspecto, que é plano e inseparável dos mais elevados sentimentos espirituais. Este é o chakra que, desenvolvido, caracteriza o Adepto* perfeito. Com isto já pode-se deduzir que o desenvolvimento somente do chakra umbilical pode levar o discípulo ao caminho da magia negra, que é para onde conduz a ambição de poder da fenomenologia astral, ou seja, os fenômenos psíquicos e metapsíquicos, enquanto que o desenvolvimento do anahâta o levará infalivelmente para o caminho do adeptado.
*Adepto: indivíduo que finaliza a iniciação, tornando-se, no senso comum, o que chamamos de iluminado.
É, pois, o chakra cardíaco a sede dos elevados sentimentos espirituais, tais como amor desinteressado e nobre, fraternidade, simpatia pelas dores e alegrias alheias, altruísmo, sacrifício, entre outros. É importante este chakra para a evolução espiritual do discípulo que sobre ele se dá nas escolas iniciáticas um exercício especial, depois de um largo período de prática de ioga dos chakras.
A cor do chakra laríngeo ou vishuda provém das correntes do chakra esplênico, que tem as cores azul e violeta e que se transformam em azul-claras e azul-escuras. A corrente azul-escura atravessa e vivifica o chakra, bem como toda a região da garganta. A força e elasticidade das cordas vocais, num cantor ou num orador, devem-se à atividade desse raio.
A vitalidade emanada do raio azul-escuro se derrama pelas regiões inferiores e centrais do cérebro, estimulando, juntamente com uma parte do amarelo vindo do chakra cardíaco, o pensamento ordinário. À deficiência destas correntes se devem certas formas de idiotismo. O raio violeta inunda as partes superiores do cérebro e tem por função despertar no homem os pensamentos e emoções de natureza elevada. É ainda o raio violeta que comunica um vigor especial ao chakra coronal.
O chakra frontal ou ãjñâ acha-se entre as sobrancelhas e te 96 pétalas coloridas, metade rosa e metade violeta, o que lhe dá a aparência de se achar dividido em duas partes. Isto conduziu certos videntes a julgar que este chakra possui apenas duas pétalas.
Não há ainda certeza sobre a origem das correntes que vivificam esse centro de força, embora se possa acreditar que elas derivem das correntes que saem do chakra laríngeo para a parte externa, que compreende 960 pétalas, enquanto a região central é vivificada pela corrente amarela vinda do cardíaco.
(J.H.S. - A Natureza Secreta do Homem, Editora SBE)
domingo, 6 de abril de 2008
Chakras - Centros etéreos de força

PARTE 1 - INTRODUÇÃO
Existem no duplo-etérico, ou seja, entre o corpo físico e o astral, ligando um ao outro, relacionados com órgãos físicos, certis centros de energia aos quais, na ciência dos hindus, se denominam chakras. Literalmente, chakra significa roda ou disco giratório. De fato, esses centros de energia assemelham-se a rodas em movimento. Aparecem aos olhos do clarividente à superfície do duplo-etérico, afastados do corpo denso menos de um centímetro e formando pequenos turbilhões de matéria etérea.
Seu desenvolvimento varia de indivíduo para indivíduo. Quando pouco desenvolvidos, têm um brilho muito fraco e seu movimento é apenas suficiente para lhes denunciar a existência. Caso contrário, resplandecem e palpitam com uma luz viva, como se fossem pequenos sóis, e têm diâmetros que variam de 5 a 15 centímetros. Nos recém-nascidos não passam de minúsculos círculos fracamente luminosos movendo-se lentamente.
Os chakras são como órgãos de ligação entre o físico denso e os demais veículos. Através deles flui a energia própria de cada corpo para a consciência de vigília. Isto fará compreender o que podemos afirmar: o homem pode levar uma existência muito ativa no plano astral, mental, etc, sem que disso tenha menor conhecimento em seu estado de vigília. O motivo é o pouco desenvolvimento de seus chakras, que nada têm a ver com o seu desenvolvimento espiritual, mas cuja consciência deve ser objeto de conquista para a realização dos desígnios da lei de evolução, sintetizada na definição magistral de Kût-Hûmi: "Evolução é a transformação de vida-energia em vida-consciência".
LOCALIZAÇÃO E ASPECTO DOS CHAKRAS
Vejamos, agora, sumariamente a localização e o aspecto de cada um dos sete chakras fundamentais.
O mais baixo está localizado na base da coluna vertebral, sobre o cóccix ou região sacra. É visto como um disco dividido em quatro partes iguais, duas de cor alaranjada e duas de cor vermelho-escuro, alternadamente. Dá-se a este chakra, que em sânscrito se chama mulâdhâra, o nome de chakra raiz.
Em seguida vem o colocado na região do baço, um pouco acima e à esquerda do umbigo. É visto como um disco dividido em seis pétalas, com as seguintes cores: vermelho, alaranjado, amarelo, verde, azul e violeta; e do centro brota a cor rósea. Tem o nome de chakra esplênico em visturde de sua localização, na altura do baço, sendo em sânscrito denominado svadisthâna.
