sábado, 28 de novembro de 2009

A Internet e seus absurdos

Eu detesto fazer propagandas, mesmo que elas me dêem algum tipo de lucro. Por tal motivo não encho o Castelo de Marfim de anúncios ou faixas.

Também não gosto de anunciar blogs inúteis e sem conteúdo, a menos que haja reciprocidade com este inútil e se conteúdo blog que é este que vocês estão nesse momento. Porém, navegando em um dos "diários virtuais" mais engraçados do Brasil, deparei-me com uma situação um pouco... digamos... constrangedora. Não sei quanto a vocês, mas eu, depois de gargalhar durante alguns longos minutos, senti uma certa vergonha alheia. Neste incrível diálogo que temos aí embaixo (com link de fonte e tudo), não conseguimos identificar quem tem menos informação: o pastor ou o fiel. Take a look:

[http://www.igrejainternacional.com/fiel-pergunta/sexo-durante-a-gravidez/]


Inacreditável, né não? Eu sempre visito este blog quando estou deprimido, pra ver se consigo dar boas risadas. Mas essa, depois da dose de riso, me deixou chateado. Como pode chegar a esse nível de desinformação? Seria praticamente o cúmulo da pontaria: transar com mulher grávida e acertar o cu do bebê. No caso, a vagina. Fora o milagre: um bebê conseguindo ter outro bebê, sem ao menos menstruar!

Repito: religião em excesso causa cegueira que pode ser irreversível. Consulte seu médico.

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Estacionamentos de Shoppings

[Shopping Aricanduva - O maior shopping do Brasil e da América Latina]

Agora sim!

Há um tempo eu recebi um e-mail meio ultrapassado sobre uma antiga lei que estaVA (no passado) em vigor apenas no Estado do Rio de Janeiro e que dizia que os Shoppings Centers não poderiam cobrar taxa de estacionamento caso o indivíduo efetuasse compras acima de 10 vezes o valor do que deveria pagar por deixar o carro nas dependências do Shopping. Isso significa que se, por exemplo, um cidadão carioca pagasse R$ 5,00 pelo estacionamento e efetuasse mais de R$ 50,00 em compras, estaria isento do pagamento de taxas. Certo, mas isso faz muito tempo e a lei já não está mais em vigor naquele Estado. Portanto, o e-mail tornou-se informação ultrapassada que serveria apenas para fazer algumas pessoas passarem algum constrangimento na hora de pagar o que deve.

Porém, contudo, todavia, na data de ONTEM, 23 de Novembro de 2009, foi sancionada pelo Presidente da Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo a tal lei que, além de isentar a todos o pagamento do estacionamento caso haja compras superiores a 10 vezes o valor do tíquete, também sobe o tempo de tolerância mínima de 15 para 20 minutos. Sim, a mesma lei carioca que antes vigorava lá agora vigora aqui. Talvez seja um "aproveitamento" de leis estaduais que estão na moda, como por exemplo a Lei Anti-Fumo, que está fazendo um grande sucesso aqui no Estado paulista e foi emprestado já para Minas Gerais, Paraná e Rio de Janeiro, além de outros estados que estão apenas esperando a sanção da lei.

Voltando à isenção do pagamento de estacionamento em shoppings, os shoppings também serão obrigados a informar tal isenção por meio de placas e cartazes distribuídos pelo estabelecimento, evitando, com isso, o que o e-mail supracitado dizia com "os caixas sabem, mas não falam nada". Também traz a restrição ao consumidor de que ele poderá ficar no máximo 6 horas no shopping para ganhar a isenção. Bem, a menos que você passe o dia inteiro no cinema, acho que ninguém consegue ficar 6 horas no mesmo shopping.

Está aí a transcrição da lei que beneficiará o consumidor e, se observar de um certo ângulo, o dono do shopping também.

LEI Nº 13.819, DE 23 DE NOVEMBRO DE 2009
Dispõe sobre a cobrança da taxa de estacionamento por “shopping centers”.

O PRESIDENTE DA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA:
Faço saber que a Assembleia Legislativa decreta e eu promulgo, nos termos do artigo 28, § 8º, da Constituição do Estado, a seguinte lei:

Artigo 1º - Ficam dispensados do pagamento das taxas referentes ao uso de estacionamento, cobradas por “shopping centers” instalados no Estado de São Paulo, os clientes que comprovarem despesa correspondente a pelo menos 10 (dez) vezes o valor da referida taxa.
§ 1º - A gratuidade a que se refere o “caput” só será efetivada mediante apresentação de notas fiscais que comprovem a despesa efetuada no estabelecimento.
§ 2º - As notas fiscais deverão, necessariamente, datar do mesmo dia em que o cliente fizer o pleito de gratuidade.

