terça-feira, 16 de junho de 2009

O último beijo


Estava em um daqueles dias bem entediados. Não havia nada na tevê, não havia nada em casa, nenhum programa, nenhum amigo. Apenas eu e ela, deitados no sofá, curtindo o ócio, segurando o saco cheio. Ela me fazia um gostoso e confortante cafuné. A ponta de seus dedinhos passavam entre meus cabelos, coçando levemente minha cabeça. Já havíamos, àquela hora, conversado sobre tudo. Mesmo com todo aquele nada pra ser feito, a companhia dela me salvava. Sempre me salvou e sempre me salvaria.

Foi então que meu pai chegou em casa. Como era incomum que trabalhasse naquele dia da semana, chegou, incomumente, mais cedo.

– Boa tarde. – cumprimentou ele, sério.
– Boa tarde! – respondi, igualmente.
– Boa tarde! – respondeu ela, com a voz suave, com o tom simpático, com o jeito feminino.

Meu pai sorriu. Era incrível como ela, só ela, com aquele dom que somente ela tinha, conseguia dissolver qualquer resquício de negatividade de qualquer pessoa. Meu pai, ainda sorrindo, perguntou:

– O que estão fazendo aqui na sala com a televisão desligada?
– Nada. – respondi.
– Não tem nada pra fazer? – perguntou ele.
– Nada. – respondi.
– Que tal então prepararem o jantar? – sugeriu o velho homem.
– Já fizemos isso! – disse ela, com seu jeitinho. – Está no forno, quentinho, quentinho.
– Ah, olha! Desse jeito você vai colocar meu filho no jeito quando casarem!
– Ela é incrível, né pai? – disse, olhando pra ela, me sentindo o homem mais feliz do mundo por sentir que cada segundo que passei da minha vida inteira procurando por ela realmente valeram a pena.
– Você me disse isso há três anos atrás, quando a me apresentou. E disse há dois meses, quando ficaram noivos.
– E direi sempre, enquanto eu puder me lembrar do brilho desses lindos olhos que me deixam louco toda vez que olham pra mim.

Ela riu. Riu com seu jeitinho. Riu de mim. Riu comigo. Jamais havia visto, em toda a minha vida, uma pessoa que pudesse falar tanto com os olhos como ela.

– Bom, por que não deixam de fazer nada e vão se livrar desse tédio? – sugeriu meu pai.
– E o que me diz? – perguntei.
– Vão, dêem uma volta. – disse ele, jogando um molho de chaves no meu colo. – Só deixe o tanque do jeito que está, tá?

Devo admitir que aquela era uma atitude rara. Não poderia desperdiçar o empréstimo do carro. Peguei o molho, agradeci, abri a porta e chamei o elevador. Ela agradeceu, pegou a bolsa, estalou um beijo macio no rosto duro do meu pai e puxou a porta, esperando o elevador comigo.

Nós não íamos muito longe. Conversávamos e ouvíamos música. O trânsito estava muito bom, não havia praticamente nenhum carro na rodovia. Cada segundo que passava firmava mais a minha certeza de que ela era a pessoa mais importante pra mim naquele mundo. No meu mundo. No mundo todo. Foi quando depois de uma curva havia um carro parado com o motor fundido, bem no meio da rodovia. Eu estava rápido. Não consegui parar, desviei pra direita. A música do rádio parou. O som daquela noite foi inesquecível: o canto dos pneus, vidros estourando. Por último, como uma facada em meu peito, o grito de dor.

Acordei com a chuva molhando o meu rosto. Vários pés. Comentários mudos. Uma única sensação, um mau sentimento. No momento em que eu a vi, a água fria da chuva misturou-se com a quente que saía de meus olhos. Meu peito doía, minha voz não saía. Ajoelhei-me perto dela e apoiei sua cabeça. Com aqueles olhos, olhou-me calorosamente. Sua voz, calma, suave e quente estava fraca.

– Abrace-me, amor, só por um pequeno momento.