O terceiro está colocado sobre o umbigo e por isto é chamado de chakra umbilical ou, sem sânscrito, manipûra. Tem dez pétalas, alternadamente vermelhas e verdes. Sua força é empregada nas manifestações anímicas denominadas impropriamente de "sessões espíritas", daí a dor de que geralmente sofrem os médiuns quando trabalham intensamente.
O quarto está colocado na região correspondente ao coração. Tem doze pétalas, todas de cor amarelo-ouro. Chama-se chakra cardíaco ou anahâta, em sânscrito. Lembramos ser o amarelo-ouro a cor relacionada com a inteligência pura e a alta espiritualidade, que também possui em seu aura estrelas cintilantes dessa mesma cor. Quando as imagens do Cristo aparecem com o coração exteriorizado, pretendeu-se com isto significar que é pelo chakra cardíaco que o homem deve procurar unir-se ao Eterno, isto é, pela bondade do coração, pelo amor que vai até o sacrifício, e que está ali simbolizado.
O quinto chakra, chamado chakra laríngeo, está colocado sobre o pomo-de-Adão, na parte dianteira do pescoço. Tem 16 pétalas, todas de cor azul-elétrico ou do luar refletido na superfície de um lago. Em sânscrito este chakra é denominado vishuda.
O sexto está localizado sobre a fronte, entre dois olhos e um pouco acima. Chama-se chakra frontal, em sânscrito, ãjnâ, e tem 96 pétalas, sendo 48 de um lado, coloridas de violeta (lado esquerdo) e 48 do outro lado, de cor rósea, o que dá a impressão de estar dividido em duas partes somente.
Finalmente, o último, chamado chakra coronal ou sahasrâra, em sânscrito, está colocado em plano horizontal na parte mais alta da cabeça. É dividido em 960 pétalas, todas púrpurea, tendo no centro um botão amarelo de 12 pétalas.
Sendo os chakras centros de força, estão saturados de prâna (sânscrito, princípio vital, alento da vida) de todas as espécies. O prâna brota do centro do chakra, vindo da quarta dimensão (inconcebível para a nossa mente, apta a raciocinar somente em três dimensões), seguindo primeiro em sentido perpendicular a este, para depois irradiar-se paralelamente à superfície do duplo-etérico, em várias direções. O número de direções corresponde ao número de pétalas de cada um dos chakras. As pétalas ou raios, dividindo o chakra em vários segmentos, dão-lhe a aparência de uma flor. Dái serem denominadas, em várias obras indianas, de flores, como por exemplo, "a flor do loto de mil pétalas", nome dado ao chakra coronal.
A corrente primária de energia prânica, fluindo pelo vértice do chakra e se espalhando perpendicularmente ao mesmo, origina correntes secundárias, em sentido perpendicular às primeiras, passando alternativamente sob e sobre as pétalas. Essas correntes secundárias é que dão o sentido de rotação do chakra. Assim, não se deve entender o chakra como um disco material em movimento, mas um espaço onde se concentra grande massa de energia movendo-se em determinado sentido e com vibração própria. Cada uma dessas forças ou correntes secundárias possui um comprimento de onda próprio, existindo milhares de ondas de diferentes comprimentos, segundo os respectivos planos com que se sintonizam.
Todos os chakras acham-se ligados à coluna vertebral, por onde fluem três tipos de energia de capital importância para a vida física, psíquica e espiritual do homem, através de canais chamados nâdi, que dirigem, cada um deles, para as seguintes vértebras: do chakra raiz (na base da espinha) para a 4ª vértebra sacra; do esplênico (altura do baço) para a 1ª lombar; do umbilical para a 8ª torácica; do cardíaco para a 7ª cervical; do laríngeo para a 3ª cervical; do frontal para a 1ª cervical e do coronal para a epífise.
Há exercícios próprios para o desenvolvimento dos chakras. Antes, porém, devem-se conhecer práticas preparatórias, pois prâna, a energia vital que brota desses centros etéreos de força, deve fluir ordenadamente, sob pena de se obterem resultados contraproducentes e até fatais. Aliás, quem não estiver em um verdadeiro colégio iniciático, onde tais práticas são realizadas sob a orientação segura e constituem mero apoio para equilibrar os corpos e ativar potencialidades superiores, com fins altruístas, é melhor que não se aventure nesse campo.
(J.H.S. - A Natureza Secreta do Homem, Editora SBE)
sexta-feira, 4 de abril de 2008
Véia Preta

Eu já não me lembro, já faz muito tempo
A primeira vez que ela passou por aqui
Não sei exatamente mas foi de repente
Quando eu olhei pro lado ela já estava ali
Ela veio aqui de perto, ela veio do deserto
Mas se não há mais desertos por aqui
Dizem também que ela fala com o capeta
É uma velha preta que está sempre por aqui
Dizem que se você duvidar
Seu corpo e seu sangue ela volta pra tomar
Dizem que se nela você não acreditar
Sua vida e sua alma ela volta pra buscar
Mas dizem que se você duvidar
Seu corpo e seu sangue ela volta pra tomar
Dizem que se nela você não acreditar
Sua vida e sua alma ela volta pra buscar
"O que cê que saber?"