Artigo 2º - A permanência do veículo, por até 20 (vinte) minutos, no estacionamento dos estabelecimentos citados no artigo 1º deverá ser gratuita.

Artigo 3º - O benefício previsto nesta lei só poderá ser percebido pelo cliente que permanecer por, no máximo, 6 (seis) horas no interior do “shopping center”.
§ 1º - O tempo de permanência do cliente no interior do estabelecimento deverá ser comprovado por meio da emissão de um documento quando de sua entrada no respectivo estacionamento.
§ 2º - Caso o cliente ultrapasse o tempo previsto para a concessão da gratuidade, passará a vigorar a tabela de preços de estacionamento utilizada normalmente pelo estabelecimento.

Artigo 4º - Ficam os “shopping centers” obrigados a divulgar o conteúdo desta lei por meio da colocação de cartazes em suas dependências.

Artigo 5º - Esta lei entra em vigor na data de sua publicação.

Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, aos 23 de novembro de 2009.

Aproveitem! A lei do RJ foi derrubada porque entendeu-se que a legislação estadual não tem competência para reger territórios particulares, sendo possível apenas lei federal para tal.

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EDIT:
Eu avisei para aproveitarem, né? A lei foi suspensa ontem pelo Tribunal de Justiça de São Paulo, que concedeu uma liminar suspensiva. Com isso, a cobrança volta a ser como era antes.
Isso aconteceu porque a ABRASCE (Associação Brasileira de Shoppings Centers) entrou com uma ADIN (Ação Direta de Inconstitucionalidade), alegando que a nova lei é Inconstitucional. Como eu disse antes, aconteceu como no Rio de Janeiro. Só que aqui em SP foi mais rápido: a lei vigorou pouco menos de 48 horas.

sábado, 21 de novembro de 2009

Homens no Volante



Pra não dizer que eu só falei de mulheres aqui nesta postagem, acima temos um típico exemplo de motorista do sexo masculino dirigindo em alta velocidade fugindo da inútil polícia americana.

E, abaixo, mais um homem fazendo um estacionamento perfeito de modo comum à espécie.


quinta-feira, 19 de novembro de 2009

E o campeonato vai chegando ao fim


Não quero discutir sobre times.



só achei a piada boa ;D

Criatividade é Tudo [11]

Muito criativo esses animais feitos com comida.

Preste atenção nos detalhes e nas reações colocadas em cada foto.

até tentei pesquisar sobre a autoria, mas não encontrei.





























segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Briga curiosa

E alçando a polêmica causada por cachorros que foram comidos pelos coreanos e o choque de culturas entre eles e nós brasileiros, um vídeo mostrando uma típica briga em um estádio:



Viu? Nem toda mania coreana causa repugnância aos brasileiros. Nem aos mais conservadores.
A moda deveria pegar. Pelo menos ninguém se machuca.

Bolsa-Qualquer-Coisa



Eu sei que um dos objetivos fundamentais do Brasil, previsto inclusive na Constituição, é erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades sociais. Pra isso existem diversos programas instituídos pelo Governo, para que trate de forme desigual aqueles que são desiguais. Mas convenhamos, alguns programas chegam a ser impertinentes. Eu particularmente sou contra a Bolsa-Família. Aí me falam: "ah, você é contra só porque não é contemplado!". Não. Eu sou contra porque muitas vezes (sem generalizar) a pessoa não trabalha e dá um jeito de sobreviver com aquilo que recebe do Estado. E quanto mais filho, maior o valor. Aí tem o jeitinho brasileiro que todo mundo conhece: gato de água, gato de luz, escola do estado, roupas de doações etc. Realmente viver assim não deve ser muito contemplador, porém é um estilo de vida, digamos, acomodador para certas pessoas. Principalmente para aquelas que não gostam de trabalhar. Pra esse tipo de gente, Bolsa Família chega a ser dinheiro fácil. Isso quando não dá nenhum problema de organização da Administração Pública, fazendo com que a pessoa seja contemplada mais de uma vez ou contemplada quando não precisa. Seria até fácil acabar com esse problema: só recebe Bolsa-Família a família que tiver o marido e/ou esposa trabalhando. Mas aí teríamos um problema maior ainda: isso afetaria aqueles que não conseguem trabalhar, mesmo querendo.

Outro modo de "ganhar dinheiro fácil" é a porcaria da pensão alimentícia. Essa merda, se não for paga, dá cana. Tudo bem, tem casos em que a pensão é necessária, mas em 90% a mulher tem filhos de um cara só pra arrancar o dinheiro dele. Eu acho que o juiz deveria ver no caso concreto se a mulher fez de má-fé, por mais difícil que seja comprovar tal situação. A pensão é dada aos FILHOS, e não a elas. Mas eu vejo gente que simplesmente vive de pensão. Coloca o filho numa escola pública e já era. Existe um modo de ferrar com a mulher que fez isso de má-fé: exija a guarda do filho com um bom advogado (mesmo que isto seja difícil) pra te defender.

