quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Criatividade é Tudo [6]


Pra quem duvida, é só procurar na estação Palmeiras-Barra Funda, São Paulo. O nome foi tão criativo que essa casa lotérica ganhou, inclusive, o certificado do "Top of Mind", uma espécie de pesquisa feita com algumas pessoas pra ver qual é a primeira marca de determinado produto que vem à cabeça (achocolatado - Nescau; esponja de aço - Bom Bril, etc). Legal, né?

Uso Variado dos Sistemas Operacionais.


E não é que é verdade?
e vale a pena conferir mais gráficos em http://www.graphjam.com/
O site é em inglês, mas é fácil de entender.

Poltergeist no Elevador

Eis um video bastante curioso gerado por câmeras de segurança de um casino em Macau, na China. Resta saber se é armação ou se realmente ocorreu uma manifestação sobrenatural, um poltergeist. A gravação é de 2008, mas vale a pena conferir novamente!

video

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

A Origem do Hambúrguer


Veganos à parte, é difícil encontrar alguém que não goste desses pequenos bifes redondos feitos de carne moída (geralmente bovina), com cerca de 1 cm de altura, temperados com sal, pimenta e algumas vezes com ervas aromáticas, alho e cebola desidratada. Tradicionalmente utilizado em sanduíches, mas também apreciado no prato, acompanhado de bacon, queijo, ovos, batatas fritas e salada.
Poucos sabem que sua origem remete ao conquistador Genghis Khan (1167-1227), imperador do povo mongol. Relatos contam que pela necessidade de permanência dos cavaleiros mongóis em suas montarias, rumo as transições de terras e as intensas guerras. Era preciso criar alguma forma de alimentação rápida que não os obrigassem a desmontarem, surge então a idéia de colocar carne sob as selas, permitindo que mesmo em cavalgada, pudessem se alimentar. Em 1238, com a invasão mongol a Moscou liderada pelo neto de Genghis Khan, Khubilai Khan (1215-1294), os russos descobrem a rudimentar receita, e a concede um formato peculiar, nomeando-a de Steak Tartare (Bife dos Tártaros). Todavia, são nos arredores de Hamburgo na Alemanha do século XVIII, através dos marinheiros alemães que observaram a técnica de temperar carne bovina crua finamente picada, das tribos nômades da Europa Oriental e Ásia Ocidental, que a receita se aproxima do que conhecemos hoje.
A América, especificamente os EUA, vem conhecer tal receita apenas no século XIX, com a chegada dos imigrantes alemães, a qual recebeu o nome de "Hamburg Steak" (Bife à moda Hamburguesa). Seu uso começou a ser difundido na última década de XIX, quando Louis Lassen, um norte-americano dono de uma lanchonete em Connecticut, passou a servi-lo entre duas fatias de pão, o que resultou posteriormente numa alternativa ao hot-dog durante os jogos de baseball nos EUA, sendo abraçado logo após pelas grandes redes de fast food.
A introdução do hambúrguer no Brasil deve-se ao campeão americano de tênis, Robert Falkenburg, que abriu em 1952, em Copacabana, Rio de Janeiro, a primeira lanchonete nos padrões americanos de fast food, a BOB's. A novidade passou a fazer parte da crônica social do Rio e do Brasil, sendo frequentada por celebridades da época, como o compositor Villa Lobos, o músico de jazz Booker Pittman, entre outros.

É indiscutível que o hambúrguer se tornou o ícone alimentício das metrópoles, figurando em um clássico dos video-games, o Burgertime da empresa Data East, que fez fama nos anos 80 através de um antigo console brasileiro chamado Intellivision (comercializado pela Sharp).

Saudosistas de plantão que desejam jogar esta preciosidade, cliquem no link abaixo e boa diversão... http://mestredosjogos.net/mestredosjogos.net/file.php?f=85

'My d*ck in a box'

video

Este vídeo é um curta feito para o programa 'Saturday Night Live' da NBC. É uma paródia para as músicas dos anos 90, e é interpretada pelo trio The lonely Island, três comediantes que fazem paródias de diversos tipos. Neste vídeo há a participação de Justin Timberlake.

Vaidade




Palavra da semana: vaidade. Excessivo orgulho por algo que uma pessoa enxerga nela mesma, mas que os demais não conseguem admirar com igual intensidade. A palavra veio do latim, "vanus", vazio. Ao se espremer uma pessoa com alto teor de vaidade, obtém-se um suco de nada.

(Revista Época, 15.03.2007)

domingo, 27 de setembro de 2009

Criatividade é Tudo [5]



Apesar de não estar claro, esse vídeo foi feito por brasileiros.

Parque MJ




Pra entender melhor, leia aqui primeiro.

Agnaldo Timóteo: grande músico da arte brasileira, excelente profissional como tal. Como tal. Porém, desde que foi eleito pelo PR à Câmara dos Vereadores de São Paulo, não se ouve muito seu nome. Por isso eu acho que dessa vez ele quis aparecer. Porém, foi extremamente infeliz na escolha de como chamar a atenção.