Pergunta pra véia ela vai responder
"O que cê que saber?"
Passado e futuro ela vai te dizer
Ela joga algumas pedras, fuma algumas ervas
Ela pega umas raízes e esfrega em você
Você pode não querer, você pode até não crer
Mas o que ela fala é o que vai acontecer
Dizem que se você duvidar
Seu corpo e seu sangue ela volta pra tomar
Dizem que se nela você não acreditar
Sua vida e sua alma ela volta pra buscar
Dizem que se você duvidar
Seu corpo e seu sangue ela volta pra tomar, hã!
Dizem que se nela você não acreditar
Sua vida e sua alma ela volta pra buscar
"O que cê que saber?"
Pergunta pra véia ela vai responder
"O que cê que saber?"
Passado e futuro ela vai te dizer!
(Ostheobaldo)
quinta-feira, 3 de abril de 2008
Desordem no Tribunal
Como eu curso Direito, senti-me na liberdade de postar aqui algumas anedotas e carões cometidos nos tribunais sem ofender o profissional da área (já que também sou). Retirados do livro "Desordem no Tribunal", são frases verdadeiras e que de fato aconteceram, anotadas pelos escreventes que tiveram que se conter para não perderem a linha.
____________________________________________
Advogado : Qual é a data do seu aniversário?
Testemunha: 15 de julho.
Advogado : Que ano?
Testemunha: Todos.
____________________________________________
Advogado : Essa doença, a miastenia gravis, afeta sua memória?
Testemunha: Sim.
Advogado : E de que modo ela afeta sua memória?
Testemunha: Eu esqueço das coisas.
Advogado : Você esquece... Pode nos dar um exemplo de algo que você tenha
esquecido?
____________________________________________
Advogado : Que idade tem seu filho?
Testemunha: 38 ou 35, não me lembro.
Advogado : Há quanto tempo ele mora com você?
Testemunha: Há 45 anos.
______________________________ ______________
Advogado : Qual foi a primeira coisa que seu marido disse quando acordou
aquela manhã?
Testemunha: Ele disse, "Onde estou, Bete?"
Advogado : E por que você se aborreceu?
Testemunha: Meu nome é Célia.
____________________________________________
Advogado : Me diga, doutor... não é verdade que, ao morrer no sono, a pessoa
só saberá que morreu na manhã seguinte?
____________________________________________
Advogado : Seu filho mais novo, o de 20 anos...
Testemunha: Sim.
Advogado : Que idade ele tem?
______________________________________________
Advogado : Sobre esta foto sua...o senhor estava presente quando ela foi
tirada?
_______________________________________________
Advogado : Então, a data de concepção do seu bebê foi 08 de agosto?
Testemunha: Sim, foi.
Advogado : E o que você estava fazendo nesse dia?
_______________________________________________
Advogado : Ela tinha 3 filhos, certo?
Testemunha: Certo.
Advogado : Quantos meninos?
Testemunha: Nenhum
Advogado : E quantas eram meninas?
_______________________________________________
Advogado : Sr. Marcos, por que acabou seu primeiro casamento?
Testemunha: Por morte do cônjuge.
Advogado : E por morte de que cônjuge ele acabou?
_______________________________________________
Advogado : Poderia descrever o suspeito?
Testemunha: Ele tinha estatura mediana e usava barba.
Advogado : E era um homem ou uma mulher?
_______________________________________________
Advogado : Doutor, quantas autópsias o senhor já realizou em pessoas mortas?
Testemunha: Todas as autópsias que fiz foram em pessoas mortas...
______________________________ _________________
Advogado : Aqui na corte, para cada pergunta que eu lhe fizer, sua resposta
deve ser oral, Ok? Que escola você freqüenta?
Testemunha: Oral.
_______________________________________________
Advogado : Doutor, o senhor se lembra da hora em que começou a examinar o
corpo da vitima?
Testemunha: Sim, a autópsia começou às 20:30 h.
Advogado : E o sr. Décio já estava morto a essa hora?
Testemunha: Não... Ele estava sentado na maca, se perguntando porque eu
estava fazendo aquela autópsia nele.
_____________________________________________
Advogado : O senhor está qualificado para nos fornecer uma amostra de urina?
_______________________________________________
Advogado : Doutor, antes de fazer a autópsia, o senhor checou o pulso da
vítima?
Testemunha: Não.
Advogado : O senhor checou a pressão arterial?
Testemunha: Não.
Advogado : O senhor checou a respiração?
Testemunha: Não.
Advogado : Então, é possível que a vítima estivesse viva quando a autópsia começou?
Testemunha: Não.
Advogado : Como o senhor pode ter essa certeza?
Testemunha: Porque o cérebro do paciente estava num jarro sobre a mesa.
Advogado : Mas ele poderia estar vivo mesmo assim?
Testemunha: Sim, é possível que ele estivesse vivo e cursando Direito em algum lugar!
____________________________________________
Advogado : Qual é a data do seu aniversário?
Testemunha: 15 de julho.
Advogado : Que ano?
Testemunha: Todos.