Eu a abracei. Forte. Quente. A chuva desaparecera, levando as pessoas com seus comentários mudos. As luzes se apagaram, o som se dissolveu. Era apenas eu e ela naquele pequeno momento. Momento eterno. Seu coração estava quente, assim como minhas lágrimas sem limites. Olhei-a nos olhos, e demos um beijo. Apaixonado, quente, ansioso e triste. O maior e mais prolongado beijo. O nosso último beijo.

Eu havia encontrado a razão da minha vida, e sabia, naquele momento, que eu a tinha perdido. Ela se foi, mesmo eu a tendo segurado e abraçado forte. Eu perdi o meu amor naquela noite. Eu perdi a minha vida naquela noite.

E agora eu pergunto: onde estará minha linda? O Senhor a levou para longe de mim. Ela agora deve estar no Paraíso, então eu só tenho que ser bom, pra me encontrar com ela quando eu deixar este mundo.

(Baseado na música Last Kiss - Pearl Jam)

Cores e Formas dos Sentimentos


No mundo físico, as diferentes vibrações luminosas que ferem nossa vista são expressas por cores. No plano astral, existem não só todas as cores que nos são familiares, mas também muitas outras que a visão física não alcança. Os sentimentos que nos dominam em determinado momento imprimem ao corpo astral uma coloração própria, conforme a sua natureza. Graças a essa propriedade, o vidente, com a visão astral, pode estudar o que se passa na alma de qualquer ser pela observação do tipo, intensidade, distribuição, mutações etc, das cores de seu corpo astral. De fato, cada emoção, cada sentimento, cada sensação tem sua própria frequência vibratória, ou associação de frequências segundo sua complexidade, e transmitem tais oscilações vibratórias ao corpo astral. A recíproca a este fenômeno também é verdadeira, isto é, não só uma emoção dá ao astral determinado colorido, como, ao contrário, o corpo astral, excitado pelas vibrações de uma certa cor proveniente do exterior, responde com a emoção correspondente àquela cor. Este princípio é reconhecido e mesmo aplicado na medicina. Dá-se o nome de "cromoterapia" ao tratamento por meio das cores.

Quando o indivíduo tem uma determinada emoção continuamente, ela se torna dominante em seu temperamento; neste caso, seu corpo astral toma correspondente cor de maneira permanente.

Eis as principais emoções expressas pelo corpo astral por meio das cores:
Ódio e malícia - Nuvens espessas de cor negra.
Cólera - Clarões vermelho-escuro, habitualmente sobre fundo negro.
Irascibilidade - Nuvens escarlates.
Nobre indignação - Escarlate brilhante, sobre o fundo da aura.
Sensualidade - Vermelho-sanguíneo sombrio. Cor difícil de descrever, mas facilmente reconhecível.
Egoísmo - Cinzento-escuro, uma das cores mais frequentes no corpo astral.
Avareza - Vermelho-escuro, sombrio, ferruginoso, disposto em raios paralelos sobre o corpo astral.
Ciúme - Verde-escuro, iluminado por clarões escarlates.
Depressão - Cinzento-plúmbeo. Como o vermelho-escuro da avareza, aparece disposto em linhas paralelas, dando-nos a impressão de uma grade.
Medo - Cinzento-lívido, de tonalidade apavorante.
Amor egoísta - Carmesim sombrio e pesado.
Amor altruísta - Rosa, com laivos de lilás e excepcionalmente brilhante quando se trata de amor espiritual pela humanidade.
Orgulho e Ambição - Alaranjado. Aparece amiúde com as nuvens escarlates da irascibilidade.
Adaptabilidade - Verde. Tem esta cor numerosas significações, devendo ser cuidadosamente estudada para que a interpretação seja correta.
Astúcia e capacidade para enganar - Verde-escuro de aparência espumosa.
Versatilidade, aplicada de um modo altruísta - Verde-esmeralda.
Alegria - Manifesta-se por um brilho que abrange o corpo astral por inteiro e dá à superfície um estremecimento peculiar.
Surpresa - Azul-violeta, se a surpresa é agradável; pardo-escuro se for desagradável. Este sentimento é sempre acompanhado de uma contração brusca no corpo mental, que se comunica aos outros corpos e afeta, muitas vezes, o plexo solar, causando doenças ou provocando palpitações do coração e mesmo a morte.