Não me causa estranheza ele ter essa ideia absurda de mudar o nome do mais conhecido Parque da capital. Por quê? Simplesmente porque ninguém mais sabe (ou se lembra) do real valor que  o Parque do Ibirapuera representa e homenageia. Quatro letras talvez lembrem algumas pessoas: MMDC. Se não lembra, eu cito: Martins, Miragaia, Dráusio e Camargo. Os quatro jovens que foram um marco na Revolução Constitucionalista de 1932. Também podemos citar os Bandeirantes que se instalaram na capital, os centros culturais, as exposições, culturas mundiais e todos os outros marcos históricos ou não do estado e da capital.

Com todo o respeito ao Rei do Pop. Eu reconheço muito seu trabalho, aliás, quem me conhece sabe que sou um fanático compulsivo por MJ, a ponto de não acreditar ainda que ele tenha morrido. Porém, não acho justo que ele tome os espaços e interfira, de modo direto, na cultura de nós brasileiros. Mais ainda, não acho justo que ele interfira na cultura de nós, paulistas e paulistanos, que já não temos muitos pontos turísticos na cidade justamente por termos a fama de trabalharmos demais e não termos tempo para o lazer.

Agnaldo, você é um bom profissional da música. Se não fosse, não faria sucesso no Brasil inteiro. Agora, como vereador, com todo o respeito, você é bem fraquinho. Porém, não te culpo por tentar fazer isso com o parque. Você, mineiro, não tem a obrigação de saber da grandiosidade e importância dele para o estado paulista. Mas ainda há como homenagear o Michael aqui na capital: você tem a opção de fazer uma lei que declare algum dia do ano como o "Dia de Michael Jackson". Teria menos impacto, você conseguiria aparecer e não feriria nenhum patrimônio cultural da cidade.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Feliz Natal... vaca!

Ainda não é época de festas natalinas, mas me rachei com um vídeo enviado por um colega. Talvez meio old, mas engraçado.



Aproveito pra dizer que este mês será promissor: teremos a volta daquele que é amado por alguns e odiado pela maioria, o nosso Professor Evilásio Custódio! Aplausos e vaias, por favor!

Aguardem, em breve mais novidades!

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Filha



Ela estava sozinha. Desatenta, distante, distraída. Do outro lado, a mesa do café estava posta. A sala, vazia.

Jovem menina, sempre foi o centro de sua própria atenção. A criança que queria ser adulta. A adulta que queria ser criança.

Sua mãe falou, ela até tentou compreender. Mas uma sombra pairava sobre seus olhos. Sombra intencional. Ela não quer encarar o presente. Ela não quer me encarar.

Ela correu. Não dava pra negar, realmente havia algo de errado.

Entrei em seu quarto, todo pintado. Lá, deitada, ela abafava o choro em seu travesseiro. Sentei-me ao lado dela, repouseu minha mão em sua cabeça, alisando seus cabelos levemente cacheados. Minha voz, calma e suave, mal ressoou quando foi abruptamente interrompida por outra, com uma delicada ira:

– Não me chame de filha! Isso não faz o menor sentido!

Eu continuei passando minha mão em seus cabelos. Ao mesmo tempo em que eu tinha a impressão de que ela estava se acalmando, notava que seu choro era mais intenso.

– Eu posso não ter sido alguém muito presente em sua vida. Posso ter te dado a impressão de que não ligava pra vocês e que fingia que vocês não existiam. Eu realmente não queria que nada disso tivesse acontecido, filha!

– Não me chame de filha! Eu já disso que isso não faz nenhum sentido!

A criança levantou-se bruscamente e fingiu desatar a correr. Seu choro foi mais forte, fazendo-a parar.

– Não me chame de filha! Não faz sentido... não faz! As fotos mostram que não faz! Você nunca esteve com a gente! Você nos abandonou! Eu nem sei direito qual é o seu nome, droga!

Era nítido que ela não conseguia segurar suas lágrimas. Seu belo rosto, vermelho e molhado, possuía uma expressão de raiva carente. Em volta, todas as bonecas e ursos testemunhavam a cena. Eu me levantei. Ela ficou de costas.

– Filha...

Repentinamente, a ela virou-se, atirando-se em meus braços. Com o rosto apertado em meu peito, ela soluçava.

– Está tudo bem, filha. Está tudo bem... Não precisa correr ou se esconder. Você sabe, de qualquer forma, que eu te amo! E essa é minha chance de te mostrar! Eu acredito nisso! Acredite nisso... não espere pelo amanhã, pois pode ser que ele não venha! Por favor, filha! Esse é o meu argumento, minha chance de me libertar. Dê-me este dia, e meu mundo nunca mais será o mesmo.

Ela continuava chorando. E cada vez que soluçava, me abraçava mais forte. Com a voz fraquejada, sussurrou em um tom quase mudo:

– Pai... não me deixe mais!
– Está tudo bem, filha... está tudo bem!



Inspirado na música "Daughter" e "It's Ok" (Pearl Jam)

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Jacques, O Imortal

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