____________________________________________
Advogado : Essa doença, a miastenia gravis, afeta sua memória?
Testemunha: Sim.
Advogado : E de que modo ela afeta sua memória?
Testemunha: Eu esqueço das coisas.
Advogado : Você esquece... Pode nos dar um exemplo de algo que você tenha
esquecido?
____________________________________________
Advogado : Que idade tem seu filho?
Testemunha: 38 ou 35, não me lembro.
Advogado : Há quanto tempo ele mora com você?
Testemunha: Há 45 anos.
______________________________ ______________
Advogado : Qual foi a primeira coisa que seu marido disse quando acordou
aquela manhã?
Testemunha: Ele disse, "Onde estou, Bete?"
Advogado : E por que você se aborreceu?
Testemunha: Meu nome é Célia.
____________________________________________
Advogado : Me diga, doutor... não é verdade que, ao morrer no sono, a pessoa
só saberá que morreu na manhã seguinte?
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Advogado : Seu filho mais novo, o de 20 anos...
Testemunha: Sim.
Advogado : Que idade ele tem?
______________________________________________
Advogado : Sobre esta foto sua...o senhor estava presente quando ela foi
tirada?
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Advogado : Então, a data de concepção do seu bebê foi 08 de agosto?
Testemunha: Sim, foi.
Advogado : E o que você estava fazendo nesse dia?
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Advogado : Ela tinha 3 filhos, certo?
Testemunha: Certo.
Advogado : Quantos meninos?
Testemunha: Nenhum
Advogado : E quantas eram meninas?
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Advogado : Sr. Marcos, por que acabou seu primeiro casamento?
Testemunha: Por morte do cônjuge.
Advogado : E por morte de que cônjuge ele acabou?
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Advogado : Poderia descrever o suspeito?
Testemunha: Ele tinha estatura mediana e usava barba.
Advogado : E era um homem ou uma mulher?
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Advogado : Doutor, quantas autópsias o senhor já realizou em pessoas mortas?
Testemunha: Todas as autópsias que fiz foram em pessoas mortas...
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Advogado : Aqui na corte, para cada pergunta que eu lhe fizer, sua resposta
deve ser oral, Ok? Que escola você freqüenta?
Testemunha: Oral.
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Advogado : Doutor, o senhor se lembra da hora em que começou a examinar o
corpo da vitima?
Testemunha: Sim, a autópsia começou às 20:30 h.
Advogado : E o sr. Décio já estava morto a essa hora?
Testemunha: Não... Ele estava sentado na maca, se perguntando porque eu
estava fazendo aquela autópsia nele.
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Advogado : O senhor está qualificado para nos fornecer uma amostra de urina?
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Advogado : Doutor, antes de fazer a autópsia, o senhor checou o pulso da
vítima?
Testemunha: Não.
Advogado : O senhor checou a pressão arterial?
Testemunha: Não.
Advogado : O senhor checou a respiração?
Testemunha: Não.
Advogado : Então, é possível que a vítima estivesse viva quando a autópsia começou?
Testemunha: Não.
Advogado : Como o senhor pode ter essa certeza?
Testemunha: Porque o cérebro do paciente estava num jarro sobre a mesa.
Advogado : Mas ele poderia estar vivo mesmo assim?
Testemunha: Sim, é possível que ele estivesse vivo e cursando Direito em algum lugar!
quarta-feira, 2 de abril de 2008
[Inestória] O Primeiro Emprego
Meus queridos! Há quanto tempo não nos falamos!
Pois é, tal sumiço foi causado devido a uma vaga que consegui em uma empresa de telecomunicações! Sim! Não sou estagiário, não faço bico. Sou registrado mesmo. Tenho uma carga horária de 120 horas semanais, trabalhando de segunda a sábado! Meu cargo? Sou Agente Especializado no Cumprimento Rígido de Ordenamento Superior! Bonito nome, não?
Então, acabei de começar a fazer minha hora de almoço e por isso vou aproveitar esses 10 minutos para conversar com vocês. Vou falar um pouco sobre meu emprego. Eu faço tudo o que meu chefe diz. Certa vez, irritado com assuntos pessoais ele ordenou que eu o distraísse. A ordem foi correr em círculos gritando como um porco. Se eu fiz isto? Já estou pegando o jeito! "Uíiii! Uíiii!!!".
Conheci uma garota na qual senti certa atração por ela. Eu até consegui um papo legal, mas quando o cara do outro setor chegou para conversar com ela, parece que fiquei invisível. Talvez eu tenha sido ofuscado pelo pequeno Rolex de ouro com ponteiros de diamante que reluziam uma luz tão forte quanto o sol. Eu tentei ouvir a conversa, juro que tentei! Mas ele falava de um jeito tão estranho que eu não conseguia identificar se era russo ou americano. Mas de uma coisa eu sei: ele era mais feio do que bater na mãe. Mas é como diz o ditado: "Entre ouro e beleza, a mulher prefere a riqueza". Triste realidade.
Falando em garotas, uma que trabalha no mesmo setor que eu parece ter gostado de mim. O nome dela é Maryffennícia Feliciana Arco e Flexa. Até que ela é bonita. Lembra um pouco a Marília Gabriela.