A seguir, damos mais alguns aspectos que tomam o corpo astral, de acordo com o temperamento místico ou intelectual do indivíduo.
Inteligência - Esta faculdade caracteriza-se pela cor amarela, variando desde o amarelo mais carregado ao mais pálido e brilhante.
Inteligência aplicada a fins egoístas - Ocre, amarelo-carregado.
Inteligência nitidamente elevada - Amarelo-claro.
Inteligência pura (aplicada à filosofia e à matemática) - Cor de ouro.
Simpatia profunda e compaixão - Verde-pálido luminoso.
Sentimento religioso - Azul, sombrio ou claro. Aparece com todos os marizes, desde o azul-índigo ou azul-violeta até o mais escuro.
Devotamento a um nobre ideal - Azul-luminoso, marinho ou cobalto.
Afeição e devoção - Azul misturado com violeta.
Alta espiritualidade - Azul-lilás brilhante acompanhado geralmente de cintilantes estrelas douradas.

Visto que as emoções humanas raramente são de um tipo puro, bem definido, pode-se concluir que as suas cores, estampadas no aura astral, são muito misturadas, sombreando umas o brilho das outras e dando como resultado cores inteiramente diversas. Vimos também que o brilho distingue as emoções entre si. Deve-se, pois, tomar sempre esses fatos em conta.

A localização das cores tambpem constitui um ponto importante. Em geral as que expressam as qualidades do espírito situam-se na parte superior do aura; assim com o amarelo da inteligência, o rosa da afeição, o azul da devoção etc. As cores do egoísmo, da avareza, da malícia e do ódio localizam-se na parte inferior. Disso resulta que o homem não desenvolvido a parte superior do aura astral apresenta-se mais estreita, aparentando o conjunto um ovo com a ponta voltada para cima, enquanto com o homem desenvolvido d=a-se o contrário.

As cores que exprimem as qualidades inferiores ou egoístas manifestam-se na matéria astral mais grosseira, ao passo que as relacionadas com qualidades superiores ou altruístas o fazem na matéria dos subplanos mais sutis. Isto porque as vibrações astrais relativas a emoções superiores são mais intensas do que as das emoções grosseiras; noutros termos, a frequência vibratória dos subplanos superiores da matéria astral é maior do que a dos inferiores. Por conseguinte, as boas emoções, por serem de vibrações mais penetrantes, são mais persistentes. os efeitos de um sentimento de amor ou devotamento continuam dominando o corpo astral muito tempo depois de sua causa ter sido esquecida e, o que é mais importante, alcança outras regiões do ser diretamente ligadas ao Ego, o que não acontece com as emoções inferiores, cujo estado vibratório é relativamente lento.

(J.H.S. - A Natureza Secreta do Homem - 3ª Edição, 2002 - São Lourenço/MG, Editora SBE)

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Emo Core


Essa postagem será dividida em duas partes. A primeira delas eu vou dizer minha opinião para com essa tribo que se intitula "EMO" sem nem saber o que é ou qual sua origem, passando longe do que um verdadeiro Emo Core é. A segunda, praqueles que acabaram de falar "vai lá, espertão, diz aí então o que é um Emo Core", vou explicar a origem e evolução.