Voltando ao assunto da Bolsa-Família, estava eu hoje vendo algumas notícias no jornal quando me deparo com esta pérola:

Às vésperas de mais um ano eleitoral, o governo prepara a criação de mais um programa para beneficiar as camadas mais carentes da população. O ministro das Comunicações, Hélio Costa, disse ontem que propôs ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva a criação do bolsa-celular, que prevê a distribuição gratuita de celulares para as pessoas que já são beneficiadas pelo programa Bolsa-Família.

Ao todo, seriam distribuídos 11 milhões de celulares pré-pagos, que teriam em conta um bônus mensal de R$ 7. Todo o programa, segundo Costa, custaria às empresas de telefonia, em um primeiro momento, R$ 2 bilhões, investidos em um período de dois anos. Para compensar esse custo, o governo abriria mão do recolhimento do Fundo de Fiscalização das Telecomunicações (Fistel) sobre esses celulares. Ou seja, o governo bancaria a bolsa.

As empresas de telefonia recolhem anualmente para o Fistel R$ 13,42 relativos a cada celular em funcionamento e mais R$ 26,83 na habilitação de cada novo telefone móvel.

Segundo o ministro das Comunicações, as empresas ainda sairiam ganhando, porque além de expandir o número de clientes, teriam o aumento de receita.

A expectativa, segundo o ministro, é de que cada usuário gaste mais do que os R$ 7. "O presidente gostou da ideia e as empresas aprovaram o projeto", afirmou o ministro, acrescentando que já houve a adesão da TIM à proposta. Mas ainda não há uma data definida de implantação do programa.

A princípio, o programa prevê um celular por família, mas não está descartada a possibilidade da concessão de um segundo celular, ainda que em condições menos vantajosas. O bolsa-celular segue na mesma linha de outros programas do governo. Na semana passada, foi anunciada a criação do seguro-funeral, para cobrir gastos com enterro dos participantes do programa Bolsa-Família.

BOLSA-VOTO

A proposta foi criticada por parlamentares. O presidente da Comissão de Ciência e Tecnologia da Câmara, deputado Eduardo Gomes (PSDB-TO), disse que o governo deveria focar seus esforços na massificação da banda larga, que ainda é restrita no País, e não em um serviço que já foi universalizado, como o celular. "Hoje temos quase 170 milhões de celulares e no fim do ano chegaremos a praticamente um celular por habitante", afirmou.

O deputado Paulo Bornhausen (DEM-SC) também criticou a ideia. "Isso cheira a processo eleitoral. É mais uma série do bolsa-voto. Não é bom para a democracia", afirmou. Ele lembrou que o Fistel foi criado para sustentar a fiscalização do setor de telecomunicações, mas menos de 10% dos recursos arrecadados ficam com a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

As empresas de telefonia celular TIM, Vivo e Oi, apesar de cautelosas, se mostraram dispostas a conversar com o governo sobre o assunto.

A TIM informou por meio de nota à imprensa que está conversando com o ministério desde setembro e que, para viabilizar o projeto, o governo ofereceria desoneração tributária. Vivo e Oi também abordaram a necessidade de desoneração tributária para que o programa seja sustentável economicamente. A Claro não se manifestou. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

Repare que o editor desta matéria iniciou de forma exata: "Às vésperas de mais um ano eleitoral". Pobre é maioria no Brasil. Então, por mais estúpida que seja essa ideia de ficar bancando gente que não quer ou não consegue trabalhar (não generalizando), é perfeita para garantir uma reeleição do partido. É um golpe que mata dois coelhos: além de cumprir com os objetivos previstos na Constituição, o Bolsa-Qualquer-Coisa é uma excelente jogada de marketing.

Acidente na Pista

video

Acredito que muitos já presenciaram nas grandes cidades, a cena de batedores com motocicletas bloqueando o fluxo de trânsito em vias públicas para veículos com cargas ou pessoas importantes passarem com segurança, mas este video mostra uma tentativa que terminou num terrível acidente.

sábado, 14 de novembro de 2009

E no apagão de Terça-Feira...


Aí depende da definição de extraterrestres pra cada um. Mas dessa vez eu acho que o José Serra não teve nada haver com isso.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Flagrante Discriminação



Não tenho palavras pra expressar minha revolta perante tal absurdo.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Procrastinação na Lição de Casa


*Procrastinação: Enrolar, atrasar, deixar para depois.

Criatividade é Tudo [10]



Eu vi esse comercial ontem nas telas tupiniquim. E desmaiei após bater a cabeça na quina da mesa de canto, quando caí de tanto rir.