Voltando ao assunto do meu cargo. Certa quarta-feira eu fui à feira. Fui comprar tomates premiados que meu chefe mandou. Claro, a feira não é o lugar exato para se encontrar este tipo de tomates, mas não gosto de discutir. Enfim, cheguei lá e encontrei um murmurinho: uma mulher gorda, muito gorda, monstruosamente gorda brigava com um feirante. Ela balançava e chacoalhava os braços de um modo que lembrava dois enormes guindastes girando. Ela estava furiosa, muito furiosa. Começou a destruir a barraca do moço que ficou parado, olhando tudo. Ela pisava nas frutas e as esmagava de um jeito que não se podia imaginar. E quanto mais ela esmagava aquelas frutas com seus enormes e pesados pés, mais fúria ela alimentava. Fiquei com medo de acabar as frutas e ela acabar pisando no feirante. E o mesmo ficou parado olhando. Felizmente o brotossauro pareceu saciar sua vontade de arrebentar tudo e saiu pisando forte, tremendo o chão. Fui perguntar ao feirante porquê ele não reagiu. A resposta que ele me deu foi coerente: "O prefeito mandou a gente não gritar mais". Uma semana depois o mesmo prefeito liberou a gritaria na feira. Tomara que aquela mulher volte, só pro feirante poder gritar "Ô SACO DE AREIA! QUEM VOCÊ PENSA QUE É?". Pensando bem, se ele fizer isso é capaz de ocorrer um terremoto ou quem sabe até mesmo uma erupção vinda diretamente do centro da Terra. Meu Deus!
Vou nessa. Acabou meus 10 minutos de almoço. Tenho um trabalho de casa pra fazer que meu chefe mandou. Quem quiser me ajudar, aceitarei sugestões! O trabalho é arranjar uma nova resposta para a misteriosa charada: "Por que a galinha atravessou a rua?". Devo arranjar uma resposta que seja diferente de "Pra chegar ao outro lado".
Só para finalizar: consegui uma vaga na missa de domingo da "Nova Igreja do Senhor"! Por apenas R$98,00 + dízimo eu consegui um banquinho na 137ª fileira. Segunda-feira conto a vocês como foi.
Um beijo a todos e até a próxima! Comam bananas! Elas evitam cãibras!
=====================================================
OBSERVAÇÕES:
Nada aqui dito neste capítulo teve espelho na realidade. Este capítulo foi escrito no dia 05/01/2007, o que impossibilita de citar verdades aqui.
Todos os personagens são fictícios e não foram inspirados em ninguém. Esta é apenas uma estória imaginária, sem relação com a realidade.
Parte da "Feira na quarta-feira" introduzida dia 11/04/2007, enquanto eu estava no hospital lendo um trecho do livro "O Cortiço".
As Inestórias de Epiriquidiberto - Todas as quartas-feiras de noite, aqui no Castelo de Marfim e na Vida de um Universitário.
Pois é, tal sumiço foi causado devido a uma vaga que consegui em uma empresa de telecomunicações! Sim! Não sou estagiário, não faço bico. Sou registrado mesmo. Tenho uma carga horária de 120 horas semanais, trabalhando de segunda a sábado! Meu cargo? Sou Agente Especializado no Cumprimento Rígido de Ordenamento Superior! Bonito nome, não?
Então, acabei de começar a fazer minha hora de almoço e por isso vou aproveitar esses 10 minutos para conversar com vocês. Vou falar um pouco sobre meu emprego. Eu faço tudo o que meu chefe diz. Certa vez, irritado com assuntos pessoais ele ordenou que eu o distraísse. A ordem foi correr em círculos gritando como um porco. Se eu fiz isto? Já estou pegando o jeito! "Uíiii! Uíiii!!!".
Conheci uma garota na qual senti certa atração por ela. Eu até consegui um papo legal, mas quando o cara do outro setor chegou para conversar com ela, parece que fiquei invisível. Talvez eu tenha sido ofuscado pelo pequeno Rolex de ouro com ponteiros de diamante que reluziam uma luz tão forte quanto o sol. Eu tentei ouvir a conversa, juro que tentei! Mas ele falava de um jeito tão estranho que eu não conseguia identificar se era russo ou americano. Mas de uma coisa eu sei: ele era mais feio do que bater na mãe. Mas é como diz o ditado: "Entre ouro e beleza, a mulher prefere a riqueza". Triste realidade.
Falando em garotas, uma que trabalha no mesmo setor que eu parece ter gostado de mim. O nome dela é Maryffennícia Feliciana Arco e Flexa. Até que ela é bonita. Lembra um pouco a Marília Gabriela.