Navegando em Orkuts alheios, encontrei no perfil de uma "Srtª EmOxInHaA" o seguinte:

Quando eu tinha uns 14 anos, recebi um e-mail idêntico. Mas no lugar de Emo, colocaram MANO. "Mano não reclama, protesta!" Comparar um "Mano" com um Emo? Ficou um tanto quanto engraçado imaginar que um emo "não briga, sai socando". Então eu resolvi, por conta, arrumar essa tabela aí. Ficou assim:

Emo não passa vergonha, chora.
Emo não dorme, cansa de chorar.
Emo não briga, é saco de pancada.
Emo não vai em festa, fica em casa com o ursinho.
Emo não bebe, beber da rexxaca e ixu dói.
Emo não entende, é burro de natureza.
Emo não entra, prefere que entrem nele.
Emo não mata, morre.
Emo não pede, esperneia.
Emo não fala, chora.
Emo não reclama, chora.
Emo não xinga, é xingado.
Emo não namora, é assexuado.
Emo não ouve música, chora.
Emo não acha interessante, acha interexantuuuuooxxxxxuuuuu
Emo não descansa, vira purpurina.
Emo não é gente, é emo.

Minha opinião é que eles são uma nova tribo, uma coisa diferente. Atingem principalmente os adolescentes entre 12 e 17 anos que clamam por atenção que não foi dada por seus responsáveis. Falam tudo errado, como se tivessem 3 anos de idade. Não existe um idioma lógico na escrita deles, conhecem alguma palavrinha em inglês em seu escasso vocabulário e misturam com um português que não possui a fonética do S, trocando tudo por X. Curtem rock melódico de amores não correspondidos (uma espécie de pagode com guitarra) e choram ao ouvir Fresno ou My Chemical Romance. Não deveriam se chamar EMO (abreviação de Emotional Hardcore), e sim algo como Mel (abreviação do que poderia se chamar Melodical Hardcore). Há uma definição muito boa sobre emo aqui.

Emotional Hardcore, ou simplesmente EMO, é uma tribo que surgiu na década de 80, quando as bandas de Rock 'n' Roll "cansaram" de fazer músicas sobre revoltas com a sociedade, pequenas histórias ou outros temas. A partir daí, começaram a fazer músicas com o mesmo ritmo rock, mas com letras de amor, correspondido ou não. Vale ressaltar que, mesmo tendo essa alternatividade (que mais tarde sofreu fortes influências do Punk), as bandas desta tendência nunca se auto-intitularam "Emo" ou algo assim. Emotional Hardcore era apenas um estilo do rock, isto é, "emos" eram roqueiros que curtiam o som das músicas mais voltadas à emoção.

Algumas bandas podem ser citadas aqui, como Washington DC e 7 Seconds.

Com o passar dos anos, foi dado um novo ritmo e estilo ao Emo Core, motivo pelo qual eu acho que deveria mudar de nome, assim como o Rock 'n' Roll, ao se tornar mais pesado, mudou de nome para Heavy Metal. Hoje em dia, crianças e adolescentes com tendências a esta tribo não só ouvem a música como também tem estilo próprio da onda. Cabelos com cortes estranhos e franjas sobre os olhos, pra dar um clima "triste". Roupas sem muita cor mas com muito acessório.

Este estilo chegou ao Brasil por volta de 2003~2004, banalizando geral em 2005. E como brasileiro adora inventar, colocaram ao estilo essa linguagem que ninguém entende, alterou o modo de escrita e adotaram esse jeito e mentalidade de criança, involuindo a progressão cerebral e se fechando para o mundo, fazendo-se de vítimas de qualquer coisa. A maioria desses adolescentes fazem parte desta tribo apenas porque procuram atenção. O restante é emo porque realmente se identifica com o estilo e conhece suas raízes. Geralmente estes últimos não tem as características incrementadas pelos emos brasileiros.

Não tenho nada contra a opção das pessoas. O que não acho certo é que uma pessoa seja de um determinado jeito simplesmente porque o resto (ou algumas outras pessoas) falam que é legal. Se a pessoa é emo, tem que ser emo porque GOSTA, não porque os amigos são e muito menos pra chamar a atenção. Mas isso é coisa da idade.


Post Script: A "Srtª EmOxInHaA" acima descrita tem 18 anos de idade. Se você conversar com ela, jamais dirá que tem essa idade, e sim uns 12 ou 13 no máximo.