O novo slogan do chocolate é ótimo e se encaixa perfeitamente com o comercial. BIS - Não confie em ninguém.

A Lei "Tolerância Zero"



É isso aí. Assistindo essa matéria ontem no CQC, senti um certo incômodo perante esta "aberração" do Direito. Primeiramente, trata-se de uma lei extremamente antiga, o qual não tem mais cabimento nos dias atuais devido à Constituição Federal de 1988.

Segundo a Carta Magna, é garantida a liberdade de locomoção, sendo esta a de ir, vir e permanecer. Claro que há a ressalva nos casos de estado de defesa ou estado de sítio. Mas esse não é o caso da cidade de Assis/SP. Ela simplesmente adotou uma antiga lei, que era aplicada na época da ditadura do ex-presidente Getúlio Vargas, onde, naquela época, a Constituição Federal dava brecha para esta restrição à liberdade de locomoção. Mas... isso faz quase de 70 anos!

A Lei Tolerância Zero, de 1941, proíbe a vadiagem. Quem está na rua "sem fazer nada" será autuado e terá 30 dias para empregar-se, sob pena de reclusão. Isso fere mortalmente algumas disposições da Constituição:

- Art. 5º XV - é livre a locomoção no território nacional em tempo de paz, podendo qualquer pessoa, nos termos da lei, nele entrar, permanecer ou dele sair com seus bens;
Se eu quiser permanecer em qualquer lugar do território nacional sem fazer nada, independentemente de estar ou não empregado, a Constituição me protegerá.

- Art. 5º XXXIX: não há crime sem lei anterior que o defina, nem pena sem prévia cominação legal;
Vadiagem não é crime previsto no Código Penal, único ordenamento jurídico, em regra, a prever penas de reclusão. Portanto, não há de se falar em prisão nesses casos.

E também não podemos dizer que não se trata de prisão penal, mas sim de civil, pois, segundo o Art. 5º LXVII, "não haverá prisão civil por dívida, salvo a do responsável pelo inadimplemento voluntário e inescusável de obrigação alimentícia e a do depositário infiel", portanto, prisão civil só se for por inadimplemento de pensão alimentícia ou de depositário infiel.

Não vamos entrar no mérito do tratamento utilizado pelos PMs de São Paulo. Todo mundo sabe como eles tratam os "suspeitos". Então que cada um tire suas próprias conclusões. O que eu quero dizer aqui é que temos uma lei muito ultrapassada em vigor, com flagrante inconstitucionalidade. Mas o que podemos fazer? Nada. Segundo também a Constituição Federal em seu artigo 103, os únicos que podem propor uma Ação Direta de Inconstitucionalidade - ADIN - pela qual declara a inconstitucionalidade de uma norma que ainda está em vigor, são as seguintes pessoas:
- o Presidente da República;
- a Mesa do Senado Federal;
- a Mesa da Câmara dos Deputados;
- a Mesa de Assembléia Legislativa ou da Câmara Legislativa do Distrito Federal;
- o Governador de Estado ou do Distrito Federal;
- o Procurador-Geral da República;
- o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil;
- partido político com representação no Congresso Nacional;
- confederação sindical ou entidade de classe de âmbito nacional.

"Inconstitucionalidade" é quando uma norma vai contra a Constituição Federal, lei máxima dentro do ordenamento jurídico de um Estado, no qual nenhuma outra lei pode ir contra ela. Se a Constituição diz que não haverá, por exemplo, pena de morte, salvo nos casos de guerra declarada, nenhuma outra lei de nenhuma outra parte do território brasileiro pode dizer o contrário. Se disser, será inválida. Mas só perderá a eficácia caso alguma dessas pessoas acima citadas proponha uma Ação Direta de Inconstitucionalidade e esta seja reconhecida e julgada procedente pelo Supremo Tribunal Federal.

Porém, enquanto uma norma for boa para o interesse do próprio Estado, este nunca irá propor ADIN. Quer um exemplo? Regime Disciplinar Diferenciado é outra inconstitucionalidade flagrante, mas funciona. E se funciona para o Estado, por qual motivo ele iria intervir? Simplesmente por ser inconstitucional? Talvez seja melhor mais fácil fingir que não vê do que lutar contra os próprios interesses.

sábado, 7 de novembro de 2009

Cachorro Falante



Realmente essa foi foda demais. Me fez lembrar que quando eu era mais jovem, meu primo estava indeciso quanto ao nome que iria colocar no cachorro dele. Resolvemos, então, perguntar ao animal qual nome ele gostaria de ter. E o bicho respondeu!
Ralf, o cão supracitado, morreu aos 7 anos de idade.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

YMCA

Mulheres no Volante



E depois falam que é machismo.