Voltando ao assunto do meu cargo. Certa quarta-feira eu fui à feira. Fui comprar tomates premiados que meu chefe mandou. Claro, a feira não é o lugar exato para se encontrar este tipo de tomates, mas não gosto de discutir. Enfim, cheguei lá e encontrei um murmurinho: uma mulher gorda, muito gorda, monstruosamente gorda brigava com um feirante. Ela balançava e chacoalhava os braços de um modo que lembrava dois enormes guindastes girando. Ela estava furiosa, muito furiosa. Começou a destruir a barraca do moço que ficou parado, olhando tudo. Ela pisava nas frutas e as esmagava de um jeito que não se podia imaginar. E quanto mais ela esmagava aquelas frutas com seus enormes e pesados pés, mais fúria ela alimentava. Fiquei com medo de acabar as frutas e ela acabar pisando no feirante. E o mesmo ficou parado olhando. Felizmente o brotossauro pareceu saciar sua vontade de arrebentar tudo e saiu pisando forte, tremendo o chão. Fui perguntar ao feirante porquê ele não reagiu. A resposta que ele me deu foi coerente: "O prefeito mandou a gente não gritar mais". Uma semana depois o mesmo prefeito liberou a gritaria na feira. Tomara que aquela mulher volte, só pro feirante poder gritar "Ô SACO DE AREIA! QUEM VOCÊ PENSA QUE É?". Pensando bem, se ele fizer isso é capaz de ocorrer um terremoto ou quem sabe até mesmo uma erupção vinda diretamente do centro da Terra. Meu Deus!
Vou nessa. Acabou meus 10 minutos de almoço. Tenho um trabalho de casa pra fazer que meu chefe mandou. Quem quiser me ajudar, aceitarei sugestões! O trabalho é arranjar uma nova resposta para a misteriosa charada: "Por que a galinha atravessou a rua?". Devo arranjar uma resposta que seja diferente de "Pra chegar ao outro lado".
Só para finalizar: consegui uma vaga na missa de domingo da "Nova Igreja do Senhor"! Por apenas R$98,00 + dízimo eu consegui um banquinho na 137ª fileira. Segunda-feira conto a vocês como foi.
Um beijo a todos e até a próxima! Comam bananas! Elas evitam cãibras!
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OBSERVAÇÕES:
Nada aqui dito neste capítulo teve espelho na realidade. Este capítulo foi escrito no dia 05/01/2007, o que impossibilita de citar verdades aqui.
Todos os personagens são fictícios e não foram inspirados em ninguém. Esta é apenas uma estória imaginária, sem relação com a realidade.
Parte da "Feira na quarta-feira" introduzida dia 11/04/2007, enquanto eu estava no hospital lendo um trecho do livro "O Cortiço".
As Inestórias de Epiriquidiberto - Todas as quartas-feiras de noite, aqui no Castelo de Marfim e na Vida de um Universitário.
Sutileza Humana

É engraçado quando a gente chega em um ponto bem alto e olha pra baixo, observando que de certo ângulo o mundo pode caber em nossas mãos. Mas o mais engraçado é que o homem, dotado de tamanha inteligência e sabedoria, não se dá conta disso.
Vive reclamando. De tudo. De todos. Reclamam de um país que não dá condições para viver, sendo que na verdade é o mundo, de forma geral, que não dá esta condição. Reclamam dizendo que a vida não é fácil e que Deus não é justo, sendo que eles mesmos não fazem nada para procurar essa justiça. Reclamam que não têm trabalho, mas também não fazem nada para melhorar e se contentam com pequenas coisas, como vender doces no ônibus, nunca pensando em crescer. Reclamam da violência, mas pratica-a por qualquer coisa. Reclama do governo, mas se esquecem de que foram eles mesmos quem montaram esse tal "governo".
Quem não se lembra do que pregava a Revolução Francesa? Liberdade, igualdade e fraternidade. Liberdade, sim! Somos livres! Teoricamente teríamos o direito de ir, vir e permanecer em qualquer lugar, independente de fronteiras, independente de burocracia, independente de qualquer coisa. O mundo é nosso, deveríamos poder entrar e morar em qualquer rua, bairro, cidade, estado, país, no mundo! Igualdade, sim! Somos iguais em direitos, deveres e obrigações, independente de nossa raça, cultura, religião. Um negro tem o mesmo direito de almoçar em um restaurante alemão do que um louro almoçar em um restaurante africano. Um católico tem direito de amar os santos e anjos assim como um evangélico tem direito de amar Jesus Cristo. Um pobre tem o mesmo dever de pagar os seus impostos, assim como os ricos. Um rico tem a mesma obrigação de ir para a cadeia quando comete algum crime, assim como o pobre. Fraternidade! A extinção do egoísmo, este que destrói nações e que leva o homem à auto-destruição. O egoísmo cego, que mata por prazer, que rouba porque não está nem aí com a dificuldade que o outro teve pra comprar tal objeto roubado, que forma o famoso "se eu não tenho, ninguém terá". Fraternidade é unir os homens como irmãos, como verdadeiros irmãos, filhos de um só pai e uma só mãe.