.

sábado, 6 de junho de 2009

Criatividade é Tudo [3]



Repito: japonês é foda!

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Sexta-feira 13

Todos sabem que sexta-feira 13 é o dia do azar, não importa o mês. Muitos acreditam, já fizeram até um filme em que um doido com uma máscara de hockey sai matando todo mundo nesse dia. Mas o que muitos não sabem é de como surgiu esse mito. E como o Castelo de Marfim não é só revolta, mas também cultura, vou explicar a todos a origem da tão temida Sexta-Feira 13.


No ano de 1286, na França, foi coroado como imperador Filipe IV, mais conhecido como Filipe, o Belo. Tal imperador começou a perseguir a Ordem dos Templários, querendo apropriar-se de seus bens. Ele julgava que os integrantes desta ordem se reuniam para tratar de assuntos de conspiração contra o reino e contra a Igreja. Desta forma, decretou-os como heréticos, ordenando a prisão de todos os seus integrantes.

No dia 13 de Outubro de 1307, exatamente ao mesmo tempo, foram presos todos que faziam parte da Ordem dos Templários, inclusive seu grão-mestre, Jacques DeMolay. Imediatamente após esta prisão em massa, foi proclamada por Guillaume de Nogaret todas as acusações contra a Ordem. Os lacaios do reino forçavam os templários prisioneiros a confessarem seus crimes, porém nenhum deles cedeu às pressões.

Apesar de preso, Jacques não pôde ser executado, pois ele era interno da Igreja e, assim, tinha proteção do Papa Clemente V. Isso causou um conflito entre Filipe e o Papa, que perdurou por alguns anos.

Em 1314, antes de falecer, o Papa Clemente V ordenou que uma comissão de bispos tratassem deste assunto. Com sua morte, os bispos proclamaram a inocência de Jacques e de toda sua ordem. Porém, com tudo indo contra sua vontade, Filipe decide dar um golpe e, mesmo contra a absolvição da Igreja, ele toma a decisão de levar Jacques DeMolay à fogueira. Deu a ele uma última chance de se defender, confessando seus crimes e de sua ordem, entregando todos os templários ao reino da França. As últimas palavras de Jacques, então, foram: "Queime-me nesta fogueira agora, e então terá 100 encarnações como mendigo!". Assim, Jacques foi morto em 18 de Março de 1314.

Em 29 de Novembro do mesmo ano, Filipe, enquanto caçava um cervo, caiu do cavalo, batendo sua cabeça em uma pedra. Antes de morrer, ele agonizava em seu leito, repetindo sempre a mesma frase: "A cruz templária! A cruz templária!". Segundo relatos, Filipe teria confessado a alguém que o socorreu que o cervo possuía uma cruz templária em seu peito, e logo após sua queda, o cervo se transformou em luz e desapareceu.

O coração de Filipe foi levado até o Mosteiro de Poissy, onde ficou até 21 de julho de 1695, quando um raio caiu, incendiando o que restava do Rei de Mármore.

Todos os descendentes de Filipe também morreram nos 14 anos seguintes de sua própria morte, extinguindo, assim, seu legado e império, que havia tradição já há 300 anos na França.

Jacques DeMolay foi eternizado como símbolo de lealdade, uma vez preferindo a morte do que entregar seus irmãos e trair a Ordem.

---

Em 1307 então começou a tradição da tão famosa sexta-feira 13 - o dia em que a maior ordem de prisão do mundo ocorreu, prendendo milhares de pessoas ao mesmo tempo. Aquele dia ficou conhecido como "O dia maldito". Havia sido tudo planejado por Filipe, inclusive a data. Desde então todos ficaram com receio de que pudesse haver uma nova revolução do reino, qualquer atitude ousada, como foi a de prender todos os templários. O real motivo foi se perdendo ao longo do tempo, mas o medo da data ainda continua até hoje.

.