Liberdade, igualdade e fraternidade. É, talvez esse seja o mundo utópico daqueles que almejaram essa pregação da Revolução Francesa. E é por isso que tanta cabeça rolou naquela época. Aconteceu há tanto tempo e ainda não há nem resquício de que isso vai acontecer. Ao contrário, temos lutas, guerras, sangue... Isso tudo por interesses unicamente pessoais, interesses pecuniários, que não passam de material barato perto da magnitude que um homem pode alcançar. Jamais reclamei do meu país, porque sei abrir os olhos e ver além dele. Não somos os únicos corruptos e corrompidos no mundo. Não somos os únicos violentos. Não somos os únicos pobres e nem os únicos que tentamos passar os outros pra trás. A verdade é que o mundo inteiro está passando por essa transição podre, por essa fase bárbara, onde a evolução da mente nos levará ao fim certo e sabido. Mas, enquanto este fim não chega, ainda há o que se fazer. Ainda há o que se trabalhar para que "O Grande Cataclismo" como diria Nostradamus, ou mesmo o "Apocalipse" da Bíblia não chegue. E a solução é simples. Foi pensado pelo homem há muito tempo. Três palavras. Apenas três palavras: liberdade, igualdade e fraternidade.
terça-feira, 1 de abril de 2008
Guns 'n' Roses fará show no Brasil
O vocalista da banda, Axl Rose, disse ontem estar arrependido das coisas que disse sobre o Brasil e que para se redimir fará um show aberto com a banda clássica no estádio do Maracanã e Morumbi. Dentre os integrantes, estará também o guitarrista Slash. Eles tocarão covers de algumas outras bandas, incluindo algumas do Ramones. Eles também tocarão a música "I'm", versão em inglês de "Gitâ" gravada pelo próprio Raul Seixas. Fora os covers, clássicos como "November Rain", "Sweet Child o' Mine" e "Paradise City" serão tocados no show.Em sua visita ao Brasil, há alguns anos atrás, Axl teve atitudes condenadas por toda a imprensa ao demonstrar repúdio à raça brasileira, aos negros e morenos. Uma das mais famosas frases lançadas pelo vocalista foi "Jogarei meus sapatos no lixo. Pisei com eles no Brasil".
Uhuhuhuhu!!! Eu sou o bobo, o palhaço, o joker, o palhaço!Enganei o bobo na casca do ovo!!! Eu sou um bobo, eu sou um palhaço!!
Xuxa engravida de gêmeos
A apresentadora e empresária Maria da Graça Xuxa Meneghel declarou nesta segunda-feira, 31, que está grávida de gêmeos.A confirmação, segundo à Rainha dos Baixinhos, veio há seis meses quando o teste de farmácia apresentou-se positivo. Reatado o namoro com Edson Arantes do Nascimento, a loura pretende seguir normalmente com sua vida ao lado do pai de seus filhos.
"Será um casal", afirmou Xuxa. Os dois escolheram essa semana o nome de seus filhos. O menino chamará Robinho e a menina se chamará Sesha.
Xuxa afirma ainda que não tem preocupações com possíveis ataques que receberá da imprensa.
Ráááááá! Enganei o bobo na casca do ovo!! PEGADINHAAAAAAA!
Mallandro pode voltar ao SBT
"Rááááááááá!"Depois de uma reunião com os sócios do SBT, o novo anúncio do Homem do Baú foi reestrear um programa infantil no qual o apresentador seria nada mais nada menos do que o nosso queridíssimo Sérgio Mallandro.
A idéia surgiu logo após um dos responsáveis pelo horário sugerir que o "Bom Dia & Cia", atual programação infantil do SBT, tivesse um auditório dividido em 2: meninos e meninas, nos quais disputariam provas entre si, ganhando prêmios. Foi daí que surgiu a idéia de provas como "A Porta dos Desesperados". Inicialmente, Mallandro fará parte apenas de alguns quadros, vindo a participar com maior freqüência ao longo do tempo.
Não há ainda um acordo afirmado. O SBT sugeriu um cachê de R$ 12.000,00 inicialmente, podendo variar para mais ou para menos, de acordo com a freqüência do apresentador.
O SBT divulgou, ainda, a nova lista da programação infantil que terá episódios inéditos de Chaves e Chapolim, animes como Full Metal Panic! e Bleach, além dos novos episódios de Naruto.
A idéia surgiu logo após um dos responsáveis pelo horário sugerir que o "Bom Dia & Cia", atual programação infantil do SBT, tivesse um auditório dividido em 2: meninos e meninas, nos quais disputariam provas entre si, ganhando prêmios. Foi daí que surgiu a idéia de provas como "A Porta dos Desesperados". Inicialmente, Mallandro fará parte apenas de alguns quadros, vindo a participar com maior freqüência ao longo do tempo.
Não há ainda um acordo afirmado. O SBT sugeriu um cachê de R$ 12.000,00 inicialmente, podendo variar para mais ou para menos, de acordo com a freqüência do apresentador.
O SBT divulgou, ainda, a nova lista da programação infantil que terá episódios inéditos de Chaves e Chapolim, animes como Full Metal Panic! e Bleach, além dos novos episódios de Naruto.
Ráááááá! Enganei o bobo na casca do ovo!! PEGADINHAAAAAAA!
Um ano depois...
Como algumas pessoas já sabem, hoje faz um ano que eu contraí uma doença que me deixou em risco de morte. Talvez tenha alguma coisa haver com o dia primeiro de abril e a sacanagem que eu fiz com a Katy. Talvez um castigo divino, não sei. Mas para comemorar a minha vitória, nada mais justo do que escrever um texto retratando o que eu passei lá dentro daquele quarto de hospital durante quase 20 dias. Ei-lo aqui para todos, levando em consideração que ele foi escrito há um ano atrás e que o meu chefe ainda era o grande Pastore.
Pois é, finalmente estou de volta. Sobrevivi 16 dias da minha vida em um angustiado quarto de hospital com uma doença que ameaçou tomar minha vida. Fiquei no desespero de ver as pessoas longe de mim, não podendo nem respirar o mesmo ar, precisando usar máscaras duplas no quarto onde fiquei por 3 dias em quarentena. A boa notícia é que estou vivo. Sobrevivi graças a coisas essenciais que me tornavam forte, firme e com vontade de viver. Quero agradecer às pessoas que me deram forças, que rezaram por mim. Todas as noites, enquanto dormia, eu sentia a vibração positiva de vocês. E sou totalmente e eternamente grato por essa energia. Agora eu me sinto bem, vivo, mais forte do que nunca.
Certas coisas acontecem nas nossas vidas pra nos fazer pensar. Pensar muito. Esta Meningite Bacteriana me fez perceber que minha vida é muito mais preciosa do que eu imaginava. Não que eu não desse o devido valor a ela, mas digo que depois de tudo o que passei sinto mais vontade de viver do que nunca. É terrivelmente péssima a sensação das paredes do quarto se fecharem cada dia que passa. É muito ruim sentir que por mais que você espere, não tem certeza de quando vai poder sair de lá. As janelas, ao mesmo tempo em que aliviavam a tensão, pareciam zombar de mim, mostrando que o mundo lá fora é grande. Então, para você que está lendo este texto agora, pense que a liberdade que você tem, por menor que seja, é valiosa e você jamais deve jogá-la fora.
Como eu vivo dizendo, nada acontece por acaso. Eu percebi que amo minha vida, começando por minha maravilhosa família (que inclui minha amada namorada e meus sogros). Amo meu emprego, amo o que faço. Amo minha faculdade, amo o que estudo. E agora no meu peito explode todo este sentimento de viver mais intensamente do que nunca. Viver o que já vivi. Viver o que estou vivendo. Viver o que deixei de viver e viver o que ainda tenho pra viver. Eu posso dizer que esse sentimento só explodiu porque corri um risco de morte. E a todos que estão lendo este texto, um recado: jamais reclame de sua vida sem antes analisá-la. Jamais dê o valor que algo merece depois que você o perde (ou quase perde). Quando encontrar desafios pela frente, não desista! Siga em frente, enfrente-o, encare-o com um sorriso no rosto, jamais perdendo o bom humor. Agradeça sempre por todos os dias que você acorda, pois eles são preciosos. E viva cada segundo da sua vida como se fosse o último, porque eles também têm o seu valor.
Agradeço à minha namorada que teve a paciência de me visitar, ouvir minhas reclamações e desabafos de todos os dias. Se teve algo de muito importante que me ajudou a não pirar naquele lugar foi todo o amor que ela dedicou a mim. Agradeço também a Beethoven e Paganini que me tranquilizaram nos momentos em que eu entrava em ponto de surto. Seu Madruga também fez a parte dele. Um Dreamcast numa TV de 14" conseguiu me distrair bastante também, principalmente nos domingos em que a televisão fica pior ainda. Os cuidados do hospital também foram essenciais, principalmente a maravilhosa comida que comi durante esses dias (digo a verdade, estava maravilhosa!). Agradeço às pessoas que me ligavam todos os dias, me distraindo e me alegrando. Do fundo do meu coração digo que vocês foram e serão importantes pra mim sempre. Agradeço a todas as visitas que recebi: Fábio Cunhado, Camilly, Juliana, Viviane, Tio Ivo, Fábio (Vivi), Maurizio (sogrão), Cris (sogrinha), Milton e Ivone. Agradeço também às pessoas que quiseram me visitar mas que por algum outro motivo de força maior não puderam e ficaram só mesmo no telefone. Sou muito grato também à extrema força que recebi de um amigo que por coincidência ou não é o meu dentista: Dr. Ricardo. Agradeço à preocupação do meu super chefe Pastore, que mesmo sabendo que eu estava sob isolamento absoluto foi me visitar, me dando mais vontade de lutar contra aquilo que me debilitava. Agradeço principalmente à minha mãe e ao meu pai que passaram as noites comigo naquele quarto desesperado, suando calorosamente, sentindo uma tremenda falta de ar, principalmente quando ainda tinham que usar as máscaras. Aline, Alan, meus lindos e amados irmãos que também não me abandonaram nem um segundo, não me esqueceram, sempre falavam comigo, aquecendo meu coração. E por fim, agradeço ao Eterno, pelas noites de diálogos e pela força que ele me deu todos esses dias que fiquei no hospital. Sem ele, seria muito mais difícil seguir em frente e estar tão cheio de vida como estou hoje.
Ariel Salgado Nascimento .
São Paulo, 18 de abril de 2007
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